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Democracia sob cerco | 6# América Latina, com María Julia Gimenez
Jun 11, 2026
1h 19m 51s
Democracia sob cerco | #5 Fundamentalismo cristão e a articulação internacional da extrema direita, com Andrea Dip
Jun 5, 2026
59m 05s
Democracia sob cerco | #4 Gênero e raça na reprodução capitalista, com Rhaysa Ruas
May 28, 2026
1h 20m 43s
Democracia sob cerco | #3 Ultradireitas, com Jorge Chaloub
May 21, 2026
1h 23m 49s
Democracia sob cerco | #2 Extrema direita e neocolonialismo, com Monica Bruckmann
May 14, 2026
1h 05m 10s
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6/11/26 | ![]() Democracia sob cerco | 6# América Latina, com María Julia Gimenez✨ | democracyauthoritarianism+4 | María Julia Gimenez | Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)+2 | — | democracyauthoritarianism+6 | — | 1h 19m 51s | |
| 6/5/26 | ![]() Democracia sob cerco | #5 Fundamentalismo cristão e a articulação internacional da extrema direita, com Andrea Dip✨ | extreme rightChristian fundamentalism+3 | Andrea Dip | Fundação Rosa LuxemburgoResearch Against Global Authoritarianism (ReGA)+4 | AlemanhaBrasil+1 | extreme rightChristian fundamentalism+3 | — | 59m 05s | |
| 5/28/26 | ![]() Democracia sob cerco | #4 Gênero e raça na reprodução capitalista, com Rhaysa Ruas✨ | democracyextreme right+4 | Rhaysa Ruas | Fundação Rosa LuxemburgoUerj+3 | — | democracyextreme right+6 | — | 1h 20m 43s | |
| 5/21/26 | ![]() Democracia sob cerco | #3 Ultradireitas, com Jorge Chaloub✨ | ultradireitaradicalismo+4 | Jorge Chaloub | Universidade Federal de Juiz de ForaUniversidade Federal do Rio de Janeiro+2 | — | ultradireitaradicalismo moral+3 | — | 1h 23m 49s | |
| 5/14/26 | ![]() Democracia sob cerco | #2 Extrema direita e neocolonialismo, com Monica Bruckmann✨ | extreme rightneocolonialism+4 | Monica Bruckmann | Universidade Federal do Rio de JaneiroFundação Rosa Luxemburgo | Estados UnidosBrasil+2 | extreme rightneocolonialism+5 | — | 1h 05m 10s | |
| 5/7/26 | ![]() Democracia sob cerco | #1 Fascismos ontem e hoje, com Lincoln Secco✨ | democracyfascism+4 | Lincoln Secco | GuilhotinaLe Monde Diplomatique Brasil+2 | — | democracyfascism+5 | — | 1h 00m 39s | |
| 4/2/26 | ![]() Episódio especial | Politizando o clima: o mecanismo REDD✨ | climate changecarbon credits+3 | Fabrina Furtado | coletânea Politizando o climaRedução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal+10 | Brasil | politicsenvironment+2 | — | 35m 54s | |
| 1/28/26 | ![]() Nega Pataxó: nosso luto é luta | #4 Do corpo da terra✨ | luta indígenajustiça+3 | — | Universidade Federal FluminenseUFF+4 | Brasil | Nega PataxóAssociação Paraguaçu de Mulheres Indígenas+2 | — | 59m 30s | |
| 1/21/26 | ![]() Nega Pataxó: nosso luto é luta | #3 Eu sou Tupinambá guerreira✨ | violência fundiárialuta indígena+2 | Nega Pataxó | Universidade Federal FluminenseUFF+5 | — | Terra Indígena Caramuru-ParaguaçuMarco Temporal+2 | — | 37m 20s | |
| 1/14/26 | ![]() Nega Pataxó: nosso luto é luta | #2 Nosso luto é luta✨ | luta pela terraviolência fundiária+3 | — | UFFGrupo de Ecologias Políticas+5 | — | Nega PataxóTerra Indígena Caramuru-Paraguaçu+3 | — | 35m 55s | |
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| 1/7/26 | ![]() Nega Pataxó: nosso luto é luta | #1 Eu entrego meu peito à lança✨ | violência fundiáriadireitos indígenas+2 | — | Universidade Federal FluminenseUFF+9 | Terra Indígena Caramuru-Paraguaçu | marco temporalTerra Indígena Caramuru-Paraguaçu+2 | — | 35m 56s | |
| 1/5/26 | ![]() Episódio especial | Pelas lentes e vozes dos direitos humanos✨ | direitos humanoscomunidades tradicionais+1 | — | relatório de casos com denúncias e recomendaçõesArticulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil+8 | TocantinsPorto Alegre/RS | Taquaril dos FialhosBacia Hidrográfica do Rio Formoso+3 | — | 35m 35s | |
| 12/10/25 | ![]() Mulheres Negras em Marcha | #3 Resistência e ancestralidade: aquilombar para o bem viver✨ | direitos humanosresistência ancestral+5 | Fran PaulaJoice Paixão | Associação Gris Espaço Solidárioda Rede de Adaptação Climática Antirracista+2 | Pernambuco | II Marcha das Mulheres NegrasArticulação Nacional de Agroecologia+1 | — | 33m 47s | |
| 11/24/25 | ![]() Mulheres Negras em Marcha | #2 O legado da Marcha das Mulheres Negras no Brasil (2015-2025)✨ | Marcha das Mulheres Negraslegado+3 | Naiara LeiteTerlúcia Silva | Odara - Instituto da Mulher NegraAbayomi – Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba+3 | MarchaBrasília | mulheres negrasBrasília+2 | — | 1h 01m 24s | |
| 11/20/25 | ![]() Mulheres Negras em Marcha | #1 As organizações femininas negras no combate aos racismos✨ | mulheres negrasracismo+3 | Socorro GuterresValdecir Nascimento | Marcha das Mulheres NegrasRede de Mulheres Afro Latino+4 | Marcha | Dia da Consciência NegraMarcha das Mulheres Negras+3 | — | 55m 50s | |
| 10/29/25 | ![]() Mulheres do Cerrado | #3 Campo e cidade: diálogos sobre segurança alimentar e agroecologia no Cerrado✨ | segurança alimentaragroecologia+3 | Emília CostaMaria Emília Pacheco | FASEArticulação Nacional de Agroecologia+5 | — | Mulheres do Cerradodiálogos sobre clima+3 | — | 58m 07s | |
| 10/29/24 | ![]() genocídios.BR | #6 Como prevenir, punir e reparar os genocídios no Brasil? | Chegamos ao último episódio desta temporada especial. Ouça o que dizem as vítimas de violências sistemáticas e os especialistas em direitos humanos sobre o debate de prevenção do genocídio, punição de responsáveis e garantia de reparação às vítimas. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção e reportagem são da Rádio Tertúlia. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. Saiba mais: Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem, Edição e Sonorização: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. | — | ||||||
| 9/30/24 | ![]() genocídios.BR | #5 Bruna Benevides: violência e pânico moral na pauta LGBTQIAPN+ | Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira. Nosso país segue como o que mais mata pessoas trans no mundo. Em 2023, 145 pessoas trans foram assassinadas aqui, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra). Um aumento de 10% com relação ao ano anterior. Neste episódio, Bruna Benevides, que é presidenta da Antra, relembrou toda sua história. Ela ficou mais conhecida nacionalmente depois que o seu caso, como pessoa trans e militar da Marinha, ganhou as manchetes dos principais jornais do país, anos atrás. Na ocasião, ela havia sido afastada da ativa das Forças Armadas por “transexualismo”. Bruna ainda não voltou à ativa e o caso segue sem decisão final da justiça. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; e Paulo Mariante, advogado popular e militante do movimento LGBTQIAPN+. >>> Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção e reportagem são da Rádio Tertúlia. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 14 de outubro de 2024. Saiba mais: Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra): https://antrabrasil.org/ Dossiê Assassinatos e Violência contra Travestis e Transsexuais Brasileiras em 2023 (Antra): https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2024/01/dossieantra2024-web.pdf Dossiê de LGBTIfobia Letal (Observatório de Mortes e Violência LGBTI+ no Brasil): https://tinyurl.com/uxe5e8ex Sempreviva Organização Feminista (SOF): https://www.sof.org.br/ Marcha Mundial das Mulheres: https://www.marchamundialdasmulheres.org.br/ Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. | — | ||||||
| 9/16/24 | ![]() genocídios.BR | #4 Maria da Penha: ódio às mulheres e violência de gênero | Maria da Penha é a expressão de um caso emblemático no Brasil e internacionalmente na luta contra a violência contra mulheres. Neste quarto episódio da temporada “genocídios.BR”, ela conversou com a jornalista Beatriz Pasqualino e contou sobre sua vida e os crimes cometidos por ex-maridos, em seus dois casamentos. No último, ela foi vítima de dupla tentativa de feminicídio, nos anos 1980. Violências sistemáticas de gênero são fatores de risco muito presentes na sociedade brasileira e têm impacto direto sobre a vida das mulheres e meninas, em especial negras. Para este episódio, entrevistamos também Maíra Kubík Mano, professora do Departamento de Estudo de Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Sônia Coelho, integrante da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e da coordenação da Marcha Mundial das Mulheres; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; e Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica. >>> Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção e reportagem são da Rádio Tertúlia. Temos como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quinto episódio desta série vai ao ar em 30 de setembro de 2024. Saiba mais: Instituto Maria da Penha: https://www.institutomariadapenha.org.br/ Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha): https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA (Caso Maria da Penha) https://www.cidh.oas.org/annualrep/2000port/12051.htm Publicação “A violência contra mulheres no Brasil nos últimos 5 anos” (Fonte: Instituto Igarapé | 2023): https://igarape.org.br/wp-content/uploads/2023/11/A-violencia-contra-mulheres-no-Brasil-nos-ultimos-cinco-anos.pdf Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. | — | ||||||
| 9/2/24 | ![]() genocídios.BR | #3 Kathlen Romeu: o genocídio negro como “fatalidade” | Kathlen Romeu era designer de interiores, tinha 24 anos, estava grávida do seu primeiro filho. Há três anos, foi visitar a avó numa comunidade do Rio de Janeiro durante a pandemia de Covid-19 e foi assassinada com um tiro de fuzil da Polícia Militar. Esta história está longe de ser um caso isolado. Neste terceiro episódio da temporada “genocídios.BR”, você saberá mais sobre a Kathlen e a luta da família e amigos por justiça, e entender como funciona o genocídio negro praticado no nosso país. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção e reportagem são da Rádio Tertúlia. Para este episódio, entrevistamos Jackelline Oliveira, mãe da Kathlen Romeu; Jurema Weneck, ativista do movimento de mulheres negras e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil; Sandrali de Campos Bueno, psicóloga e ativista antirracista, feminista e de tradição de matriz africana e afrodiaspórica; e Onir de Araújo, advogado e membro da Frente Quilombola do Rio Grande do Sul. >>> A temporada especial “genocídios.BR” tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O quarto episódio desta série vai ao ar em 16 de setembro de 2024. Saiba mais: Vídeo da Kathlen Romeu que abre o episódio: https://www.instagram.com/p/cdkdev5ploy/ Reportagem “Testemunhas de defesa depõem em sessão do julgamento do caso Kathlen Romeu, grávida morta no Lins” (maio/24 - Fonte: G1): https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/05/20/julgamento-do-caso-kathlen-romeu-gravida-morta-no-lins.ghtml Atlas da Violência 2024 (Fonte: Ipea): https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes Artigo “Além da Faixa de Gaza: comunicação como arma no enfrentamento aos genocídios”, por Alex Pegna Hercog (maio/24 - Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil): https://diplomatique.org.br/gaza-comunicacao/ Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. | — | ||||||
| 8/19/24 | ![]() genocídios.BR | #2 Manto Tupinambá, a testemunha do genocídio indígena | Recentemente, chegou ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, direto da Dinamarca, um Manto Tupinambá confeccionado com penas de guará vermelho há mais de 300 anos. O retorno desta peça ao Brasil é o resgate de uma memória transcendental para o povo Tupinambá e é, também, o símbolo de uma história de violações e apagamentos. O manto é testemunha do genocídio de uma nação, que é praticado desde a chegada dos europeus até os dias de hoje. Neste segundo episódio da temporada genocídios.BR, você saberá mais sobre a história desta relíquia e do genocídio indígena. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH), com o Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil. A produção e reportagem são da Rádio Tertúlia. Para este episódio, entrevistamos a antropóloga e liderança indígena Glicéria Tupinambá (também conhecida como Célia Tupinambá), da região do sul da Bahia; Clara Almeida Barbosa, da etnia Kaiowá no Mato Grosso do Sul; o jurista e pesquisador Flávio de Leão Bastos Pereira; e a professora Fernanda Frizzo Bragato, pesquisadora de direitos indígenas e decolonialidade. >>> A temporada especial genocídios.BR tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O terceiro episódio desta série vai ao ar em 02 de setembro de 2024. Saiba mais: Reportagem “Museu Nacional confirma retorno de Manto Tupinambá ao Brasil” (11/07/24 | Agência Brasil): https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-07/museu-nacional-confirma-retorno-de-manto-tupinamba-ao-brasil Episódio 1 de genocídios.BR sobre o Massacre de Haximu, cometido contra o povo Yanomami em 1993: https://open.spotify.com/episode/1rMRDEhzaYRrQU0kJESQx8?si=2f0ab3f6c9b74807 Vídeo da fala de Ñandesy's Kaiowá na retomada Guarani Kaiowá na região de Douradina (MS) diante de policiais (julho/24 | Comunicação da Aty Guasu): https://www.instagram.com/reel/C9p8aFLPBzM/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ec2fe2c2-6d7a-44c4-a2ec-74c7be2f0eed Relatório Violência contra os povos indígenas no Brasil (dados de 2023), do Conselho Indigenista Missionário (Cimi): https://cimi.org.br/2024/07/relatorioviolencia2023/ Livro “Genocídio Indígena no Brasil - O Desenvolvimentismo entre 1964 e 1985”, de autoria de Flávio de Leão Bastos Pereira (Juruá Editora): https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=26657 Artigo 231 (Capítulo VIII - Dos índios) da Constituição Federal Brasileira: https://tinyurl.com/yfrbcb4a Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm Ficha Técnica: Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina). Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia). Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia). Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos, pelo Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. | — | ||||||
| 7/22/24 | ![]() #Episódio 3 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado | Está no ar o terceiro e penúltimo episódio da série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. Hoje vamos falar sobre a invisibilidade do Cerrado na agenda climática, tendo em vista a realização da COP 30 em Belém, em 2025. O tema das mudanças climáticas está na agenda, mas ainda assim, a conservação do Cerrado e dos seus povos e comunidades tradicionais não aparece entre as principais preocupações de quem está discutindo a questão. Ouvimos muito falar que os incêndios são uma consequência das mudanças do clima, mas este é um argumento que acaba despolitizando a pauta. Neste episódio, vamos tratar justamente deste tema dentro do contexto territorial. Para isto, entrevistamos Diana Aguiar, professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e coordenadora do Núcleo de Estudos em Ecologia Política e Territorialidades; Maryellen Crisóstomo, da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins, afiliada à Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq) ; e Antônio Veríssimo, liderança do povo Apinajé na aldeia Cocalinho (TO). Nesta série, de quatro episódios, analisamos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal. O último episódio vai ao ar ainda em julho de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia | — | ||||||
| 5/27/24 | ![]() #Episódio 2 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado | Ouça agora o segundo episódio da série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. Hoje vamos ver como os incêndios criminosos favorecem a grilagem e as consequências do roubo de terras para as comunidades tradicionais. Atualmente, umas das regiões mais atingidas pela grilagem é o Matopiba, uma área de Cerrado que abarca parte dos estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Com localização singular, a região se tornou uma das últimas fronteiras agrícolas do mundo e, portanto, alvo de interesse do agronegócio. Neste segundo episódio, entrevistamos Marinalda Rodrigues, coordenadora-executiva do Movimento de Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu; Maurício Correia, advogado popular e consultor da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos; e João da Cruz, da coordenação do Movimento Quilombola do Maranhão (Moquibom). >>> Nesta série, de quatro episódios, analisamos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal. O próximo episódio vai ao ar em junho de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia | — | ||||||
| 5/8/24 | ![]() #Episódio 1 | No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado | Está no ar a série "No rastro do fogo: agronegócio e a destruição do Cerrado”, uma parceria do Guilhotina com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), e a articulação Agro é Fogo. Apoio: HEKS-EPER e Instituto Ibirapitanga. Ao longo de quatro episódios analisaremos as diferentes dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso do fogo pelo agronegócio, de formal ilegal. Nesta estreia, a pauta é apresentar a relação entre o fogo e o agronegócio, e as consequências do uso criminoso do fogo contra povos e comunidades tradicionais. Para isso, entrevistamos Valéria Santos, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e da articulação Agro é Fogo; Socorro Alves, da comunidade quilombola de Cocalinho (MA), e Rosineide Xerente, da Terra Indígena Xerente (TO). O próximo episódio vai ao ar em 22 de maio de 2024. Ficha técnica Produção, apresentação e roteiro: Luís Brasilino e Bianca Pyl Edição e desenho de som: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia) Apoio de produção: Ludmila Pereira e Tarcilo Santana Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia) Apoio técnico: Rádio Tertúlia | — | ||||||
| 5/2/24 | ![]() Solução verde ou negócio? | #3 Caminhos para uma transição energética justa | Ouça agora o terceiro e último episódio da série especial "Transição energética: solução verde ou negócio?” - uma parceria do Guilhotina com a Comissão Pró-Índio de São Paulo, em três episódios. Nos dois primeiros episódios desta série você ouviu especialistas e ativistas que alertaram para os perigos da transição energética. Mas eles falaram também que não é por causa dos riscos envolvidos que a transição energética pode ser deixada de lado. Esta foi, inclusive, a principal resolução adotada na Conferência do Clima de 2023, a COP 28. Neste episódio final, a gente quer te explicar de uma vez por todas o que é transição energética justa. Procuramos ambientalistas e pesquisadores do Brasil e do exterior para apontar caminhos por onde seguir e para onde não seguir. Uma dessas fontes é o inglês Andy Whitmore, do grupo de trabalho sobre transição justa do London Mining Network, uma organização que monitora os direitos humanos em áreas de mineração. Também entrevistamos a Viviana Herrera, coordenadora do programa para a América Latina do Mining Watch Canadá, uma ONG que atua como um órgão fiscalizador da indústria de mineração canadense. Aqui do Brasil conversamos com a Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima; com a Aline Ruas, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); e com o Marcio Zonta, da coordenação do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ficha técnica Roteiro e produção: Bianca Pyl, Luís Brasilino e Beatriz Pasqualino Apresentação: Bianca Pyl e Luís Brasilino Captação, edição e apoio de locução: Beatriz Pasqualino Sonorização: André Paroche Arte: Helen Saori Apoio técnico: Rádio Tertúlia | — | ||||||
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