
Tânia Laranjo discusses the role of journalists and the importance of on-the-ground reporting.
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Tânia Laranjo é repórter há trinta anos. Chegou à televisão quando lhe disseram que não tinha figura nem voz para o ecrã. Ficou na mesma. Hoje é um dos rostos mais reconhecidos do jornalismo português, não porque aparece, mas porque vai. Aos incêndios, aos temporais, aos tribunais, às aldeias que ninguém visita. Nesta conversa falámos sobre o que se perde quando o jornalismo deixa de sair à rua e sobre o que ainda sobra quando alguém decide ir à janela. Neste episódio: O jornalismo que se aburguesou e o que se perde quando ninguém chega primeiro Ser a primeira a chegar e porque isso define a qualidade do que se conta O incêndio em Gramassa e a decisão de sair do papel de jornalista As fontes como relações sagradas e a única razão para quebrá-las O segredo de justiça contra o interesse público e o processo que ganhou no Tribunal Europeu A entrevista de 45 minutos ao Presidente Marcelo durante o temporal O que é uma boa pergunta e porque é sempre simples A filha que quis ser jornalista apesar de tudo "O jornalista tem que ir à janela e dizer se está a chover ou se está a sol. Não serve para fazer perguntas…
Host: Jorge Correia
Guest: Tânia Laranjo
Organizations: Tribunal Europeu
Places: Gramassa
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