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Recent episodes
O GRANDE PROBLEMA QUE NINGUÉM NOTOU NO ATENTADO CONTRA TRUMP
May 5, 2026
Unknown duration
POR QUE UM CHAMPANHE CUSTA TÃO CARO? A IDEIA QUE MUDOU A ECONOMIA: HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.10
Apr 30, 2026
19m 57s
A BATALHA QUE CRIOU O MUNDO QUE VIVEMOS: MIDWAY
Apr 30, 2026
26m 15s
O FIM DA MAIOR ALIANÇA MILITAR DA HISTÓRIA
Apr 24, 2026
46m 28s
SITUAÇÃO NO IRÃ FOI RESOLVIDA? A GUERRA VAI VOLTAR? ESTREITO DE ORMUZ FECHADO?
Apr 16, 2026
1h 05m 00s
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5/5/26 | ![]() O GRANDE PROBLEMA QUE NINGUÉM NOTOU NO ATENTADO CONTRA TRUMP | Na noite de 25 de abril, Cole Tomas Allen tentou romper o checkpoint do Washington Hilton com duas armas para atingir o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Foi neutralizado antes de chegar ao alvo. É a terceira tentativa de assassinato contra Trump desde 2024 — no mesmo hotel em que John Hinckley baleou Reagan em 1981.Mas o atirador não é a história. O salão é.Pelo menos doze ocupantes da linha sucessória estavam ali dentro: o vice-presidente JD Vance, o Speaker Mike Johnson, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário da Guerra Pete Hegseth. O protocolo de "designated survivor" foi discutido antes do evento — e dispensado. Em poucos metros quadrados concentrava-se o presidente, o seu sucessor imediato e os nomes que já disputam, em silêncio, a herança política de 2028. | — | ||||||
| 4/30/26 | ![]() POR QUE UM CHAMPANHE CUSTA TÃO CARO? A IDEIA QUE MUDOU A ECONOMIA: HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.10✨ | economicsvalue theory+3 | — | A História do Dinheiro | — | champagnevalue+5 | — | 19m 57s | |
| 4/30/26 | ![]() A BATALHA QUE CRIOU O MUNDO QUE VIVEMOS: MIDWAY✨ | Batalha de MidwaySegunda Guerra Mundial+3 | — | — | JapãoEstados Unidos+1 | MidwayJapão+6 | — | 26m 15s | |
| 4/24/26 | ![]() O FIM DA MAIOR ALIANÇA MILITAR DA HISTÓRIA✨ | aliança militarOTAN+5 | — | OTAN | IrãUcrânia+3 | OTANguerra no Irã+5 | — | 46m 28s | |
| 4/16/26 | ![]() SITUAÇÃO NO IRÃ FOI RESOLVIDA? A GUERRA VAI VOLTAR? ESTREITO DE ORMUZ FECHADO?✨ | guerra no Irãcessar-fogo+4 | — | — | IrãEUA+2 | Irãguerra+6 | — | 1h 05m 00s | |
| 4/15/26 | ![]() MARX ESTAVA CERTO SOBRE O CAPITALISMO? HISTÓRIA DO DINHEIRO EP.9✨ | Karl Marxcapitalism+4 | — | Manifesto Comunista | — | Marxcapitalism+5 | — | 20m 53s | |
| 4/13/26 | ![]() QUEM MANDA NO MUNDO?✨ | poder globalinfluência econômica+4 | — | — | — | poderinfluência+6 | — | 30m 13s | |
| 4/13/26 | ![]() CESSAR-FOGO NO IRÃ? QUEM SAI VENCEDOR? VAI DURAR?✨ | cessar-fogoguerra+4 | — | EUAIrã+3 | LíbanoGolfo Pérsico+1 | cessar-fogoEUA+6 | — | 30m 13s | |
| 4/7/26 | ![]() ARTEMIS II: O HOMEM VOLTA PARA A LUA✨ | Artemis IIcorrida espacial+5 | — | NASAChina | Lua | Artemis IINASA+5 | — | 1h 20m 25s | |
| 4/7/26 | ![]() MISSÃO IMPOSSÍVEL: O RESGATE DE CINEMA DOS PILOTOS AMERICANOS NO IRÃ✨ | rescue operationmilitary strategy+4 | — | CIASEAL Team Six | Irãmontanhas Zagros | F-15E Strike Eaglerescue operation+6 | — | 28m 00s | |
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| 4/7/26 | ![]() NOVA ORDEM MUNDIAL?✨ | global orderspheres of influence+5 | — | — | — | global orderspheres of influence+5 | — | 42m 55s | |
| 4/7/26 | ![]() OS ENXAMES DE DRONES QUE VÃO MUDAR A GUERRA✨ | dronesautonomous warfare+3 | — | BrimstonePasika+3 | — | droneswarfare+3 | — | 16m 05s | |
| 3/27/26 | ![]() QUEM ESTÁ GANHANDO A GUERRA NO IRÃ?✨ | guerra do Irãconflito no Golfo+4 | — | Guarda Revolucionária | IrãIsrael+2 | guerra do IrãOrmuz+6 | — | 1h 21m 39s | |
| 3/25/26 | ![]() COMO A EUROPA VIROU UM GIGANTE FRÁGIL | A Europa é rica, populosa, industrializada e tecnologicamente avançada. Ainda assim, quando o assunto é poder militar, o continente continua dependente dos Estados Unidos e vulnerável diante da pressão russa. Como isso aconteceu?Neste vídeo, eu exploro uma das grandes ironias da história europeia: a ideia de unificar os exércitos do continente não só existiu como quase saiu do papel. Nos anos 1950, quando o projeto europeu ainda estava nascendo, houve uma tentativa real de criar uma força militar comum, com comando supranacional e capacidade de transformar a Europa em uma potência estratégica de primeira ordem.Mas o plano fracassou. E no lugar de um grande exército europeu, o continente acabou com dezenas de forças armadas nacionais fragmentadas, caras, redundantes e insuficientes para sustentar sozinho sua própria segurança.Ao longo do vídeo, eu mostro:Por que a Europa nunca conseguiu se tornar uma potência militar unificadaComo a dependência dos EUA moldou a estratégia europeia no pós-guerraPor que a ameaça russa reacendeu esse debatee o que teria mudado no mundo se aquele projeto de integração militar tivesse dado certoNo fundo, a pergunta é simples: como um continente que já dominou o planeta inteiro chegou ao ponto de não conseguir defender plenamente a si mesmo? | — | ||||||
| 3/23/26 | ![]() A BRIGA QUE PODE DECIDIR O FUTURO DA HUMANIDADE: ANTHROPIC VS GOVERNO AMERICANO | A guerra da inteligência artificial deixou de ser apenas uma disputa entre empresas de tecnologia. Agora, ela chegou ao coração do poder americano.Neste vídeo, eu explico a recente crise entre a Anthropic e o governo dos Estados Unidos — um confronto que envolve Pentágono, segurança nacional, vigilância doméstica, limites éticos da IA e a disputa sobre quem realmente controla a tecnologia mais importante do nosso tempo.De um lado, o governo americano pressiona para ampliar o uso de modelos de IA em áreas sensíveis da defesa e da segurança. Do outro, a Anthropic resiste a remover certas barreiras e acaba entrando em rota de colisão com Washington. O resultado é uma batalha que vai muito além de uma empresa: ela revela o choque entre Estado, poder militar, Big Tech e o futuro da própria democracia americana no mundo. | — | ||||||
| 3/18/26 | ![]() O PRÓXIMO ALVO DE TRUMP | Depois da ação americana na Venezuela e do fim do petróleo venezuelano que ajudava a manter a ilha minimamente funcional, a crise cubana entrou em uma nova fase. A escassez se aprofundou, os apagões se tornaram rotina, o turismo perdeu força, a população continua emigrando em massa e o regime enfrenta sua pior deterioração em décadas.Mas isso significa que a ditadura cubana está perto do fim?Neste vídeo, eu analiso por que o cenário de Cuba é mais complexo do que parece. Em vez de um colapso imediato, o país pode estar entrando em algo ainda mais sombrio: um declínio prolongado, administrado pelo próprio regime, com mais pobreza, mais repressão e uma sociedade cada vez mais vazia. | — | ||||||
| 3/18/26 | ![]() O FUTURO DO ORIENTE MÉDIO | A atual guerra no Irã pode ajudar a adiantar algo que já estava no horizonte da região: uma nova dinâmica que depende menos do país persa.Neste vídeo, eu mostro por que a região talvez esteja entrando em uma nova fase, menos definida pelo protagonismo iraniano e mais marcada pela disputa entre dois blocos emergentes: uma coalizão abraâmica, centrada em Israel e Emirados Árabes Unidos, e uma coalizão islâmica, liderada por Arábia Saudita, Turquia, Paquistão e Catar.A grande questão já não é apenas o que o Irã ainda consegue fazer, mas como os parceiros e rivais dos Estados Unidos estão se reorganizando entre si, disputando influência, rotas estratégicas, guerras por procuração e o futuro da ordem regional. | — | ||||||
| 3/8/26 | ![]() ISRAEL: O ALIADO MAIS FORTE DOS ESTADOS UNIDOS | Uma coisa chama muita atenção na recente guerra entre Irã e EUA/Israel. Os israelenses não são meros aliados figurativos dos americanos, eles lutam quase em pé de igualdade com a grande potência hegemônica do mundo. Como Israel, mesmo sendo um pequeno país numa região volátil e hostil consegue ser um aliado tão poderoso dos EUA? | — | ||||||
| 3/6/26 | ![]() URGENTE - GUERRA ESCALA E ENGLOBA TODO O ORIENTE MÉDIO | A guerra entre Irã e EUA/Israel caminha para completar uma semana. A destruição já é sem precedentes no Oriente Médio, com armas iranianas atingindo mais de 10 países e com o Irã sendo bombardeado com todas as forças. As implicações econômicas da guerra começam também a aparecer, com os mercados assustados e o preço do petróleo nas alturas.O que pode acontecer daqui pra frente? Essa guerra pode se tornar algo maior? Qual a previsão dela acabar? | — | ||||||
| 3/1/26 | ![]() FIM DE KHAMENEI E GUERRA NO ORIENTE MÉDIO | ESTAMOS PRESENCIANDO A HISTÓRIA SENDO FEITADurante a madrugada, uma coalizão de EUA e Israel atacou o Irã. Não com um ataque limitado contra certas instalações, mas um ataque total com a clara finalidade de derrubar o regime iraniano. Caso tenha sucesso, esse deve virar um dos acontecimentos mais importantes do século. | — | ||||||
| 2/25/26 | ![]() O EIXO DAS DITADURAS É UMA ALIANÇA CONFIÁVEL? | Faz anos que falo para vocês sobre o fortalecimento e consolidação da aliança que chamo de "Eixo das Ditaduras". Já disse que ela hoje em dia é mais coordenada e próxima do que o próprio eixo da segunda guerra mundial.Mas algo pode estar mudando nos últimos meses, primeiro no ataque israelense e americano contra o Irã no ano passado e agora com o ataque americano na Venezuela, a resposta dos outros membros do tal eixo foi fraquíssima e apenas retórica.Será que o o famigerado "Eixo das Ditaduras" é realmente uma aliança confiável? Quais as vantagens e limites de uma aliança tácita como essa?Vou tentar responder essas perguntas no vídeo de hoje! | — | ||||||
| 2/24/26 | ![]() O QUE OS EUA PODEM APRENDER COM A UCRÂNIA? | No último vídeo eu mostrei um lado da história: como os drones que dominam as batalhas na Ucrânia podem não ser úteis contra a China. Hoje eu mostro o outro lado da moeda.No campo de batalha da Ucrânia, uma revolução já aconteceu: drones baratos, fáceis de adaptar e produzidos em escala viraram a ferramenta mais importante para enxergar, atacar e sobreviver. E a pergunta que fica para o Ocidente é direta: o que os Estados Unidos realmente precisam copiar dessa “guerra de drones” — e o que seria um erro fatal copiar do jeito errado?Neste vídeo, eu explico por que os drones ucranianos ficaram tão modernos tão rápido, como eles estão integrando IA, sensores e improviso industrial em ciclos de semanas (não de anos), e quais são as lições práticas que o Pentágono e a indústria de defesa americana deveriam absorver agora para não ficarem presos num modelo caro, lento e ineficiente. | — | ||||||
| 2/21/26 | ![]() O ERRO FATAL DO OCIDENTE: COPIAR A UCRÂNIA PARA ENFRENTAR A CHINA | Depois de quase quatro anos de guerra na Ucrânia, o Ocidente ficou obcecado por uma ideia: “drones baratos mudaram tudo”. E mudaram mesmo — mas aqui vai o ponto central do vídeo: as lições da Ucrânia não se traduzem automaticamente para o grande confronto que realmente assombra Washington hoje… a China.Neste episódio, eu explico por que o campo de batalha ucraniano (guerra terrestre de atrito, sem superioridade aérea, linhas defensivas fixas) criou o ambiente perfeito para milhões de drones pequenos dominarem as baixas — e por que um conflito no Indo-Pacífico seria outra realidade: decidido no ar e no mar, em distâncias brutais, sob uma chuva de mísseis e com logística no limite.A pergunta que guia tudo é simples:Se os EUA correrem para comprar “milhões de drones” como solução mágica, eles podem estar reforçando a parte errada do arsenal — e perdendo a vantagem que ainda têm justamente onde a China mais importa. | — | ||||||
| 2/18/26 | ![]() A CHINA ESTÁ ESTOCANDO PETRÓLEO, GÁS E METAIS: QUAL A RAZÃO? | Neste vídeo, eu explico por que uma movimentação que parece “só logística” está deixando Washington, Bruxelas e várias capitais asiáticas em estado de alerta: a China está acelerando uma campanha silenciosa de estocagem estratégica — petróleo, gás, metais e até alimentos — para ficar mais difícil de intimidar em crises e negociações. A história começa em Dongjiakou, um mega complexo de tanques onde, vistos por satélite, os reservatórios sobem e descem como cúpulas gigantes conforme se enchem. Só desde meados de janeiro, cerca de 10 milhões de barris foram adicionados ali, levando o total a 24 milhões, num sinal visível de uma estratégia maior: criar um “colchão” energético e industrial capaz de absorver choques, reduzir a vulnerabilidade a sanções, e até diminuir o impacto de gargalos marítimos como o Estreito de Malaca em um cenário de tensão militar. Eu conecto esse movimento ao ambiente político e comercial pós-2024, à volta da pressão tarifária dos EUA e às mensagens ambíguas vindas de Donald Trump, além de mostrar como Pequim usa estoques e compras de fornecedores sancionados (como Irã, Rússia e Venezuela) para ganhar descontos, testar rotas e mecanismos “fora do dólar” e construir poder de barganha silencioso. Também detalho o lado menos óbvio: metais e insumos críticos (cobre, níquel, zinco, lítio), a dependência alimentar (especialmente soja) e como a diversificação — incluindo a aproximação energética com Moscou via projetos como Power of Siberia 2 — pode trocar uma vulnerabilidade por outra. Por fim, eu fecho com a parte que mais preocupa o Ocidente: ao transformar a China num “core trader” capaz de segurar ou liberar volumes em momentos-chave, Pequim não só se blinda, mas também remodela preços, rotas e incentivos no mundo inteiro — com efeitos diretos no Brasil, na Europa e no equilíbrio geopolítico global. | — | ||||||
| 2/18/26 | ![]() ENTENDA O CASO JEFFREY EPSTEIN | Neste vídeo, eu reconstruo, em ordem cronológica e com base no que é possível documentar com segurança, a trajetória de Jeffrey Epstein: da infância no Brooklyn e a passagem improvável pela Dalton School, ao salto para Wall Street na Bear Stearns, a criação da J. Epstein & Co. e, principalmente, a ascensão meteórica sustentada pela relação com Leslie Wexner. A partir daí, o episódio entra no que torna esse caso tão perturbador: como Epstein construiu uma teia de influência que conectava dinheiro, prestígio e acesso a figuras do alto escalão da política, da realeza e do meio acadêmico — enquanto, em paralelo, operava um sistema estruturado de abuso sexual envolvendo menores.Eu explico como funcionava o método descrito por investigações, o papel atribuído a Ghislaine Maxwell, e por que a resposta institucional demorou tanto a interromper esse esquema. Em seguida, chegamos ao ponto de virada de 2008: o acordo que evitou um processo federal, reduziu drasticamente as consequências imediatas e ainda ampliou a controvérsia ao criar uma imunidade que afetou o caso por quase uma década. A partir daí, analiso os “anos de impunidade”, a reabertura federal em 2019, a prisão em Nova York e, por fim, a morte na cela — incluindo o que se sabe com segurança sobre a conclusão oficial, as falhas graves de custódia descritas em relatórios e por que as dúvidas sobre imagens e cadeia de custódia alimentaram suspeitas duradouras. O objetivo aqui não é sensacionalismo: é entender como poder, reputação, dinheiro e instituições se cruzaram para proteger uma engrenagem de crimes por tempo demais — e o que esse caso revela sobre os pontos cegos da elite e do sistema de justiça. | — | ||||||
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