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Gente Investiga #61 | O novo mapa da mídia
Dec 23, 2025
20m 25s
Gente Investiga #60 | O que é sucesso hoje?
Dec 22, 2025
20m 35s
Gente Conversa #62 | Lazer em Crise
Dec 8, 2025
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Gente Conversa #61 | O Brasil no espelho: quem somos e como nos vemos
Nov 25, 2025
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Gente Investiga #59 | A cultura da Conveniência
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| 12/23/25 | ![]() Gente Investiga #61 | O novo mapa da mídia✨ | media landscapecontent consumption+3 | Talita MoraesMarcelo Pacheco | GloboEletromídia | — | mediacontent consumption+3 | — | 20m 25s | |
| 12/22/25 | ![]() Gente Investiga #60 | O que é sucesso hoje? | Fim de ano é tempo de balanço, de elencar o que deu certo — mas, num mundo que muda tão rápido, o que ainda quer dizer ter sucesso? As mudanças no trabalho, na saúde, nas relações e nos nossos próprios limites vão apertando um certo descompasso: a versão antiga de sucesso continua circulando, mas a nossa vida real não cabe mais nela. Nesse cenário, começam a surgir outras medidas de realização: o tempo livre, a presença, o bem-estar, a possibilidade de fazer o que importa. E se estamos redesenhando o que é viver bem, as marcas também precisam redesenhar como se conectam com esse novo mundo. Túlio Custódio investiga esse momento de virada: o que significa ter sucesso agora? O que o Brasil está chamando de realização? E conta com André Carvalhal - pensador de comportamento, autor de Como salvar o futuro, Viva o fim e do recém-lançado A Alegria em Ficar de Fora. | 20m 35s | ||||||
| 12/8/25 | ![]() Gente Conversa #62 | Lazer em Crise | O tempo livre — aquele intervalo que deveria servir pra respirar, se reconectar, criar — está em crise. Nunca tivemos tantas opções de entretenimento, tantas telas, tantos estímulos… e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão cansados. A tecnologia jurou devolver tempo à nossa vida. Automatizou tarefas, encurtou caminhos, tirou fricção do cotidiano. Mas, na outra ponta, colonizou a nossa atenção. Feeds infinitos, notificações, métricas de engajamento: o descanso virou conteúdo, a pausa virou produto. O ócio, que já foi espaço de imaginação, passou a exigir justificativa. O lazer passou a carregar o peso da produtividade. A gente “desliga” vendo vídeo curto, mas volta mais cansado. Busca prazer rápido, mas encontra ansiedade e alerta permanente. E quando o trabalho se espalha por toda a cidade — e para dentro do celular —, a fronteira entre expediente e descanso some. No fundo, o que está em jogo não é só organizar a agenda — é disputar o sentido do nosso tempo. Se as máquinas prometem liberar horas, quem decide o que fazer com elas? Vamos ocupar esse tempo com distração passiva… ou com experiências que realmente nos envolvam, nos desafiem, nos façam bem? Porque nem todo lazer é igual: há o que entorpece — e há o que nos coloca em estado de fluxo, presença e encantamento. Praças, festas, rodas de música, esportes, encontros — existe um lazer coletivo, sensorial, de corpo inteiro, que insiste em existir fora das telas. Mas ele convive com desigualdades antigas e novas: renda, gênero, jornada, acesso à cidade, qualidade do tempo. Ju Wallauer conversa sobre a crise do lazer — para, quem sabe, reencontrar o ócio que regenera e o prazer que não cobra performance. Convidados Angela Brêtas: especialista em estudos de lazer, atual Ouvidora da Mulher da UFRJ e criadora do podcast Papo de Lazer com Angela Brêtas Christian Rôças, Crocas: especialista em economia criativa, CEO da Flint.me. Ricardo Laganaro: cineasta e diretor de realidade virtual, CCO da Árvore Imersiva. | 59m 49s | ||||||
| 11/25/25 | ![]() Gente Conversa #61 | O Brasil no espelho: quem somos e como nos vemos | O Brasil às vezes parece muitos países dentro de um só: Um lugar onde a fé e a esperança convivem com o cansaço e a desconfiança. Onde a família é o centro de tudo, mas a rotina aperta e a vida exige malabarismo. Um país em que, mesmo diante das dificuldades, a maioria das pessoas acredita em dias melhores — e mais de oitenta por cento têm orgulho de ser brasileiras. Esses são alguns dos achados do estudo O Brasil no Espelho — uma pesquisa feita pela Globo em parceria com a Quaest para descobrir o que realmente move os brasileiros, o que os preocupa, o que dá sentido à vida e o que ainda os faz acreditar no futuro. O que esse retrato mostra é um país cheio de contrastes. Um país de fé, mas também de dúvida. De otimismo, mas também de desconfiança. De tradição e de mudança. Ju Wallauer conversa sobre o que esse espelho revela: como o Brasil se enxerga, o que está mudando na forma como vivemos e nos relacionamos, e o que tudo isso significa pra quem quer falar — de verdade — com as pessoas que vivem aqui. Porque entender o Brasil é, antes de tudo, um exercício de escuta. E talvez esse espelho esteja mostrando justamente isso: que para se conectar com o brasileiro, é preciso olhar pra ele de perto — sem filtros, sem clichês, e com um pouco mais de empatia. Convidados Suzana Pamplona: diretora de pesquisa & conhecimento da Globo. Felipe Nunes: cientista político e CEO da Quaest. Ana Paula Passarelli (Passa): especialista em creator economy, co-fundadora da Brunch e VP de Creator Economy da Diana. | 54m 04s | ||||||
| 11/13/25 | ![]() Gente Investiga #59 | A cultura da Conveniência | No mundo digital, a gente se acostumou com o fácil. Pedir comida, resolver documento, pagar conta, falar com os amigos — tudo cabe num toque. A conveniência virou parte da nossa rotina e, de certa forma, uma conquista: ela abriu portas, economizou tempo, e colocou muita gente no mapa digital. Mas esse “pra já” também mudou a nossa relação com o tempo, com o consumo e com o outro. O que era conforto virou expectativa – e o que era solução, o que deveria ser apenas uma conveniência, começa a trazer novos desafios. O mundo que promete facilidade, mas também cobra pressa. Túlio Custódio investiga como a cultura da conveniência está transformando o jeito de viver e de conviver no Brasil digital e para isso, conta Fabro Steibel, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio. | 20m 03s | ||||||
| 10/28/25 | ![]() Gente Conversa #60 | Está na moda ser latino | A cultura latina nunca esteve tão em evidência. Antes era vista como uma expressão periférica, a latinidade hoje inspira o mainstream global, da música à publicidade. Nos últimos anos, vimos artistas latinos dominarem o topo dos charts globais e a estética latina se transformar em referência de moda e linguagem. O reggaeton, os corridos mexicanos e o funk brasileiro se misturam e se reinventam, conquistando públicos que antes pareciam distantes. E, em paralelo, marcas passaram a olhar para a latinidade como um ativo cultural poderoso, capaz de criar conexão. Mas esse fenômeno não surgiu do nada. Ele é resultado de uma longa história de mistura, resistência e criatividade. A latinidade é plural, híbrida, feita de contradições: é o borogodó, a ginga, o improviso, mas também é memória histórica, atravessada por colonização, desigualdades e pela luta por reconhecimento. Por isso, falar de latinidade hoje é também falar de como equilibrar autenticidade e tendência, potência cultural e apropriação. Nesse episódio, vamos mergulhar nesse momento em que ser latino virou moda — mas é muito mais do que isso. Vamos entender como a Geração Z impulsiona esse movimento através do streaming e das redes sociais, como artistas brasileiros e internacionais estão construindo novas pontes culturais, como o jornalismo ajuda a ampliar o olhar para além das fronteiras, e como marcas podem se conectar a essa energia de um jeito verdadeiro. Juliana Wallauer conversar sobre a força da latinidade com Mariana Madjarof, fundadora e CEO da Access Mídia, agência de marketing e relações públicas para artistas. Fez projetos com Mon Laferte, Karol G, Bad Bunny e outros; Lucas Berti, jornalista, fundador da newsletter Giro Latino, veículo jornalístico independente especializado na cobertura de América Latina, de política a cultura; Emely Jensen, sócia e diretora de curadoria da Bananas Music, uma agência de "music branding", estratégia e experiências musicais para grandes marcas. | 47m 30s | ||||||
| 10/14/25 | ![]() Gente Investiga #58 | O futuro da Amazônia Legal | A Amazônia é um território de contrastes. É floresta — e é cidade. É o maior reservatório de água do planeta — e ao mesmo tempo uma região onde milhões vivem sem infraestrutura básica. E é uma potência de biodiversidade — mas também de desafios sociais. Em 2025, a Amazônia recebe pela primeira vez uma conferência climática da ONU, a COP30. Com líderes do mundo todo reunidos em Belém, a floresta deixa de ser apenas um símbolo para virar o centro do debate global. O mundo olha para a floresta. E também para quem vive nela. É o momento de entender melhor o papel que a Amazônia terá nos próximos anos: como fonte de desenvolvimento responsável, de negócios inovadores e de novas histórias que precisam ser contadas. | 20m 37s | ||||||
| 9/30/25 | ![]() Gente Conversa #59 - Publicidade na era dos memes | Hoje, as conversas acontecem no tempo do deslize da tela, do refresh. Um comentário vira piada, a piada vira imagem, a imagem vira bordão — e, quando a gente pisca, já tem marca tentando transformar tudo isso em campanha. Com os brasileiros passando em média 3 horas e 41 minutos diários nas redes sociais, o marketing em tempo real se tornou uma ferramenta muito útil para as empresas. Uma tentativa de mostrar que a marca está ligada, que entendeu o momento, que sabe brincar — ou, pelo menos, que quer tentar. Mas entre a agilidade e o atropelo, tem uma linha tênue. Porque uma resposta rápida pode gerar identificação… ou virar crise. E o meme certo na hora certa pode ser genial — mas fora de contexto, vira ruído. A gente vive uma era em que a cultura digital não está só nas redes: ela está na linguagem, no humor, nas campanhas, no jeito como a gente se expressa. E entender esse movimento é mais do que acompanhar tendências. Afinal, o que é preciso para se comunicar com naturalidade na lógica acelerada da internet? Qual é o limite entre se jogar na conversa e se perder nela? E será que toda marca precisa mesmo falar sobre tudo o tempo todo? Ju Wallauer reuniu para esse papo pessoas que vivem dentro da linguagem acelerada da internet. A conversa começa agora. Convidados Bia Granja: especialista em influência e creator economy Chico Barney: criador e comentarista da internet e de TV. Ana Gabriela Lopes: CMO do iFood | 57m 13s | ||||||
| 9/16/25 | ![]() Gente Investiga #57 | Festas populares brasileiras | No Brasil, fé e festa caminham juntas. Estão nas ruas, nas praças, nos terreiros, nas igrejas, nos botequins. Se misturam com a comida, com a música, com a dança — e fazem parte do jeito brasileiro de viver o sagrado. São celebrações que vão muito além do calendário religioso. Elas conectam comunidades, transmitem saberes, mobilizam territórios — e dão forma a uma cultura popular viva, afetiva e inventiva. E a força das festas populares não para por aí: elas também impactam o comportamento do consumidor — e todo um ecossistema de mercado. Elas movimentam economias locais e afetivas, criam estéticas, geram pertencimento. Nesse cenário, como marcas e empresas podem se conectar de forma autêntica a essas manifestações — respeitando seus ritmos, suas raízes, seus sentidos? Túlio Custódio investiga o que as festas populares revelam sobre o brasil — e como elas se tornaram um território essencial para quem quer entender cultura, consumo e comunicação. E para essa investigação, chama Luiz Antônio Simas, historiador, professor, escritor e compositor e palestrante. | 20m 57s | ||||||
| 9/2/25 | ![]() Gente Conversa #58 | Brasil, potência criativa global | O Brasil sempre teve orgulho de dizer que é criativo. Gostamos de dizer que sabemos improvisar, misturar, dar aquele jeitinho para transformar dificuldades em soluções e beleza. Isso aparece na música, na moda, na gastronomia, no nosso jeito de contar histórias, no nosso jeito de viver. Neste ano, veio outro reconhecimento: o Brasil foi eleito o país mais criativo do mundo no maior festival de criatividade do planeta, o Cannes Lions. É um título importante, claro, mas também levanta várias perguntas. O que significa, de verdade, ser a maior potência criativa global? Esse talento vem do nosso DNA cultural, vem da diversidade, vem da resiliência — ou vem da necessidade de sobreviver? E mais: como a gente transforma esse potencial em estratégia para as marcas, para a cultura e para a sociedade? Hoje, vamos mergulhar nessas camadas todas que moldam a criatividade brasileira. Entender como ela virou referência, como pode ajudar a transformar a realidade, e o que podemos aprender — e ensinar — a partir de agora, quando o mundo todo está nos observando. Vamos falar de mistura, de afeto, de coragem, de oportunidades. E também refletir se estamos prontos para transformar essa energia criativa em impacto real, que nos ajude a construir um país mais inovador e mais plural. Ju Wallauer juntou pessoas incríveis para conversar sobre a força, os desafios e os caminhos da criatividade brasileira. Bora lá? Convidados: Renata Bokel CEO da WMcCann, entrou na lista das 500 mulheres mais influentes da América Latina em 2024. Michel Alcoforado Doutor em antropologia social, palestrante, host do podcast É tudo culpa da cultura. MM Izidoro Produtor, roteirista e diretor de filmes. Escreve sobre a cultura brasileira em sua coluna no UOL. | 1h 00m 02s | ||||||
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| 8/22/25 | ![]() Gente Investiga #56 | A DTV+ e o futuro da TV aberta | Uma nova televisão está chegando. E junto com ela, uma nova forma de consumir conteúdo — e de fazer negócio. A DTV+ tem previsão de estar disponível comercialmente para o público a partir da copa do mundo de 2026 Não vai ser uma mudança obrigatória, como foi a migração da tv analógica para a digital. Mas as emissoras já estão se movimentando. Em jogo, está muito mais do que qualidade de imagem em 8k ou som de cinema. A DTV+ vai inserir a relevância da tv aberta no mundo digital, em um cenário de consumo conectado e fragmentado. A promessa é trazer para a tv aberta uma navegação mais interativa, personalizada — e mais acessível para anunciantes de todos os tamanhos. Mas a tv do futuro não é apenas uma tv conectada no wi-fi. Através de novos aparelhos de televisores com o suporte tecnológico da DTV+ nativo ou conversores externos acoplados nos modelos de tv atuais, será possível comprar um produto direto do anúncio, votar em enquetes ou escolher o ângulo de um jogo de futebol — tudo em tempo real. Túlio Custódio conversa com Raymundo Barros, diretor de tecnologia da Globo, e investiga o que muda com a chegada da DTV+ — e o que isso significa para o futuro da publicidade, do conteúdo e do consumo no Brasil. | 17m 46s | ||||||
| 8/9/25 | ![]() Gente Conversa #57 | Inovar para quem? Ética e inclusão na era da IA | O futuro está sempre chegando — e, às vezes, ele chega sem bater na porta. De repente, ele já está no seu bolso, no seu histórico de pesquisa, nas câmeras da rua, no caixa do supermercado, no app que recomenda, decide, automatiza. O futuro está aqui. E a pergunta é: ele está do nosso lado? Toda vez que uma nova tecnologia avança, ela carrega consigo uma promessa de progresso — e um pacote de dilemas. A inteligência artificial, a automação e a biotecnologia estão abrindo caminhos que pareciam ficção científica até outro dia. Mas junto com esses caminhos, vêm perguntas urgentes: Quem está sendo incluído nesse futuro? Quem está sendo deixado para trás? Como garantir que a inovação não vá aprofundar desigualdades? Num mundo em que decisões automatizadas definem vagas de emprego, sentenças judiciais, tratamentos médicos e até políticas públicas, deixar a ética para depois não é mais uma opção. A ética precisa estar no começo do código, na estratégia do negócio, no design do produto e na cabeça de quem lidera. Neste episódio, a gente se debruça sobre o tema que vai guiar o Rio Innovation Week em 2025: “Um olhar através da ética. Como a inteligência artificial, a automação e a biotecnologia podem ser aliadas da inclusão?” Vamos falar sobre o papel dos líderes do agora na construção de um amanhã mais consciente, diverso e responsável. Sobre o que está em jogo quando a gente fala de inovação. E sobre como é possível, sim, usar a tecnologia como ferramenta de cuidado, inclusão e transformação. Juliana Wallauer conversa sobre ética e tecnologia com Ben Hur Correia, repórter do Grupo Globo e pesquisador de IA, Nina Da Hora, cientista de computação e pesquisadora brasileira, e Fábio Queiroz, CEO da Rio Innovation Week | 45m 28s | ||||||
| 7/21/25 | ![]() Gente Investiga #55 | O que é ser adulto hoje? | Durante muito tempo, ser adulto foi seguir um roteiro conhecido: sair da casa dos pais, casar, ter filhos, conquistar estabilidade no trabalho, comprar um imóvel. A vida adulta era uma etapa bem definida — e, muitas vezes, inevitável. Mas esse roteiro começou a falhar. Hoje, as pessoas entram na vida adulta carregando dúvidas, recomeços, pressões e redefinições. A idade já não diz tanto. Tem quem chegue aos 30 dividindo apartamento, tem quem chegue aos 60 começando uma nova carreira, tem quem adie filhos — ou escolha não ter —, quem repense o próprio corpo, quem substitua a lista de metas por um pedido de terapia. O que antes era visto como um ponto de chegada virou um campo de negociação permanente. As gerações mais jovens parecem viver esse impasse com mais intensidade: querem controle, mas enfrentam incertezas. Querem independência, mas herdaram instabilidades. Mas não são só os mais jovens que estão reinventando a adultez. As gerações mais velhas também estão em movimento. Pessoas de 50, 60, 70 anos estão recusando o papel de “encerramento”. Querem continuar protagonistas, querem mais tempo pra si. A verdade é que a adultez, hoje, parece ter perdido os contornos definidos… e ganhado uma nova complexidade. Talvez a pergunta não seja mais quando a gente se torna adulto — mas o que significa ser adulto agora. Túlio Custódio vai investigar, junto com Marina Roale - Head de Insights no Grupo Consumoteca - como a vida adulta está sendo transformada — por quem ainda está entrando nela, e por quem já está vivendo esse capítulo há muito tempo. | 18m 05s | ||||||
| 7/10/25 | ![]() Gente Conversa #56 | Solidão conectada: por que nos sentimos sozinhos mesmo juntos? | A solidão deixou de ser um sentimento privado para se tornar um problema público. Nos últimos anos, esse fenômeno passou a ser reconhecido por autoridades de saúde ao redor do mundo, incluindo a Organização Mundial da Saúde, que hoje trata a solidão como prioridade. A falta de vínculos sociais têm impactos profundos: aumenta o risco de doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade, diminui a expectativa de vida e reduz a sensação de propósito — tanto em indivíduos quanto em comunidades. Mas o que está por trás desse cenário? Vivemos em tempos de hiperconexão, mas também de hiperindividualismo. As interações aumentaram, mas os vínculos nem sempre acompanham esse ritmo. Estamos cercados de contatos, notificações e convites para pertencer — mas, muitas vezes, seguimos nos sentindo sozinhos. No South by Southwest deste ano, a pesquisadora Kasley Killam chamou atenção para um conceito que deve ganhar espaço nos próximos anos: social health, ou saúde social. Segundo ela, a saúde social é a nossa capacidade de construir e manter relações significativas. É um aspecto fundamental do bem-estar, tão importante quanto saúde física ou mental. E isso vale também para empresas, produtos e campanhas: não dá mais pra pensar em cultura de marca ou de consumo sem falar em vínculos reais. Juliana Wallauer conversa sobre o que está por trás da solidão que sentimos — e sobre o que podemos fazer, juntos, para reconstruir espaços de escuta, cuidado e convivência real. Para isso, juntou um time de peso: Ana Suy, psicanalista, escritora e doutora, Carol Romano, consultora com foco em "innovation growth & wellbeing culture" e Thelma Assis, médica, apresentadora do Bem Estar, da Globo, e influenciadora digital. Vem para esse papo com a gente! | 1h 08m 16s | ||||||
| 7/1/25 | ![]() Gente Conversa #55 | Brain rot e o trabalho | O fenômeno do brain rot tem ganhado destaque nas discussões sobre saúde mental e produtividade. O termo — que pode ser traduzido como 'apodrecimento cerebral' — descreve a deterioração do estado mental causada pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade e foi eleito como a palavra do ano pelo Dicionário Oxford em 2024. Em um mundo cada vez mais hiper conectado, somos bombardeados o tempo todo por informações superficiais, notificações incessantes e estímulos digitais que, embora pareçam inofensivos, vão, aos poucos, comprometendo a nossa capacidade de concentração, criatividade e bem-estar geral. No ambiente de trabalho, isso se traduz em desafios muito concretos: dificuldade de foco, queda na produtividade, aumento do estresse e, muitas vezes, também problemas físicos, como insônia, dores musculares e ansiedade. Não é por menos que a cultura da 'hiper-disponibilidade' — aquela ideia de estar sempre online e pronto para responder — e o hábito da multitarefa, que até pouco tempo atrás eram vistos como grandes virtudes profissionais, hoje já são questionados pelos danos que podem causar à nossa saúde mental. Neste episódio, a gente vai mergulhar nesse tema para entender como o brain rot impacta o desempenho no trabalho e o que empresas e profissionais podem fazer para mitigar esses efeitos no dia a dia. Ju Wallauer reuniu um time incrível para a gente conversar sobre um assunto que, literalmente, está mexendo com a nossa cabeça. Pedro Shiozawa, médico especialista em saúde e trabalho, cientista-chefe na Great People Mental Health, consultoria especializada em Saúde Mental no ambiente corporativo que se apoia em ciência e Inteligência Artificial para ajudar empresas a promover uma cultura de bem-estar. Martha Gabriel, escritora e palestrante sobre transformação digital e inteligência artificial no ambiente de trabalho. Daniela Diniz, diretora de conteúdo do Great Place to Work Brasil. Vamos nessa? | 50m 41s | ||||||
| 6/18/25 | ![]() Gente Investiga #54 | O Brasil nas redes sociais | As redes sociais são espaços muito presentes na vida dos brasileiros. Elas moldam conversas, influenciam comportamentos, criam tendências e impactam diretamente a maneira como consumimos, nos informamos e nos relacionamos. Quando surgiram, esses ambientes digitais foram rapidamente associados à ideia de conexão. Conexão entre pessoas, entre interesses, entre marcas e consumidores. Essa relação ganhou contornos mais complexos nos últimos anos. As redes se tornaram espaços de entretenimento, de trabalho, de compra, de ativismo, de busca por pertencimento — e também de sobrecarga, cansaço e questionamentos. A pesquisa "Sem filtro: as redes sociais no Brasil", realizada pela Globo, traz uma fotografia atualizada desse cenário. O estudo mergulha nas dinâmicas que vêm transformando o papel das redes na vida das pessoas — e, também, na atuação das marcas. Os dados confirmam: o brasileiro é heavy user. Quase 100% dos usuários acessam redes sociais pelo menos quatro vezes por semana. Mas isso não significa que todos usem da mesma forma, nem com os mesmos objetivos. A reflexão sobre essa presença massiva também cresce. O uso excessivo, o impacto na saúde mental, o quanto nos deixamos influenciar: tudo isso faz parte do debate sobre redes. Tulio Custódio investiga como as redes estão moldando comportamentos no Brasil. Falar sobre os influenciadores, sobre o crescimento de compras diretamente pelas plataformas — e busca entender que futuro se desenha nesse cenário, onde o digital e o físico estão cada vez mais entrelaçados. Para essa investigação, conta com Monica Ferreira, analista de Industry Insights na área de Sales Excellence da Globo, e Rodrigo Santos, head de Industry Insights na área de Sales Excellence da Globo. Vem com a gente! | 18m 09s | ||||||
| 5/14/25 | ![]() Gente Conversa #54 | O poder da atenção | Somos impactados por milhares de mensagens publicitárias todos os dias. Mas quantas delas realmente captam nossa atenção? Quantas ficam na nossa memória? Quantas influenciam uma decisão de compra? A publicidade sempre buscou atingir o maior número de pessoas possível, mas o que realmente importa já não é mais quantos viram um anúncio, mas sim quantas pessoas realmente prestaram atenção nele. Nosso cérebro está constantemente filtrando informações e escolhendo onde focar. Mas o que faz um anúncio capturar a atenção? O que diferencia um comercial que engaja e gera lembrança de um que passa despercebido? E, em tempos de TV, streaming, redes sociais e inteligência artificial, onde a atenção do consumidor está concentrada? Ju Wallauer vai mergulhar na ciência da atenção e explorar o impacto da TV, o papel do storytelling e as estratégias das agências para criar campanhas memoráveis e eficazes. Também vai olhar para o futuro e entender como a personalização extrema e as novas tecnologias podem transformar a forma como interagimos com a publicidade. Para isso, juntou um time que entende profundamente desse tema e vai nos ajudar a responder uma grande questão: como captar a atenção do consumidor em um mundo saturado de estímulos? Convidados Billy Nascimento: CEO da Forebrain, especialista em neurociência do consumidor, responsável pelo estudo que inspirou o episódio. Marília Câmara: especialista em consumo e insights de mercado da Globo. Luciano Faustino - CMO e Sócio da Genial Investimentos | 1h 03m 40s | ||||||
| 4/30/25 | ![]() Gente Investiga #53 | O que marcas e consumidores precisam saber sobre as tendências 2025 | O Brasil é um país que segue se transformando em ritmo acelerado. Nossa população está envelhecendo cada vez mais rápido, a economia cresce de forma desigual e os consumidores se reinventam todos os dias para lidar com novos desafios. Ao tentar fazer um retrato de nossa realidade, o que vemos é, por um lado, mais pessoas vivendo em favelas, mais jovens fora da escola, mais trabalhadores buscando equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Por outro lado, a cultura popular pulsa forte nas redes, nas ruas e nos novos formatos de mídia. Nesse cenário de grandes mudanças, as marcas se deparam com um país que não aceita mais velhas fórmulas. É nesse Brasil dinâmico, diverso e desafiador que as tendências para 2025 começam a ganhar forma. Túlio Custódio mergulha no estudo "Tendências 2025", elaborado pela área de Inteligência de Mercado da Globo em parceria com a Oxygen. E chama para a conversa, Andrea Janér, fundadora e CEO da Oxygen e Tatiana Giovani, publicitária que atua na área de insights de mídia e mercado da Globo. Esse retrato combina dados, comportamentos e sentimentos para nos ajudar a entender o que está por vir, e o que já está acontecendo agora, diante dos nossos olhos. | 17m 24s | ||||||
| 12/17/24 | ![]() Gente Investiga #52 | O Status das nossas relações na era digital | Nossas relações estão mudando. Muito. E rápido. Com as redes sociais e a tecnologia, pode parecer que estamos mais conectados do que nunca. Afinal, podemos mandar uma mensagem para um amigo, familiar ou parceiro em segundos, ouvir sua voz com apenas um clique, ou até mesmo ver o que ele está fazendo em tempo real. Mas, ao mesmo tempo, muitos de nós estamos sentindo que falta algo. A solidão e a desconexão emocional são sentimentos comuns, mesmo quando estamos cercados de pessoas no mundo digital. Porque curtidas, emojis e mensagens de áudio podem ser úteis, mas não carregam a mesma força de uma conversa olho no olho. E há outros fatores complicando as relações, sejam elas românticas ou de amizade. No meio dessa revolução, uma coisa está clara: para o bem e para o mal, estamos passando por uma grande mudança no jeito de nos relacionarmos. Eu sou túlio custódio, e hoje, vamos falar sobre o status das nossas relações na era digital. E vamos investigar essas questões juntos! Túlio Custódio conversa com Carol Tilkian, psicanalista, pesquisadora de amor e relacionamentos, fundadora do podcast e do canal Amores Possíveis, colunista da Folha, da rádio CBN, do Mina Bem-Estar, da Glamour e professora da Casa do Saber, e com Mariana Zanatta, curadora de conhecimento na Inesplorato. | 20m 07s | ||||||
| 12/3/24 | ![]() Gente Conversa #53 | O nordeste é pop | O Nordeste brasileiro tem se destacado nas produções audiovisuais nacionais. Novelas como "No Rancho Fundo", a série "Cangaço Novo" e o esperado "Auto da Compadecida 2" são exemplos de como a cultura e as histórias da região estão no centro das atenções. O sucesso dessas narrativas não é só uma celebração do Nordeste, mas também uma mudança na forma como a cultura regional é vista e consumida, tanto no Brasil quanto no exterior. A pesquisa Ginga Pop, da Globo, mostra que, nos últimos anos, há uma crescente valorização das produções que têm o território como elemento central. O estudo, disponível aqui na plataforma Gente, revela o interesse nas histórias que destacam o que torna cada região única. E o Nordeste, com suas cores, sons, sabores e histórias, se destaca nesse movimento. Ju Wallauer hoje discute o sucesso dessas produções audiovisuais que não apenas celebram a região, mas também dão visibilidade a um lugar que foi historicamente sub-representado no audiovisual brasileiro. E pra somar nesse papo estão Thardelly Lima, ator paraibano, conhecido pela atuação no filme "Bacurau" e nas novelas "Mar do Sertão" e "No Rancho Fundo"; Max Petterson, ator e criador digital cearense, atuou nas séries "O Cangaceiro do Futuro" e "Cine Holliúdy", e Déo Cardoso, diretor e roteirista cearense, estreou com "Cabeça de Nêgo", em 2021, que ganhou prêmios no Brasil e no exterior. | 47m 47s | ||||||
| 11/19/24 | ![]() Gente Investiga #51 | Consumo musical no Brasil | Ouvir música é muito mais do que criar uma trilha sonora pra vida. Claro que ouvir faz parte do cotidiano e nos acompanha nas nossas rotinas. Mas a música também aproxima pessoas. E nos conecta com a nossa essência. Afinal, gêneros como sertanejo, gospel, funk e arrocha refletem a diversidade da identidade brasileira. Também existe muita diversidade nas formas e nos momentos de ouvir música. Nos fones de ouvido no caminho pro trabalho; as caixas sonoras que embalam as tarefas domésticas; ou no show que reúne os amigos envolta… da tv da sala de casa. Com a popularização das plataformas digitais e redes sociais, cada faixa encontra seu público de maneira precisa, ganhando espaço até mesmo nos nichos mais específicos. E a televisão segue como uma grande aliada na descoberta musical, criando uma conexão que vai além do som. Túlio Custódio mergulha no universo do consumo musical no brasil para entender o que torna essa relação tão única e presente nas nossas vidas. E fazem parte desta conversa Juliana Costantini, Gerente de Conteúdo Musical de Produtos Digitais da Globo e Mariana Zanatta, curadora de conhecimento na Inesplorato. | 20m 38s | ||||||
| 11/5/24 | ![]() Gente Conversa #52| A força da periferia | Quando a gente fala de periferia, é comum que as conversas sejam marcadas por estereótipos negativos ou pelo olhar da compaixão. A periferia é frequentemente retratada como um lugar à margem, esquecido pelo governo e pelo mercado. Outras vezes, é vista como o epicentro de problemas sociais. Mas há uma verdade poderosa que pode passar despercebida. A periferia é um lugar de força, potência e resistência. Ela é o lar de uma parcela significativa da população brasileira. E, mais do que isso, é um berço de inovação. É de lá que saem algumas das ideias mais criativas e transformadoras do Brasil – seja no campo da economia, da cultura ou da política. Essas soluções nascem movidas pela urgência da realidade, mas também pela riqueza da diversidade e pela inteligência coletiva que floresce no cotidiano. No campo cultural, as periferias brasileiras são verdadeiros laboratórios de arte e expressão. Elas abrigam movimentos que reinventam estéticas, rompem barreiras e influenciam a música, o cinema, a literatura e as artes visuais. Na economia, são berços de empreendedorismo criativo, onde novos modelos de negócios surgem, gerando riqueza e distribuindo oportunidades. E, politicamente, são o palco de movimentos sociais que buscam reconfigurar o espaço de poder, promovendo inclusão e luta por direitos. Ju Wallauer explorar as forças criativas que emergem da periferia e que reverberam pelo país, transformando o Brasil. E para issos, conversa com Katia Ramalho Gomes, analista de programas e projetos da Fundação Tide Setubal. É responsável pela estruturação e gestão do monitoramento de resultados das ações de fomento na instituição; Bruno Desidério, líder social do programa Favela 3D para a Gerando Falcões. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória no terceiro setor criando a primeira oficina de futebol da ONG e Leo Suricate, músico, influenciador digital, produtor audiovisual e articulador cultural. Conduziu a tocha olímpica representando o Ceará e co-criou a Vetinflix que faz filmes, séries e clipes para a internet. | 52m 32s | ||||||
| 10/21/24 | ![]() Gente Investiga #50 | Produtividade, Pra Que Te Quero | A gente vive numa era onde a produtividade é celebrada como uma grande meta. Ser produtivo é uma grande virtude. Frases como "trabalhe enquanto eles dormem" ecoam em discursos motivacionais e nas redes sociais, criando uma cultura que glorifica o esforço constante e a performance ininterrupta. Isso se intensificou ainda mais com transformações recentes no ambiente de trabalho. A introdução do home office e a flexibilidade de horários, por exemplo, que inicialmente prometiam maior equilíbrio, acabaram misturando ainda mais as fronteiras entre vida pessoal e profissional. Em vez de trabalhar menos, muitos estão trabalhando mais, sempre conectados, sempre disponíveis. Estar sempre ocupado e produzindo cada vez mais se tornou o padrão no trabalho… E acabou transbordando pra vida pessoal. Nosso tempo "livre" está sendo ocupado cada vez mais com tarefas, cursos e outras atividades "úteis". E, nos breves e raros momentos de lazer e descanso, acabamos nos sentindo culpados por estarmos "perdendo tempo". Até que ponto isso é saudável? Túlio Custódio investiga a "produtividade tóxica". E o caminho para um equilíbrio entre a busca por resultados e a necessidade de descanso e desconexão. E convida para enriquecer a conversa, Ediane Ribeiro, psicóloga especializada em traumas, consultora em saúde mental, emoções e comportamento. | 19m 08s | ||||||
| 10/4/24 | ![]() Gente Conversa #51| Marcas em evolução. | O branding é a essência de uma marca. É o que diferencia uma empresa no mercado, constrói confiança e cria uma conexão emocional com o público. Nessa jornada, a psicologia desempenha um papel crucial. Por isso, é essencial entender profundamente o público-alvo e o que ele espera de uma marca. Mas a emoção não é o único fator a ser considerado. Dados e métricas também são vitais, oferecendo insights sobre o que está funcionando – e também sobre o que não está funcionando. E, mesmo pras marcas mais consolidadas, sempre chega a hora de se renovar, chega a hora do rebranding. Esse é um processo delicado, que exige equilibrar a evolução da marca com a preservação de sua essência. Só que falar sobre a teoria do branding é fácil. O ideal é saber a hora de aplicar isso no mundo real, onde a comunicação das empresas está cada vez mais próxima das pessoas e onde a mudança é permanente. A apresentadora Ju Wallauer promoveu o debate sobre o papel do branding no mundo moderno, com insights valiosos de quem está na vanguarda dessa transformação – seja pensando em propósito, seja pensando em métricas. Participaram da conversa Andréa Tuttman, diretora de marketing da Globo, responsável pelos canais GloboNews, Multishow, Bis, GNT, Gloob, Viva e modo viagem, Guta Tolmasquim, fundadora e CEO da Purple Metrics, empresa pioneira em mensuração de branding com o uso de ciência de dados e André Scaciota, superintendente de marketing & mídia do Itaú Unibanco. | 52m 41s | ||||||
| 9/16/24 | ![]() Gente Investiga #49 | O brasileiro e o esporte | O Brasil adora assistir esportes. E, nesse quesito, o futebol ganha de lavada. Segundo uma pesquisa do Google em parceria com a Sports Track, futebol é a escolha de 70% dos brasileiros. O vôlei chega em segundo, com 40% das pessoas dizendo acompanhar o jogo. Mas, na hora de praticar esporte, a disputa fica mais acirrada. De acordo com a mesma pesquisa, mais da metade dos brasileiros afirma que pratica exercícios nas horas vagas. Entre os principais motivadores estão a saúde e o bem-estar. E aí… Só 29% dizem praticar futebol, o segundo colocado. Quem chega de mansinho, mas em primeiro lugar, é a caminhada, com 30%. Outros 23% dos entrevistados apostam na corrida como principal esporte. E a lista continua com musculação, com 15%, e ciclismo, com 11%. E se dois terços deles estão em busca de melhorar suas performances, 42% dizem consumir vídeos sobre exercício físico para descobrir quais os melhores treinos, equipamentos e rotas. Túlio Custódio e Graciela Kumruian, CEO da Netshoes, vão olhar pros motivos que levam os brasileiros a se exercitarem – ou não – e como isso se traduz em consumo de produtos e conteúdos. | 17m 18s | ||||||
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