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Sociedade em Foco #274: População de rua na cidade de São Paulo
May 26, 2026
6m 45s
Sociedade em Foco 273#: Programa Desenrola 2.0
May 19, 2026
5m 41s
Sociedade em Foco #271: A importância não reconhecida da autoridade metropolitana de transportes
Apr 27, 2026
7m 26s
Sociedade em Foco # 269: Calçadas ruins atestam descaso das políticas públicas com mobilidade urbana
Apr 6, 2026
7m 47s
Sociedade em Foco #265: Prevenção de chuvas e desastres no Brasil: como as políticas públicas podem amenizar o problema
Mar 9, 2026
5m 58s
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5/26/26 | ![]() Sociedade em Foco #274: População de rua na cidade de São Paulo✨ | população de ruavulnerabilidade+4 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPJornal da USP | São PauloBrasil+1 | população de ruaSão Paulo+5 | — | 6m 45s | |
| 5/19/26 | ![]() Sociedade em Foco 273#: Programa Desenrola 2.0✨ | renegociação de dívidaspolíticas públicas+3 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPgoverno+1 | — | Desenrola 2dívidas+5 | — | 5m 41s | |
| 4/27/26 | ![]() Sociedade em Foco #271: A importância não reconhecida da autoridade metropolitana de transportes✨ | transportationmetropolitan authority+3 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPUSP | Brasil | transportation authoritymobility+3 | — | 7m 26s | |
| 4/6/26 | ![]() Sociedade em Foco # 269: Calçadas ruins atestam descaso das políticas públicas com mobilidade urbana✨ | políticas públicascidades brasileiras+2 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasFFLCH+4 | — | calçadas ruinsdescaso+2 | — | 7m 47s | |
| 3/9/26 | ![]() Sociedade em Foco #265: Prevenção de chuvas e desastres no Brasil: como as políticas públicas podem amenizar o problema✨ | chuvasdesastres+3 | José Luiz Portella | História EconômicaFaculdade de Filosofia | Minas Geraisde Minas Gerais+3 | Minas Geraisdesabrigados+2 | — | 5m 58s | |
| 2/24/26 | ![]() Sociedade em Foco #264: Aumento da mortalidade no trânsito é um problema urbano que precisa de atenção✨ | mobilidademortalidade no trânsito+2 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasUSP+2 | São Paulo | acidentes fataistransporte+3 | — | 13m 58s | |
| 2/10/26 | ![]() Sociedade em Foco #263: STF determina o fim dos “penduricalhos” fora do teto na administração pública✨ | STFpenduricalhos+4 | José Luiz Portella | STFHistória Econômica+7 | Brasil | Flávio DinoTrês Poderes+3 | — | 4m 58s | |
| 2/3/26 | ![]() Sociedade em Foco #262: Falta de unidade ideológica dos partidos é um problema no Brasil✨ | partido políticounidade ideológica+2 | José Luiz Portella | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasFFLCH+4 | Brasil | Brasilpolítica+2 | — | 6m 59s | |
| 12/16/25 | ![]() Sociedade em Foco #261: Mesmo com grande orçamento, São Paulo sofre com fragilidades✨ | São Paulociclone extratropical+2 | José Luiz Portella | Enelno-breaks+4 | São Paulo | orçamentoenergia elétrica+3 | — | 9m 20s | |
| 12/9/25 | ![]() Sociedade em Foco #260: Instabilidades entre Poderes e as políticas públicas✨ | instabilidade políticapolíticas públicas+3 | José Luiz Portella | STFCâmara dos Deputados e do Senado+5 | Brasil | STFCâmara dos Deputados+3 | — | 5m 18s | |
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| 12/2/25 | ![]() Sociedade em Foco #259: Pobreza e desigualdade no Brasil atingem menor patamar em 30 anos✨ | pobrezadesigualdade+2 | José Luiz Portella | História EconômicaFaculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas+3 | País | renda médiaextrema pobreza+2 | — | 8m 12s | |
| 11/25/25 | ![]() Sociedade em Foco #258: Trânsito nas metrópoles – quais políticas públicas podem amenizar o problema?✨ | trânsitopolíticas públicas+3 | José Luiz Portella | História EconômicaFaculdade de Filosofia+1 | São Paulo | trânsito nas metrópolesmotociclistas+2 | — | 10m 24s | |
| 11/18/25 | ![]() Sociedade em Foco #257: Como acabar com a pobreza da zona leste?✨ | povertyemployment+4 | José Luiz Portella | História EconômicaFaculdade de Filosofia+4 | BrasíliaAmérica Latina | São Paulozona leste+3 | — | 11m 07s | |
| 11/11/25 | ![]() Sociedade em Foco #256: As políticas públicas e a COP30 – estratégias fundamentais para o combate às mudanças climáticas | A COP30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025, iniciou-se nesta segunda-feira, dia 10, na cidade de Belém do Pará. O evento reúne governos, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversos outros atores para discutir e tomar decisões sobre como implementar tratados internacionais e enfrentar desafios ambientais. José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, comenta da relação da conferência e a elaboração de políticas públicas. “Acredito que todos sabem da necessidade de agir contra as mudanças climáticas, então não adianta mais comentar sobre isso. A questão-chave agora é discutir as dificuldades de implementação das políticas públicas, o que elas exigem e onde elas esbarram.” Portella também comenta da urgência da elaboração de metas parciais de políticas públicas e da falta de coerência dos governos. “Precisam ser implementados objetivos para 2027, 2030 também, anos mais recentes, não só para 2040, 2045. Além disso, a incoerência dos líderes governamentais nessas questões é notório, como o exemplo do presidente Lula que comemorou a autorização da exploração de petróleo na Amazônia e no dia seguinte afirmou a necessidade de transição energética para superar os combustíveis fósseis.” “Então nas COPs prometem-se mudanças para o futuro, metas distantes e que, no final das contas, não são cumpridas, pois ninguém quer abrir mão do desenvolvimento imediato. O que é necessário para a COP30 é uma discussão sincera sobre a questão da transição energética e quem vai pagar penalidades por não cumprir com os objetivos estabelecidos. A hipocrisia e a falta de comprometimento humano são os grandes obstáculos nessa luta.” | — | ||||||
| 11/4/25 | ![]() Sociedade em Foco # 255: Como se dá a elaboração de políticas públicas no Brasil | Após a recente operação policial ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, foi assinado pelo presidente Lula, nesta última sexta-feira (31/10), o Projeto de Lei Antifacção, dando mais força ao Estado para reprimir organizações criminosas que exercem controle de territórios e atividades econômicas. A proposta será encaminhada ao Congresso Nacional, com urgência. Devido a isso, José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, comenta como é feita a elaboração dessas políticas públicas no Brasil. “Não existe equilíbrio para tratar das políticas públicas aqui, poucas ações são tomadas com o devido planejamento necessário. Ou o Estado faz algo que radicaliza para o lado dos direitos humanos, ou radicaliza na truculência e na invasão dos direitos individuais da pessoa. Elas não nascem da decisão de planejar, que implica, de imediato, realizar um levantamento real da situação, ouvir pessoas da comunidade de maneira que seja possível estabelecer um plano que vem desde a área social ao enfrentamento, passando pela inteligência. Aqui, essas medidas tentam solucionar a consequência e não a causa” O professor fala da necessidade da elaboração de um plano global para a elaboração de medidas públicas, que englobam tanto o enfrentamento no território, de milícias e facções, quanto a parte social de um local. “É necessário tomar a decisão de planejar, verificar os dados, criar um plano integral e que cubra o Brasil em sua totalidade. Nessa questão, das facções criminosas, elas já atingiram um patamar transnacional, circulando em diversos estados brasileiros e fora do País também e, por isso, é necessário elaborar políticas que não sejam apenas pontuais ou superficiais.” “O País opta, e a sociedade acaba aceitando, por essas medidas pontuais que, num certo instante, podem até ser corretas, mas não vão resolver o todo da problemática. Precisamos de um planejamento sério e bem elaborado, visando a acabar com as raízes dos problemas”, finaliza Portella. | — | ||||||
| 10/21/25 | ![]() Sociedade em Foco #254: Transferência de renda ainda é o meio mais eficaz para reduzir desigualdades | As políticas públicas brasileiras voltadas à redução da desigualdade precisam ser mais focadas e eficientes, avalia o pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP José Luiz Portella. Ele observa que o País tem uma “barafunda” de programas que, muitas vezes, começam promovendo igualdade, mas acabam gerando novas distorções. Segundo Portella, as políticas de transferência direta de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), continuam sendo as mais eficazes para combater a pobreza. “Quanto mais direta a transferência, melhor, porque o recurso chega sem perdas administrativas e movimenta a economia local”, explica. O pesquisador destaca, porém, a importância de ajustar o foco desses programas, priorizando a população em extrema pobreza. Ele também defende o combate a fraudes e o reinvestimento dos valores recuperados. “Se o dinheiro desviado voltasse ao sistema, poderíamos ampliar o alcance das políticas sem criar novos custos”, afirma. Portella propõe ainda uma revisão dos gastos tributários e incentivos fiscais que beneficiam os mais ricos. “Cerca de R$ 644 bilhões vão para quem não precisa. Reduzindo essas isenções e redirecionando parte dos recursos seria possível erradicar a extrema pobreza em poucos anos”, diz. Para ele, o desafio não é falta de verba, mas falta de planejamento. “O Brasil não precisa de mais dinheiro, precisa aplicar melhor o que já tem”, conclui o pesquisador. | — | ||||||
| 10/14/25 | ![]() Sociedade em Foco #253: Reforma política é essencial para garantir governabilidade | A reforma política é “a mãe de todas as reformas”, avalia o professor José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA). Segundo ele, a falta de mudanças estruturais no sistema eleitoral brasileiro impede o avanço de outras pautas, como as reformas administrativa e tributária. “Hoje, tratamos apenas dos sintomas, mas não da origem dos problemas”, explica. Para o pesquisador, o sistema proporcional de votação contribui para o distanciamento entre representantes e eleitores. “A maioria da população que vota não elege ninguém. O voto acaba indo para o partido, que monta um conceito eleitoral e elege os mais votados”, observa. Isso, segundo Portella, dificulta o acompanhamento do trabalho dos parlamentares e permite que eles mudem de base eleitoral com facilidade. “O deputado não precisa necessariamente da população que o elegeu. Pode mudar de região conforme o interesse político”, completa. Portella lembra que essa lógica se reflete em votações recentes, como a da PEC da Blindagem, rejeitada pelo Senado após aprovação na Câmara. “Os senadores têm voto majoritário, dependem diretamente do eleitor, enquanto os deputados estão presos ao sistema proporcional. Isso faz com que votem, muitas vezes, contra a vontade da maioria da população”, afirma. O pesquisador aponta ainda que o presidencialismo de coalizão agrava a instabilidade política e distorce os programas de governo. “O presidente eleito assume sem uma base sólida e precisa negociar constantemente para conseguir apoio, o que deturpa o projeto apresentado à população”, explica. Para ele, somente uma reforma política ampla poderá garantir coerência entre o resultado das urnas, o plano de governo e a execução das políticas públicas. “Sem isso, continuaremos presos a um sistema fragmentado, sem ideologia e sem controle efetivo da sociedade”, conclui. | — | ||||||
| 10/7/25 | ![]() Sociedade em Foco #252: Ampliação da faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil por mês | Foi aprovado nesta última quarta-feira (1°/10), pela Câmara dos Deputados, a ampliação da faixa de isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês, além de uma redução para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350 e, como compensação, a criação de um imposto mínimo de até 10% sobre o valor de alta renda. A medida, que contou com a aprovação de 493 deputados, agora seguirá para o Senado, onde os senadores irão avaliar e votar o texto. José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados, apresenta um olhar mais crítico à medida como política pública. “Isso é um bom exemplo de como as políticas públicas são feitas no Brasil e como elas não deveriam ser feitas. Este não é o público que deveria estar sendo beneficiado. Eu acredito que as isenções deveriam ser todas destinadas para quem está na extrema pobreza ou no limite entre a pobreza aguda e extrema pobreza, porque isso é onde estão os brasileiros que vivem em pior situação e que precisam do Estado para ter oportunidade de se recuperarem.’’ Por outro lado, Portella concorda com a tributação de 10% dos mais ricos. “Eles pagam pouco, mesmo com a tributação pessoal e da empresa dá no máximo 15%. Isso é muito menos do que deveria, devido a brechas que podem ser utilizadas para pagar menos. O grande problema dessa política é que ela está sendo feita no improviso, para atender a um interesse momentâneo, e não da maneira correta, que seria uma larga correção da tabela do imposto de renda. Esse é o tipo de reforma política que daqui três anos, quatro anos, vai estar a exigir uma outra reforma e sempre sendo resolvida de forma improvisada, nunca de uma forma profunda e definitiva.” O professor finaliza dizendo que é necessário diminuir a tributação do emprego, para que as pessoas possam ter aposentadoria, garantia no futuro ao ficarem mais velhas e tiverem uma produtividade menor, e aumentar a tributação da pessoa física daquele que ganha bastante e que tem condições de realizar aplicações. | — | ||||||
| 9/30/25 | ![]() Sociedade em Foco #251: Como devem ser feitas as políticas públicas? | “Uma política pública nasce de uma necessidade. Para você conseguir suprir essa necessidade com algo para a sociedade, você vai fazer política pública”, explica José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Pesquisas Econômicas (IEA). Portella explica que movimentos recentes, como as manifestações contra a PEC da blindagem e contra a anistia, são importantes ao pautar e dar relevância para discussões do momento. Segundo o pesquisador, uma política pública nasce de uma meta: “Meta não é um objetivo como construir casas, construir uma barragem. Isso é só um pedaço. Meta é um objetivo com quantificação e prazo. Por exemplo, construir trinta mil casas em quatro anos, isso é uma meta. Tem um objetivo que é construir casas, tem uma quantificação, trinta mil, e tem um prazo, quatro anos.” Para Portella, o que falta hoje no Brasil são metas. Ao comentar sobre manifestações e sobre movimentações políticas no cenário polarizado atual, ressalta que, hoje, reinam as intenções sobre as metas. A polarização, segundo o entrevistado, ainda causa um estado “hobbesiano” na formulação de políticas públicas. Ao invés de existir um trabalho conjunto pelo bem da sociedade, a política se torna um campo de batalha de um lado contra o outro. Portella explica a formulação de uma política pública. Depois do estabelecimento de uma meta, vem o planejamento e levantamento de dados. “Esse plano de trabalho deve ser super detalhado, deve ter o cuidado, você não pode pular atividade. Se você pula, vai dar erro no final.”. A avaliação do plano durante sua implementação também é necessária, para que possam ser realizadas correções durante o processo. Por fim, se torna necessário um processo de medição de resultados e avaliação, auxiliando assim no processo de criação de políticas futuras. “Você vai pegar e corrigir os erros das políticas, aprimorar o que tem que ser aprimorado e manter o que tem que ser mantido, seja do partido A, B ou C. Esta é a estrutura lógica que tem que fazer.”, completa Portella. | — | ||||||
| 9/23/25 | ![]() Sociedade em Foco #250: Aprovação da PEC da Blindagem pode afetar políticas públicas e barrar ações contra a corrupção? | Aprovada no dia 16 de setembro, a PEC da Blindagem tem como objetivo ampliar a proteção de parlamentares contra processos judiciais, deixando muito difícil a prisão e abertura de ações penais contra aqueles. A medida, que está sendo considerada a maior investida contra leis anticorrupção na história do Congresso, gerou uma enorme reação da população em diversos Estados do País na forma de manifestações e protestos nas ruas. José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da mesma instituição, comenta que a aprovação dessa PEC pode afetar a fomentação de políticas públicas. “Não haverá responsabilização. Quer dizer, se um parlamentar elaborar uma política pública errada, que venha a ser negativa, seja por corrupção ou uma má gestão, ele não será responsável, porque estará blindado.” Além disso, Portella comenta que a medida aumenta a formulação de políticas públicas fragmentadas, nas quais políticos elaboram para favorecer grupos restritos da população e não visando a um projeto geral para o Brasil. “Também acelera a visão dos políticos de correrem atrás dos seus próprios privilégios em primeiro lugar. Isso gera um efeito cascata, que não funciona só no Parlamento, atingindo as Assembleias estaduais, depois as Câmaras municipais e não só os políticos, os outros segmentos, o Judiciário também. Basicamente seria um desastre para as políticas públicas e dificultaria muito a formação de um plano nacional de desenvolvimento”, finaliza Portella. | — | ||||||
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