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A Epistemologia Geográfica #02 [Profa. Ana T. Reis da Silva (UnB)]
Sep 25, 2024
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A Epistemologia Geográfica #01 [Prof. Tiago S. Almeida (UnB)]
Sep 25, 2024
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A Nova Geografia Físico-Ambiental Brasileira #01 [Região Norte - Prof. João P. A. Gobo (UNIR)]
Oct 10, 2023
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La Enseñanza de la Ciencia #8 [Prof. Agustín Adúriz-Bravo (CeFIEC-UBA)]
Aug 10, 2023
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La Enseñanza de la Ciencia #7 [Prof. Leonardo Galli (CeFIEC-UBA)]
Aug 7, 2023
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| Date | Episode | Description | Length | ||||||
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| 9/25/24 | ![]() A Epistemologia Geográfica #02 [Profa. Ana T. Reis da Silva (UnB)] | Entrevistas com pesquisadore(a)s que desenvolvem estudos dando relevo à perspectiva da espacialidade/geograficidade do conhecimento. A Profa. Ana T. Reis da Silva ( Universidade de Brasília ) é Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento, e relata sua experiência com estudos envolvendo territórios tradicionais e as questões da interculturalidade e da justiça epistêmica. Entrevista realizada no dia 12 de Setembro de 2024, durante "roda de conversa" inscrita na disciplina de "Epistemologia Geográfica" (2024/1) - quando os estudantes haviam lido o capítulo "Do diálogo de saberes à justiça cognitiva: contribuições do M-CV à educação intercultural", de autoria da Profa. Ana Tereza. Sugestões de leitura : SILVA, A. T. R. Do diálogo de saberes à justiça cognitiva: contribuições do M-CV à educação intercultural. In: MARICONDA, P. R. (Org.). Entre conhecimento e valores: alternativas à tecnociência atual. São Paulo: Associação Filosófica Scientiæ Studia, 2023. p. 157-195. SILVA, A. T. R. "Aterrar": formas de coabitar para adiar o fim do mundo. Geograficidade, v. 13, n. esp., p. 5-23, 2023. https://periodicos.uff.br/geograficidade/article/view/60410 | — | ||||||
| 9/25/24 | ![]() A Epistemologia Geográfica #01 [Prof. Tiago S. Almeida (UnB)] | Entrevistas com pesquisadore(a)s que desenvolvem estudos dando relevo à perspectiva da espacialidade/geograficidade do conhecimento. O Prof. Tiago S. Almeida ( Universidade de Brasília ) é Doutor em História Social e relata suas impressões acerca do valor que a "dimensão local" tem para os estudos históricos. Entrevista realizada no dia 09 de Setembro de 2024 ( via plataforma virtual “Teams” ). A conversa se inscrevia na disciplina de "Epistemologia Geográfica" (2024/1), quando os estudantes haviam lido o capítulo "Para uma historiografia epistemológica", de autoria do Prof. Tiago. Sugestões de leitura : ALMEIDA, T. S. Para uma historiografia epistemológica. In: LIRA, L. A.; SOUSA NETO, M. F.; DUARTE, R. B. (Org.). Geografias das ciências, dos saberes e da história da geografia. São Paulo: Alameda, 2020. p. 45-67. ALMEIDA, T. S. “De que a história das ciências é a história?”: historicidade e atualidade da questão. Revista História, Histórias, v. 11, n. 21, p. 182-211, 2023. https://periodicos.unb.br/index.php/hh/article/view/44927?articlesBySimilarityPage=2 | — | ||||||
| 10/10/23 | ![]() A Nova Geografia Físico-Ambiental Brasileira #01 [Região Norte - Prof. João P. A. Gobo (UNIR)] | Entrevistas com nomes da nova geração de geógrafo(a)s físico(a)s brasileiro(a)s – representantes de uma preocupação especial : desenvolver estudos de interface socioambiental, preocupando-se em convergir os valores da habilidade técnica, da sensibilidade social e da capacidade interventiva ( tudo isso fundamentados em conhecimentos sólidos sobre a estrutura e a dinâmica do meio natural ). O Prof. João Paulo Assis Gobo ( Federal de Rondônia – campus Porto Velho ) é especialista em biometeorologia humana. O profissional relata sua experiência com a percepção e a modelagem do conforto térmico, ficando evidente seu interesse em associar variáveis ambientais e subjetivas. Entrevista realizada no dia 18 de Agosto de 2023 ( via plataforma virtual “Teams” ). Sugestão de leitura : GOBO, J. P. A.; FARIA, M. R.; GALVANI, E. Modelos bioclimáticos de verão e inverno para cidade média em clima subtropical. Revista Brasileira de Climatologia, v. 26, p. 89-106, 2020. https://revistas.ufpr.br/revistaabclima/article/view/66084 | — | ||||||
| 8/10/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #8 [Prof. Agustín Adúriz-Bravo (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com o Prof. Agustín Adúriz-Bravo. Diretor do Instituto CeFIEC e líder do Grupo GEHyD, Adúriz-Bravo foi o último entrevistado e respondeu a um conjunto de questões que fomos preparando ao longo da estada (à medida que íamos percebendo a relevância de novos aspectos sobre o ensino e a popularização da ciência). Adúriz-Bravo é um profissional engajado na mudança de estratégias para que as atividades de sala de aula sejam as mais coletivas e dialógicas possíveis, mas sem que esse ideário positivo da promoção democrática de múltiplas vozes descambe para um descompromisso com os conteúdos científicos. Seu projeto, de já muitos anos, é o de romper com a imagem sisuda e infalível do mundo da ciência. Por essa razão, recorre ao universo semântico dos modelos para demonstrar a professores em formação os fatores (cognitivos e culturais) intervenientes nos processos de produção do conhecimento e de argumentação entre pares. Com o intuito de que a entrevista fizesse uma ampla cobertura dos temas pertinentes à “Naturaleza de la Ciencia” (campo em que o Professor Adúriz-Bravo tem uma produção intelectual reconhecida internacionalmente), procuramos elaborar questões que tangenciassem aspectos tanto cognitivos, quanto contextuais do conhecimento científico. Entrevista realizada no dia 29 de Junho de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/7/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #7 [Prof. Leonardo Galli (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com o Prof. Leonardo Galli. A conversa com esse pesquisador foi extremamente importante para compreendermos mais detalhes sobre o modelo teórico-metodológico empregado por Gaston Pérez, que foi seu orientando de doutorado. Galli é fervoroso defensor de uma educação científica que promova o pensamento crítico. Mas está convencido de que não se deve abrir mão dos valores lógico-racionais que a ciência já nos demonstrou possuir. Claramente, se preocupa que o combate a visões reducionistas (algo imprescindível) implique na exclusão da dimensão biológica do comportamento humano – o que torna hegemônico um outro tipo de reducionismo: o sociocultural. Para o pesquisador, trata-se de cumprir quatro medidas a fim de que a compreensão dos fenômenos escape da armadilha unidimensional: privilegiar as perspectivas epistemológicas mais sofisticadas (modelo-teóricas e sociocríticas); compatibilizar pluralidade teórica com reservas a concepções excepcionalistas do humano; selecionar casos relevantes para uma abordagem direta; e analisar criteriosamente os vieses cognitivos (p.ex. as concepções de intencionalidade e razão de ser). Os estilos de raciocínio intuitivos dos alunos não têm de ser impedidos de se manifestar. A ideia é que – conforme as circunstâncias o exijam – alguns deles sejam revistos, crítica e conscientemente, a partir do que evidencia a confirmação de teorias científicas. Até porque os próprios cientistas usam, em determinadas instâncias do processo investigativo, estilos de raciocínio que todos nós empregamos – e isso tem de ser esclarecido aos estudantes. Entrevista realizada no dia 27 de Junho de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/7/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #6 [Profa. Geraldine Chadwick (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com a Profa. Geraldine Chadwick. O contato com essa Licenciada em Física, Doutora em didática de ciências naturais “en contextos de diversidad cultural” foi uma grande (e inesperada) oportunidade de conhecer modos de introduzir no ensino questões a ver com etnociência, conhecimentos ancestrais e interculturalidade – temas que se apresentam como muito pertinentes se o interesse é justamente visar uma perspectiva epistemológica de ordem geográfica ou “situada”. Para Chadwick, a escola, por ser peça fundamental na definição de dualidades (por exemplo a “nosotros-otros”), precisaria conceber práticas que moderassem toda tendência à inferiorização, evitando a que se naturalizem visões hierárquicas que estigmatizam certos grupos e tradições de conhecimento. De modo específico, a pesquisadora se alinha a uma atual preocupação pedagógica chamada “Educación Intercultural Bilingüe”; e estuda as diferenças significativas presentes em cosmologias indígenas – em especial, no seio da comunidade Qom, instalada atualmente no território do Gran Chaco argentino. E, entendendo que as crianças pertencentes a outras culturas possam ter dificuldade em assimilar os modelos científicos ocidentais, se esforça em compatibiliza-los com modelos explicativos de culturas indígenas, a fim de que o espaço da escola não segregue visões mitológicas, e antes seja um ambiente em que elas percebam pontos de contato e valorizem a função especial de cada tipo de conhecimento. Entrevista realizada no dia 21 de Junho de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/7/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #5 [Prof. Fernando Bifano (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ).Essa conversa foi com o Prof. Fernando Bifano.Esse docente atua na área de Ensino de Matemáticas e com ele tivemos a chance de tomar contato com um sugestivo modo de interpretar os gêneros de atuação dos professores em sala de aula. Trata-se, por exemplo, do termo “identidad documental”, que o pesquisador cunhou para averiguar quais traços predominam no trabalho desses profissionais do ensino. Ou seja, em que grau apresentam (ou fomentam) autonomia, reflexividade, permeabilidade, criatividade e pertencimento. Entrevista realizada no dia 12 de Junho de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/4/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #4 [Prof. Alejandro Pujalte (UNLZ)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com o Prof. Alejandro Pujalte. Pujalte tem larga experiência docente no ensino de Ciências nos âmbitos secundário e superior. E vimos se tratar de um expert no tema “imágen de ciencia y de científico”. O pesquisador há vários anos investiga o imaginário em torno do mundo dos cientistas que predomina entre estudantes e professores. Avalia características estereotipadas e os efeitos que vários produtos culturais (como a literatura e o cinema, por exemplo) podem ter na alimentação desses imaginários. Com o acúmulo de estudos interventivos Pujalte pôde perceber nuances, segundo a faixa etária e o sexo dos estudantes. Possivelmente por uma questão de maturidade, as meninas tendem a fazer desenhos mais facilmente reconhecíveis como pertencentes ao gênero feminino. No caso dos meninos, por vezes, esse tipo de discernimento não se manifesta. Isso faz pensar que, possivelmente, os homens, de um modo geral, tendem a enxergar mais os praticantes da ciência dentro de um estereótipo. Entrevista realizada no dia 06 de Junho de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/4/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #3 [Prof. Martín Pérgola (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com o Prof. Martín Pérgola. Esse jovem pesquisador, especialista em Ensino de Química, nos esclareceu os modos pelos quais ele formula estratégias e aplica dinâmicas, orientado pelos temas “aprendizaje autorregulado” e “enseñanza en contexto”. Para Pérgola, o professor não deve apresentar grande quantidade de informações no início das atividades; tampouco pautar excessivamente os trabalhos planejados pelos diferentes grupos, a fim de não interferir no trabalho autorregulado dos próprios alunos. O desenvolvimento das atividades deve primar a que os alunos tomem consciência de seus conflitos cognitivos para, então, explicar os fenômenos. Eles têm de enfrentar os limites do que sabem, do que pensam saber e do que não sabem. É nesse sentido que os conteúdos são trabalhados em um ambiente chamado “contextualizado”. Entrevista realizada no dia 29 de Maio de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 8/4/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #2 [Prof. Gaston Pérez (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com o Prof. Gaston Pérez. Com esse pesquisador, atuante no campo do Professorado em Biologia, tomamos conhecimento de dois interessantes conceitos que vêm sendo operacionalizados para diagnosticar dificuldades de aprendizagem de teorias científicas: o de “obstáculo” e “regulación”. O “obstáculo epistemológico” é uma forma de raciocínio que tem funcionalidade no quotidiano e, por isso, não é “eliminável’ de modo simples. Por outro lado, o trabalho didático poderia propor o desenvolvimento de uma “vigilância metacognitiva”. O obstáculo afeta a compreensão de modelos científicos e, por vezes, pode dificultar esse processo. Logo, a referida vigilância teria a função de fomentar nos estudantes a ideia de que podem regular o obstáculo de modo consciente. Essa regulação metacognitiva envolve processos de controle executivo de sua própria cognição, o que auxilia o desenvolvimento da aprendizagem. O obstáculo pode ser, por exemplo, “desestabilizado” mediante um primeiro momento em que ele é fortalecido transitoriamente entre os membros do grupo, para depois serem demonstradas as suas limitações como forma de raciocínio. Outra instância seria a reconstrução do conceito que se contrapõe ao obstáculo, enfatizando seu campo de validação a partir de experiências e analogias ilustrativas. Entrevista realizada no dia 23 de Maio de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
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| 8/4/23 | ![]() La Enseñanza de la Ciencia #1 [Profa. Andrea Revel-Chion (CeFIEC-UBA)] | Série de entrevistas com pesquisadore(a)s argentino(a)s, integrantes do "Instituto de Investigaciones en Didáctica de las Ciencias Naturales y la Matemática" (CeFIEC), da Universidade de Buenos Aires. ( Buscávamos compreender os modos pelos quais incorporam conteúdos e desenvolvem intervenções pedagógicas a partir dos aportes teóricos da filosofia, história, sociologia e psicologia - em interação com preocupações de um ensino de ciências em perspectiva diversa e consistente ). Essa conversa foi com a Profa. Andrea Revel-Chion. A pesquisadora, especialista em Didática da Biologia, desde o início dos anos 2000 vem procurando convergir abordagens integradas, perspectivas críticas e foco aplicado em contextos educativos. Sua “mirada de conjunto” pareceu-nos especialmente oportuna para estabelecer atividades colaborativas entre professores de ciências naturais e sociais – principalmente em se tratando do tema a que a profissional se dedica a investigar: a reemergência de enfermidades e suas relações com fatores socioeconômicos em contexto sul-americano. Para Revel-Chion uma concepção exclusivamente “ecológico-biológica” (dado que tenderia a omitir o caráter histórico dos problemas) é letal para um efetivo entendimento das questões de saúde em sua inteireza. Entrevista realizada no dia 23 de Maio de 2023 (nas dependências do Instituto CeFIEC). | — | ||||||
| 4/20/22 | ![]() A Geografia Renovada #9 [Patricia L. Mollo Vieira (psicóloga)] | Entrevistas com representantes da nova geração de geógrafos brasileiros, com produção de destaque em campos variados da disciplina. Patricia L. Mollo é psicóloga (UnB), Mestre em Geografia (UnB) e Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Desenvolveu um método de análise de pensamentos geográficos baseando-se na semiose de Charles S. Peirce (testando-o na interpretação da produção bibliográfica de Milton Santos). Entrevista realizada no dia 15 de Abril de 2022 (via plataforma virtual "Teams"). | — | ||||||
| 11/10/21 | ![]() Ensino de Natureza da Ciência [disciplina-UnB(2021.1)]#02 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo os temas "Ocidente vs. Oriente" e "culturas marginalizadas" Produtora e Autora : Clarisse S. Morais (bacharelanda em História-UnB) Atividade prática da disciplina optativa "Ensino de Natureza da Ciência" Fontes consultadas: ADICHIE, C. N. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. BADALTTI, C. T.; Del FRANCO, G. Oriente e ocidente: marcos epistêmicos e revolução científica. In: MARTINS, R. A.; MARTINS, L. A. C. P.; SILVA, C. C.; FERREIRA, J. M. H. (Org.). Filosofia e história da ciência no Cone Sul: 3º Encontro. Campinas: AFHIC, 2004. p. 85-90. BASCHET, J. A civilização feudal: do ano mil à colonização da América. Rio de Janeiro: Globo, 2006. CABRAL, D. de C. Na presença da floresta: Mata Atlântica e história colonial. Rio de Janeiro: Garamond, 2014. | — | ||||||
| 11/7/21 | ![]() Introdução à Ciência Geográfica [disciplina-UnB(2021.1)]#05 | >[Teste-piloto] Depoimento sobre a experiência pessoal com a Geografia escolar (associando-a com o tema "Imagem de Ciência" e com a leitura de um capítulo de livro) Produtor e Autor : Raul da Rocha (bacharelando em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina obrigatória "Introdução à Ciência Geográfica" (1o semestre) Fonte consultada: CLAVAL, P. História da geografia. Lisboa: Edições 70, 2006. 140p. | — | ||||||
| 11/5/21 | ![]() Pensamento Geográfico Brasileiro #02 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo o tema "evolução do pensamento geográfico brasileiro" (caso Carlos W. Porto-Gonçalves) Produtora e Autora : Iara P. Salgado (mestranda em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina optativa "História Comparada da Geografia" [PPG-UnB(2021.1)] Fontes consultadas: CEZZARETTI, R. C. Geografia e questão socioambiental: a contribuição de Carlos Walter Porto-Gonçalves. 2020. 222f. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. CLAVAL, P. A geografia francesa. Espaço Aberto, v. 4, n. 1, p. 7-22, 2014. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Possibilidades e limites da ciência e da técnica diante da questão ambiental. GEOSUL, v. 5, p. 7-40, 1988. _____. Um pouco de filosofia no meio ambiente. In: QUINTAS, J. S. (Org.). Pensando e praticando a educação ambiental na gestão do meio ambiente. Brasília: IBAMA, 2000. p. 21-37. _____. Ecologia e capital: quando a teoria não esquece o mundo. Revista Iberoamericana de Economía Ecológica, v. 12, p. 85-90, 2009. _____. Lucha por la tierra, lucha por la Tierra: ruptura metabólica y reapropiación social de la naturaleza. Revista de Pensamiento Cristiano - Iglesia Viva, n. 267, p. 31-48, 2016. _____. De caos sistêmico e de crise civilizatória: tensões territoriais em curso. Territorium, Coimbra, v. 27, p. 5-20, 2020. | — | ||||||
| 11/5/21 | ![]() Pensamento Geográfico Brasileiro #01 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo o tema "diversidade do pensamento geográfico brasileiro" (comparação de personagens) Produtor e Autor : Neandher S. P. Galvão (mestrando em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina optativa "História Comparada da Geografia" [PPG-UnB(2021.1)] Fontes consultadas: ANDRADE, M. C. O processo de modernização agrícola e a proletarização do trabalhador rural no Brasil. Geografia, v. 3, n. 5, p. 31-41, abr. 1978. CLAVAL, P. Epistemologia da geografia. 2. ed. Florianópolis: UFSC, 2014. FAISSOL, S. Teorização e quantificação na geografia. Revista Brasileira de Geografia, Rio de Janeiro, v. 40, n. 1, p. 3- 50, jan./mar. 1978. MACHADO, L. C. P.; OLIVEIRA, L. Como adolescentes percebem geograficamente o espaço através de pré-mapas e mapas. Geografia, v. 5, n. 9/10, p. 49-66, out. 1980. MONTEIRO, C. A. F. A geografia no Brasil (1934-1977): avaliação e tendências. São Paulo: Instituto de Geografia, 1980. OLIVEIRA, L. Contribuição dos estudos cognitivos à percepção geográfica. Geografia, v. 2, n. 3, p. 61-72, abr. 1977. SANTOS, M. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e método. Boletim Paulista de Geografia, n. 54, p. 81-100, jun. 1977. | — | ||||||
| 11/5/21 | ![]() Ensino de Natureza da Ciência [disciplina-UnB(2021.1)]#01 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo os temas "violência epistêmica", "daltonismo cultural", "epistemicídio" e "currículo e diversidade" Produtores e Autores : Ingridy Cruz, Gustavo Sousa e Nathalia Magalhães (bacharelandos em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina optativa "Ensino de Natureza da Ciência" Fontes consultadas: BALDATTI, C. T.; FRANCO, G. del. Oriente e ocidente: marcos epistêmicos e revolução científica. In: MARTINS, R. A; MARTINS, L. A. C. P; SILVA, C. C.; FERREIRA, J. M. H. (Org.). Filosofia e história da ciência do Cone Sul: 3° encontro. Campinas: AFHIC, 2004. p. 85-90. GNECCO, C. Caminos de la arqueologia: de la violencia epistémica a la relacionalidad. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: Ciências Humanas, v. 4, n. 1, p. 15-26, 2009. KRONBAUER, L. G. Epistemologia e currículo: na modernidade e na contemporaneidade. Revista de Educação, Ciência e Cultura, Santa Maria, v. 16, n. 1, p. 29-41, 2011. NUNES, R. S. Decolonizando o ensino de história indígena em uma oficina pedagógica para estudantes de ensino médio. 2017. 36f. Monografia (Licenciatura em História) - Instituto de Ciências Humanas, Universidade de Brasília. SANTOS, B. de S. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia dos saberes. In: SANTOS, B. de S.; MENESES, M. P. (Org.). Epistemologias do sul. Coimbra: Almedina, 2009. p. 19-66. | — | ||||||
| 11/5/21 | ![]() Introdução à Ciência Geográfica [disciplina-UnB(2021.1)]#04 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo o tema clássico da relação entre Filosofia e Ciência Produtora e Autora : Maria C. C. N. Mota (bacharelanda em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina obrigatória "Introdução à Ciência Geográfica" (1o semestre) Fontes consultadas: BYNUM, W. Uma breve história da ciência. Porto Alegre: L&PM, 2015. 302p. WARBURTON, N. Uma breve história da filosofia. 2. ed. Porto Alegre: L&PM, 2012. 252p. | — | ||||||
| 11/4/21 | ![]() Introdução à Ciência Geográfica [disciplina-UnB(2021.1)]#03 | >[Teste-piloto] Depoimento sobre a experiência pessoal com a Geografia escolar (associando-a com o tema "Imagem de Ciência" e com a leitura de um capítulo de livro) Produtor e Autor : Tiago N. Moreno (bacharelando em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina obrigatória "Introdução à Ciência Geográfica" (1o semestre) Fonte consultada: MATTHEWS, J. A.; HERBERT, D. T. Geografia: uma brevíssima introdução. São Paulo: UNESP, 2021, 249p. | — | ||||||
| 11/4/21 | ![]() Introdução à Ciência Geográfica [disciplina-UnB(2021.1)]#02 | >[Teste-piloto] Depoimento sobre a experiência pessoal com a Geografia escolar (associando-a com o tema "Imagem de Ciência" e com a leitura de um capítulo de livro) Produtora e Autora : Letícia G. G. Feliciano (bacharelanda em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina obrigatória "Introdução à Ciência Geográfica" (1o semestre) Fonte consultada: MATTHEWS, J. A.; HERBERT, D. T. Geografia: uma brevíssima introdução. São Paulo: UNESP, 2021, 249p. | — | ||||||
| 11/4/21 | ![]() Introdução à Ciência Geográfica [disciplina-UnB(2021.1)]#01 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo o tema clássico da relação entre Filosofia e Ciência Produtora e Autora : Letícia G. G. Feliciano (bacharelanda em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina obrigatória "Introdução à Ciência Geográfica" (1o semestre) Fontes consultadas: BYNUM, W. Uma breve história da ciência. Porto Alegre: L&PM, 2015. 302p. WARBURTON, N. Uma breve história da filosofia. 2. ed. Porto Alegre: L&PM, 2012. 252p. | — | ||||||
| 8/19/21 | ![]() Uma Filosofia do Som... e do Silêncio | Locução a partir de um estudo sobre a filosofia do som e do silêncio Produtor e Autor : Gilvan Ch. Cerqueira de Araújo (Doutor em Geografia-UNESP, Professor SEE-DF) Fontes consultadas: DERRIDA, Jacques. A voz e o fenômeno. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. FOGEL, Gilvan; RUIN, Hans; SCHUBACK, Marcia S. C. Por uma fenomenologia do silêncio. Rio de Janeiro: Sete Letras, 1996. NANCY, Jean-Luc. A la escucha. Buenos Aires: Amorrortu, 2007. | — | ||||||
| 6/16/21 | ![]() Ensino de Natureza da Ciência [disciplina-UnB(2020.2)]#07 | >[Teste-piloto] Locução a partir de uma pesquisa envolvendo os temas "ciência", "negacionismo" e "argumentação" Produtor e Autor : Anderson Leite da Silva (bacharelando em Geografia-UnB) Atividade prática da disciplina optativa "Ensino de Natureza da Ciência" Fontes consultadas: ASSIS, K. R. História e filosofia da ciência no ensino de ciências e o debate universalismo versus relativismo. Revista Brasileira de História da Ciência, Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 149-166, jul./dez. 2014. GUERRA, R. Bolsonaro defendeu cloroquina em 23 discursos oficiais. O Globo Brasil. 2021. Disponível em: < https://oglobo.globo.com/brasil/bolsonaro-defendeu-uso-de-cloroquina-em-23-discursos-oficiais-leia-as-frases-25025384> acesso em: 25 mai. 2021. HOLLIGHAM, R. Como um experimento com vacas resultou no nascimento da primeira vacina ? BBC news 2020. Disponível em: < https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-54416626>. Acesso em: 3 mai. 2021. IAMARINO, A.; CARAMELLI, B. Kit Covid não funciona e faz mal! live YouTube 28/04/2021. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Mqkigjo0Ytk>. Acesso em: 28 abr. 2021. ISTOÉ. Bolsonaro diz que voltou a usar cloroquina “Olha o exemplo que estou dando”. Edição Nº 2682 11/06. 2021. Disponível em: < https://istoe.com.br/bolsonaro-diz-que-voltou-a-tomar-cloroquina-olha-o-exemplo-que-estou-dando/>. Acesso em: 3 mai. 2021. MATTHEWS, M. R. International handbook of research in history, philosophy and science teaching. Dordrecht: Springer, 2014. OLIVEIRA, J. M. Ciência e divulgação científica: reflexões sobre o processo de produção e socialização do saber. Periodística, n. 11. RAMALHO, V. G. A concepção herdada da filosofia da ciência e o modelo kuhniano. In: Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia, 2020, 17., Anais... Rio de Janeiro: SBHC, 2020. SANTA CASA, Faculdade de Ciências Médicas. Mas, afinal, para que serve a cloroquina e a Hidroxicloroquina? Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, São Paulo, 2020. Disponível em: <https://fcmsantacasasp.edu.br/mas-afinal-para-que-servem-a-cloroquina-e-a-hidroxicloroquina/>. Acesso em: 3 mai. 2021. UOL. Oms estima que taxa real de letalidade do coronavírus seja de 0,6%. 2020. Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2020/08/03/oms-estima-que-taxa-real-de-letalidade-da-covid-19-seja-de-06.htm>. Acesso em: 3 mai. 2021. WESTIN, R. Em 1918 a gripe espanhola espalhou morte e pânico e gerou a semente do SUS. El País 2020. Disponível em: < https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-03-16/em-1918-gripe-espanhola-espalhou-morte-e-panico-e-gerou-a-semente-do-sus.html>. Acesso em: 3 mai. 2021. | — | ||||||
| 6/16/21 | ![]() Ensino de Geografia e AGB [TCC-UnB(2019.2)] | Locução a partir de um resumo de Trabalho de Conclusão de Curso ["O ensino de geografia nas publicações da revista Terra Livre: uma análise de 1996 a 2006" - defendido em 14 Nov. 2019] Produtora e Autora : Iara Piovezana Salgado (licenciada em Geografia-UnB) Fontes consultadas: CAVALCANTI, L. Propostas curriculares de geografia no ensino: algumas referências de análises. Terra Livre, v. 1, n. 14, p. 125-145, 1998. KAERCHER, N. PCN’s: futebolistas e padres se encontram num Brasil que não conhecemos. Terra Livre, v. 1, n. 13, p. 30-41, 1997. PONTUSCHKA, N. Geografia, representações e escola pública. Terra Livre, v. 1, n. 15, p. 145-154, 2000. | — | ||||||
| 6/10/21 | ![]() Guerras da Ciência [TCC-UnB(2019.2)]#01 | Locução a partir de um resumo de Trabalho de Conclusão de Curso ["As 'Guerras da Ciência' e sua manifestação nos embates acadêmicos da Geografia" - defendido em 11 Dez. 2019] Produtor e Autor : Neandher da Silva Pacífico Galvão (bacharel em Geografia-UnB) | — | ||||||
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