
Miguel Amado discusses his experiences advocating for social justice and community development across various countries.
Apelidado de «provocador» por um bispo do Congo, Miguel Amado esteve ao serviço das relações externas da Comissão Europeia, missão que o levou a si, e à sua família, a diversos países – Madagáscar, Burundi, República Dominicana, Cuba, Guiné-Bissau, Bruxelas, Congo Brazzavile mas também Timor, Israel, e a faixa de Gaza foram locais onde procurou desenvolver a Doutrina Social da Igreja e o Evangelho. Diálogo, proximidade, acompanhamento das populações apostando em projetos de desenvolvimento, colocavam Miguel Amado a defender o povo e não poucas vezes a criticar o poder económico e político nos países onde passou. Os relatórios finais isso mostravam: peças de teatro onde a pobreza era denunciada, ou, numa ocasião um cartoon “sobre o Congo, onde se via um país muito rico, e o dinheiro a sair da algibeira do presidente, e os pobres a chorarem sem dinheiro”. O regresso a Portugal, depois de vários anos fora, foram também os meses difíceis de uma doença terminal da esposa. Mas o IPO, em Lisboa, é hoje também uma escola e o contexto onde hoje Miguel Amado continua a perseguir a sua máxima – construir o bem comum.
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