
Tinderella: O Amor nos Tempos do Digital
by Miss Lolita von Tease
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T3. E8. Erotismo em Tempo de Swipes
Apr 10, 2026
43m 06s
T3. E7. Porque o Amor é uma Arte
Feb 6, 2026
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T3. E6. Procurar – Swipar – Acertar
Jan 24, 2026
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| 4/10/26 | ![]() T3. E8. Erotismo em Tempo de Swipes✨ | erotismoonline dating+4 | Rui Simas | ChoosiBergström+1 | — | erotismoonline dating+6 | — | 43m 06s | |
| 2/6/26 | ![]() T3. E7. Porque o Amor é uma Arte | Fernando Pessoa já morreu, mas as cartas de amor continuam bem vivas e tão ridículas, intensas e vulneráveis como sempre. É a partir deste ponto que começa este episódio: entre o amor escrito à mão e o amor deslizado no ecrã; entre envelopes que atravessaram guerras e oceanos e mensagens instantâneas que chegam em segundos… Ou nunca chegam! Este é também, curiosamente, um caso de sucesso no Tinder, da artista Ana Vieira de Castro.Neste episódio falamos do que acontece quando o amor acaba. Do que fazer com um coração partido. Do vazio que fica depois de um final. Ignora-se? Preenche-se com distrações? Apaga-se? Ou transforma-se? Num país onde, só em 2023, 58% dos casamentos terminaram em divórcio, colocando Portugal no top 10 da União Europeia (Eurostat, 2023), percebemos que a dor do fim é mais comum do que gostamos de admitir — mesmo que continuemos a tratá-la como um fracasso individual.Os dados mostram que, após uma rutura, 55% das pessoas refugiam-se na música, 41% na arte, nos livros ou na escrita e 33% iniciam um novo hobby criativo (Eharmony, 2023). É aqui que entra a história que nos traz hoje: a de uma mulher que, com o coração partido, não apagou o Tinder. Não o usou para esquecer, nem para anestesiar a dor ou colecionar substitutos. Usou-o para olhar. Para ver e ser vista. Transformou a dor em arte e a arte em processo terapêutico.A partir de um projeto fotográfico desenvolvido ao longo de um ano, questionamos se o sucesso no amor é um destino… ou uma prática? Se amar bem não será mais parecido com criar: cheio de falhas, revisões, camadas e rasuras, mas feito de intenção e presença. Falamos da diferença entre os ritmos do amor antigo e do amor digital, do tempo que dávamos ao sentimento para se processar e da ansiedade contemporânea em torno da resposta imediata. O que se perdeu? O que se ganhou? Ainda se escreve com o coração?Debatemos várias definições de amor: companheirismo, crescimento, perdão com limites, quotidiano; a idealização da pessoa perfeita; a crença na alma gémea entre os mais novos e a convicção dos mais velhos de que o amor se constrói. Percebemos que a maioria das pessoas entra no online dating sem saber o que procura e só pensa nisso depois, muitas vezes à custa do outro. Falamos do uso das apps como máscara para a solidão, da dificuldade (sobretudo masculina!) em falar de emoções fora do digital e da surpresa que é alguém perguntar, num match: “O que é o amor para ti?”Terminamos com uma ideia simples e radical: não há prazo de validade para recomeçar. Não precisamos de estar inteiros para amar, nem certos para acertar. Às vezes, basta estar presente, com a dor, o desejo, connosco e com o outro. Talvez o amor não seja um sucesso que se atinge, mas um gesto que se escolhe repetir. Com intenção. Dia após dia. Camada sobre camada. Porque o amor pode não vir pronto… Mas pode sempre ser criado.Projeto:Memories Lost in Time and Space | — | ||||||
| 1/24/26 | ![]() T3. E6. Procurar – Swipar – Acertar | Esta semana o Tinderella: O Amor nos Tempos do Digital transforma-se, literalmente, numa sessão de terapia em horário nobre. A convidada é nada mais nada menos do que, Andreia Silva Santos, a psicóloga da Miss Lolita, numa espécie de consulta aberta, gratuita e pública, para nosso benefício coletivo. Porque se há coisa que o online dating nos tem dado, além de matches duvidosos, são feridas emocionais que pedem muita terapia!Neste episódio falamos da perda ambivalente e de luto congelado: aquelas relações que acabam sem nunca acabar, sem um fim claro, deixando-nos suspensos, ansiosos e emocionalmente desregulados, incapazes de fechar ciclos. Num contexto em que a dating fatigue atinge níveis históricos — com 80% das mulheres e 74% dos homens a reportarem exaustão causada por superficialidade, ghosting, perfis falsos e conversas vazias (Forbes, 2024) questionamos se as apps ainda cumprem a promessa de abundância ou se, paradoxalmente, nos deixaram mais sós?Discutimos como o número de pessoas nas apps raramente se traduz em ligações reais e como conhecer alguém online é muitas vezes como comprar roupa pela internet: parece ótimo na fotografia, até experimentarmos e percebermos que não assenta em nós. Falamos da gamificação das apps, da procura constante por algo “melhor” e da dificuldade em escolher porque decidir implica sempre perder. Exploramos também a confusão entre amor próprio e evitamento relacional, a solidão como castigo autoimposto e o uso das apps como estratégia para anestesiar emoções desconfortáveis ou validarmo-nos após uma rejeição. Questionamos o que trazemos de inconsciente para as relações, os papéis de género herdados da Disney, a dança entre estilos de vinculação ansioso e evitativo, e se estamos a curar feridas… ou apenas a cristalizá-las?Acabamos a falar de energia feminina e masculina, da competição que substituiu a cooperação, do amor como vício, da espera eterna pelo príncipe encantado e da dificuldade em largar a idealização. Pelo meio, confirmamos que ninguém sai ileso da vida, que desejar o amor é sinal de saúde mental e que atividades e hobbies continuam a ser uma das formas mais saudáveis de conhecer pessoas. A reflexão final e essencial é: ligamo-nos ao outro a partir da nossa criança ferida ou do nosso adulto disponível? Porque amar não é evitar a solidão, é escolher companhia. E isso exige honestidade, tempo e coragem para completar ciclos antes de começar novos.Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica de Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e voz de Pedro Cadavez.Livros e Ted Talk Mencionados:Ligados – Dr. Amir Levine e Rachel HellerApontamos ao Amor e Acertamos na Solidão – Ana SuyMais Amor, Menos Doença – António Coimbra MatosHow longing keeps us from healthy relationships - Amanda McCracken | — | ||||||
| 1/2/26 | ![]() T3. E5. Entre Swipes, Mágoas, Feridas e Cicatrizes | O que é que as setas do Cupido e a cadeira de escritório da Miss Lolita têm em comum? A resposta está no quinto episódio do Tinderella: O Amor nos Tempos do Digital, onde falamos das mágoas, feridas e cicatrizes emocionais que o online dating vai deixando pelo caminho. A grande questão é: vamos curar feridas… ou pôr o dedo na ferida?Quando cerca de 80% dos utilizadores de dating apps entre os 18 e os 33 anos já experienciaram ghosting pelo menos uma vez (Plenty of Fish, 2016), é inevitável perguntar: será que mudamos quem somos — ou a forma como nos apresentamos — depois de algum tempo nas apps? As nossas bios refletem defesa, consciência ou medo? Sabemos, de facto, definir limites claros nas relações que criamos?Para nos ajudar a responder a estas perguntas, convidámos o psicoterapeuta João Delicado, que nos guia pelas zonas mais sombrias e sensíveis que transportamos connosco: o que projetamos nos outros, que limites impomos (ou não!) e porque é que a rejeição nos magoa tanto. Revisitamos também os tempos da pandemia e refletimos sobre como a solidão se pode tornar um vício, mas também como a dor emocional pode ser um sinal do que ainda precisa de ser curado. Discutimos se o ghosting é apenas um reflexo da liquidez das relações ou uma estratégia de autorregulação num mundo saturado de estímulos e comunicações constantes. Será ausência de empatia, rebeldia face ao imediatismo ou simples incapacidade de lidar com o desconforto de dizer “não”? Falamos ainda de comunicação indireta, comportamentos infantis e da confusão emocional que surge quando falta autenticidade, porque sem autenticidade não há intimidade, nem verdadeira nutrição afetiva. Questionamos ainda o impacto da validação externa: será que o nosso valor muda com o número de likes e matches? Ou estamos só dependentes de validação externa e presos numa perigosa montanha-russa de autoestima que nos gera ansiedade e instabilidade emocional?Terminamos com uma nota de esperança: é possível sarar feridas e avançar. A dor mostra-nos o que precisa de ser revisto para não repetirmos padrões com pessoas diferentes na mesma personagem. Ficam os 3 R’s da ecologia interna: Respirar, para voltar ao corpo; Reconhecer, emoções e histórias por resolver; e Regular, emocionalmente, com pessoas seguras. Porque o amor não é um sentimento — é um processo. E cada relação merece um mapa novo, percorrido a dois. Talvez a melhor bússola seja simples: gostamos da pessoa que nos tornamos dentro daquela relação?Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica de Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e voz de Pedro Cadavez.Séries Mencionadas:Please Like Me – Prime VideoJigsaw – Daniel Sloss | — | ||||||
| 11/21/25 | ![]() T3. E4. O Homem Que Mordeu o Tinder | Se este episódio tivesse um aviso de segurança, seria simples: risco elevado de gargalhada súbita e possibilidade real de aumento de esperança no amor ou pelo menos, no entretenimento que ele gera. Consumir sem moderação — mas idealmente num local onde não te importes de rir alto. Desta vez convidámos um humorista - o Luís Cruz - para abrir connosco as portas da galeria dos horrores das bios do online dating: um museu vivo que mistura dentições completas, pés e cabeças desproporcionais, membros “graciosamente esculpidos”, agricultoras do Farmville, clichés sem vírgulas, mummy e daddy issues em esteróides, e até gatas que praticam o “miau”. Chamámos-lhe uma checklist de recrutamento no LinkedIn do amor, mas é mais um grito de socorro coletivo.Entre Hi5, MSN Messenger, Sony Ericssons e Nokias 3310, revisitámos o passado para perceber porque é que o presente continua a ser… isto! D’O Sexo e a Cidade ao “Onde Está o Wally?”, passando por Jude Law, Guilherme Geirinhas e o Alta Definição, descobrimos que a única coisa que não mudou foi a criatividade duvidosa na hora de nos apresentarmos nas apps.Falámos do ghosting - que sempre existiu, só que antes chamava-se “saiu para comprar cigarros e nunca mais voltou” -, do novo namorado da Miss Lolita que surgiu misteriosamente do Instagram — prova de que quando há interesse, até o algoritmo se esforça! — e da importância vital de saber onde estão as facas de cozinha (não perguntem, só oiçam!). Discutimos ainda a vantagem inesperada de Portugal não ter TGV, como fazer perfis em época eleitoral pode render votos e apresentamos a nova app Be.ber, cujo lema é simples: “nenhuma boa história começou a seco”. Ciência pura!Jogámos ao Duas Verdades e Um Swipe e tivemos babysitting de mães, assaltos à mão armada, jantares com copos suspeitos e a crise da habitação a garantir que dates terminem com… pais a apanhar-te. Chamemos-lhe romance contemporâneo.Entre traumas, estagiárias, confissões do Luís e bios tão surreais que deviam pagar renda, concluímos que as apps de dating dão material para stand-up — e Portugal dá o resto: é só deixarem o Luís responder! No fim, sobra só uma verdade universal: mais vale rir para não chorar. E, por favor, usem o ChatGPT para escrever bios decentes. O mundo agradece e as pessoas que estão no online dating também!Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica de Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e voz de Pedro Cadavez. | — | ||||||
| 11/7/25 | ![]() T3. E3. Entre o Romeu e o Swipe | No terceiro episódio desta temporada perguntamos: ainda há espaço para o amor romântico num mundo dominado por algoritmos e swipes? Numa altura em que os algoritmos decidem quem vemos ou não nas apps, a ideia de alma gémea ainda faz sentido ou estamos a viver um novo paradigma amoroso?Para responder a estas e outras perguntas e conversar sobre o ideal do amor em tempos de love on demand, convidámos um dos maiores românticos em Portugal – Pedro Rodrigues – para nos ajudar a debater se o amor romântico ainda existe ou se estamos apenas a viver uma versão digitalmente editada dele.Segundo a pesquisa The Green Flags Study feita pelo próprio Tinder (2024), 68% das mulheres e 53% dos homens solteiros entre os 18 e os 34 anos, dizem querer uma relação romântica. No entanto, 94% das mulheres e 91% dos homens admitem que o panorama atual dos encontros é mais difícil do que nunca. Numa altura em que o estado do mundo parece menos previsível e menos seguro do que no passado, será que esta falta de previsibilidade e segurança resulta numa maior necessidade de encontrar um parceiro ou numa maior hesitação em tomar decisões e assumir compromissos?Entre dados, filosofia e desilusões, tentamos perceber se a ideia platónica da alma gémea ainda sobrevive. Será que é possível ser-se romântico sem se ser um clichê? E será que as apps de online dating podem ser um bom paliativo para um coração partido? Num episódio recheado de romance percebemos que este conceito está cada vez mais idealizado e falamos do impacto das apps nas nossas projeções, da diferença entre amor e codependência e de como a quantidade - de matches, opções e estímulos - pode estar a matar o encanto da descoberta.Num momento em que vivemos entre o ideal do amor romântico e o love on demand, quisemos perceber qual é afinal o meio-termo entre o amor épico dos filmes e os encontros rápidos e descartáveis das apps, enquanto tentámos encontrar uma possibilidade de reconciliação em que a procura do amor se torna ela própria uma forma de resistência amorosa. Num tempo em que basta um swipe para encontrar o amor e outro para o apagar, a promessa do amor romântico parece ser ainda difícil de abandonar, levando-nos a questionar se esta ideia será mesmo saudável e até que ponto as nossas projeções matam as relações.Terminámos esta conversa a perceber que estamos todos um bocadinho viciados nisto do amor, que os nossos Greatest Hits amorosos não são diários – nem devem ser! – e de como é que a banalidade e a rotina do dia-a-dia representam, elas próprias, o ideal do amor. Afinal de contas, são os pequenos gestos que nos trazem a felicidade que tanto desejamos. Discutimos ainda o papel da literatura e da cultura pop na perpetuação do mito do “felizes para sempre”, e refletimos sobre como é que demonstrar interesse e disponibilidade é o novo desafio do amor num tempo de dating apps.Se alguma vez sentiste que és o único romântico vivo que ainda acredita no amor, este episódio é aquilo que precisas de ouvir. Acompanha a Miss Lolita von Tease, o Sargent Picky e o Pedro Rodrigues nesta conversa sobre vulnerabilidade, idealismo e a difícil arte de amar no século XXI num mundo que não se divide entre o amor romântico ou o amor por encomenda.Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica de Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e voz de Pedro Cadavez.Livros Mencionados:Pessoas Normais - Sally RooneyTaludes Instáveis - José Carlos Barros | — | ||||||
| 9/26/25 | ![]() T3. E2. 👋🏻 Adeus Swipe, Olá DeepBond! | Depois de, no episódio anterior, termos criado o manifesto do swipe consciente, desta vez queremos perceber se ainda há espaço para um um amor mais intencional no meio do caos digital. No segundo episódio desta temporada, mergulhamos naquela sensação de estarmos presos num carrossel infinito de swipes, matches e conversas que nunca chegam a lado nenhum. Mas e se existisse uma dating app capaz de quebrar esse ciclo e devolver-nos conexões autênticas, com significado e menos pressa?É esse o desafio da DeepBond, a dating app 100% portuguesa criada por Miguel Vieira, nosso convidado neste episódio. Nascida da frustração com relações superficiais e da vontade de transformar o dating em algo mais significativo, a Deepbond quer acabar com a pressa, o vazio e o “tanto faz” do online dating apostando na autenticidade e intencionalidade como bandeira: perfis completos, matches que expiram, e sobretudo os famosos deal breakers — perguntas-chave que ajudam a poupar horas (ou até anos!) de desilusões. Aqui, compatibilidade não se mede apenas por fotografias, mas por valores, estilo de vida e objetivos partilhados.Ao longo da conversa exploramos como esta app se diferencia num mercado saturado dominado por gigantes como Tinder ou Bumble. Falamos também de uma aplicação islandesa criada para evitar casamentos entre primos (a famosa Islendiga-App), das potencialidades e riscos da Inteligência Artificial no online dating, da luta contra perfis falsos, e do equilíbrio delicado entre o mundo offline e online. Discutimos ainda os preconceitos que as mulheres continuam a enfrentar, a importância de uma bio bem escrita (sim, uma frase pode ser um deal breaker!), e refletimos sobre a eterna questão: será que o sucesso de uma relação se mede pela duração… ou pelo significado?Será que esta aplicação é mesmo o antídoto para o cansaço do swipe? Junta-te a nós neste episódio recheado de humor, testemunhos pessoais sobre a utilização da app e alguns números surpreendentes para descobrir porque é a DeepBond pode não ser apenas “mais uma app”, mas sim um manifesto contra a pressa e a superficialidade que marcam o online dating. No fim do dia, o amor pode até estar à distância de um swipe, mas talvez mereça muito mais do que isso!Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica de Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e voz de Pedro Cadavez. | — | ||||||
| 9/12/25 | ![]() T3. E1. 6 Anos de Swipes | Seis anos depois do nosso episódio experimental e largos meses depois de termos lançado o episódio zero desta temporada, estamos de volta — e desta vez com reforços de peso! Juntámo-nos à maior especialista de online dating portuguesa, Rita Sepúlveda — que é também a nossa consultora técnica — para responder à grande pergunta: o que mudou no online dating 6 anos depois?Em junho, o Bumble anunciou cortes de 30% na sua equipa global, poupando cerca de 40 milhões de dólares anuais (Guardian, 2025). Coincidência? Ou sinal de que o amor pelo swipe já conheceu melhores dias? Por isso, neste episódio falamos do que mudou no mundo do OD, do impacto que a pandemia de COVID-19 teve no amor e nas relações em geral, das expectativas irrealistas que transportamos para as apps e de como a tecnologia não sabe o que é melhor para nós. Tudo isto enquanto confirmamos que não são as dating apps, por si só, que nos vão salvar da solidão e que a tecnologia tem servido para justificar comportamentos profundamente errados, como o caso do ghosting, com base na impunidade que a tecnologia nos traz. Ao longo de uma viagem que nos transportou desde a máquina de matchmaking até ao match de bolso, passando pelo engate do teletexto e pelo famoso “ddtc” do MIRC, constatamos que, apesar de 6 anos volvidos, para grande tristeza nossa ainda se mantêm as expectativas irrealistas e a maioria dos preconceitos sobre o online dating, ainda que este se tenha transformado com a evolução do próprio smartphone e esteja a evoluir para o mundo offline!No final concluímos que talvez estejamos mais desiludidos e frustrados com o online dating enquanto ouvimos dicas sobre como melhorar a nossa experiência de utilizadores e debatemos se a verificação de perfis devia ou não ser obrigatória e quais os riscos e impactos associados, enquanto nos questionamos se haverá dados científicos que mostram a correlação entre o sucesso de uma relação e a altura da outra pessoa? E será que apenas nos mudámos e passámos a utilizar outras redes sociais para o engate? Andamos realmente tod@s a ler Dostoevsky nos tempos livres? E quais os erros mais comuns que os utilizadores cometem nos seus perfis de online dating? E como é que apanhar sempre espinhas nos douradinhos está relacionado com as dating apps?Se alguma vez pensaste: “Será que sou eu… ou são as apps?” — este episódio é para ti! Acompanha a Miss Lolita von Tease, o Sargent Picky e a investigadora Rita Sepúlveda na criação do manifesto do swipe consciente, questionando se faz sentido estares nas dating apps, aprendendo a gerires expectativas e criando uma conexão significativa com menos jogos e mais vulnerabilidade.Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto, consultoria técnica da Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e a voz de Pedro Cadavez.Documentário Netflix: Um Longo Terceiro EncontroSe quiseres apoiar este podcast, podes:Pagar-nos um café!ouSubscrever uma assinatura paga | — | ||||||
| 2/14/25 | ![]() T3.E0. Tinderella Reunion | Quem diria? Depois de três anos, aqui estamos nós outra vez!Tinderella: O Amor nos Tempos do Digital está de volta para continuar a conversar sobre online dating e todas as voltas que o amor dá no mundo digital. Desde o nosso primeiro episódio, muita coisa mudou, mas a vontade de encontrar boas conexões e construir um amor continua bem viva. Numa altura em que apenas 41% da população portuguesa está casada (INE, 2022) acreditamos que mais do que nunca devemos debater esta questão. Neste episódio falamos dos nossos próprios perfis, partilhamos as nossas bios em diferentes apps, descobrimos apps novas – o Hinge, o 3F e o Linkedin! - e entre encontros falhados, regras de etiqueta, novas tendências e histórias inesperadas discutimos se o online dating se mudou de armas e bagagens para os jantares com desconhecidos e Timelefts desta vida! Debatemos ainda algumas abordagens ao dating como o sex-on-demand, para lá do Netflix and Chill, falamos do aluguer de amigos à hora e discutimos as projeções que fazemos nas pessoas com quem nos cruzamos no mundo digital. No final concluímos que talvez andemos a investir menos e cansarmo-nos mais! Será que no final do dia estamos todos com mais vontade do que disponibilidade? Haverá alguma receita para o sucesso, ou continuamos à espera de um jackpot? Estaremos a deixar passar boas oportunidades sem apostarmos e irmos a jogo?Nesta temporada, Miss Lolita von Tease, Miss Carolina von Sweet Trap e o Sargent Picky querem ir mais fundo (salvo seja!), ouvir mais as vossas experiências e testar alguns desafios ousados! Além disso, mudámos de casa — agora podem ouvir-nos na Rádio Metropolitana do Porto à 5.ª feira pelas 22h! Escolhemos o Dia dos Namorados para este aguardado regresso, para que não se sintam tão sozinhos/as! Preparem-se, porque esta temporada promete — e o amor continua à solta!Este podcast foi produzido com o apoio da Rádio Metropolitana do Porto , consultoria técnica da Rita Sepúlveda, a edição é de Ana Azevedo, o design e logótipo de Joana Lírio e a voz de Pedro Cadavez. | — | ||||||
| 2/14/22 | ![]() T2. E19. Menos Tinder, Mais Amor | Bem-vind@s ao último programa da 2ª temporada deste podcast! Desta vez Miss Lolita von Tease convidou a sua amada partnere Miss Carolina von Sweet Trap e o seu amado Sargent Picky para descobrir qual deles será o próximo apresentador! Sentem-se preparad@s para descobrir connosco?Num episódio que mais parece um concurso do Quem Quer Ser Milionário, viajamos ao longo de 15 perguntas sobre a história do online dating, os dados de utilização do Tinder, alguns dados sobre este podcast e – claro! – a vida amorosa da nossa Lolita. Teremos para tal também as ajudas telefónicas (quem serão?!) e as ajudas do público que contribuiu através do nosso Instagram (https://www.instagram.com/tinderelladoporto). Não sem antes viajarmos brevemente por mais uma temporada e por aquilo que aqui fomos aprendendo.Neste episódio percebemos porque é que a Lolita é como o centro de emprego, incineramos a Vodafone como potencial patrocinador e discutimos as mamas novas da Beatriz Gosta, enquanto descobrimos que o nosso Sargent Picky não tem interesse em descobrir o que são dates católicos, porque é que francesinha é uma péssima ideia para um date, qual a relação entre a percentagem de ouvintes masculinos do podcast e a apresentadora e como é que chá da cueca pode explicar este número.No final temos uma novidade muito especial sobre o futuro deste podcast enquanto apelamos a dates da Lolita que queiram vir falar connosco! Se isto não é Amor, não sabemos o que possa ser! Feliz Dia de São Valentim! | — | ||||||
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| 2/12/22 | ![]() T2. E18. O Amor Também É Próprio | No penúltimo episódio desta temporada, Miss Lolita von Tease e Miss Carolina von Sweet Trap continuam solteiras sem príncipe encantado à vista e convidam a terapeuta Márcia Inês Coelho, provavelmente a única convidada que nunca abriu o Tinder na vida, para falar sobre como podem amar-se a elas próprias melhor.Numa conversa em que aprendemos que as relações saudáveis e satisfatórias são um processo, em que falamos sobre o desconforto que as relações amorosas nos provocam, discorremos sobre a necessidade de muitas vezes também frustrarmos ou outro, questionamos o nosso detetor inato de autenticidade e debatemos as pessoas que preferem ficar na bancada da vida e aquelas que escolhem a arena e a possibilidade de se ferirem.Será que o amor-próprio também tem limites? Será que podemos amar os outros sem nos amarmos a nós mesmos? E o que são relações co-dependentes? Porque é que temos tanto medo da rejeição? Como é que podemos relacionarmo-nos saudavelmente com os outros se não o sabemos fazer connosco próprios? Qual o impacto das alterações do nosso contexto socioafetivo em pleno século 21? Será que a tecnologia nos tira a capacidade de lidarmos com o desconforto nas nossas dinâmicas relacionais? Como é que as nossas fragilidades podem ser uma ameaça a nós mesmos?Num episódio muito importante e atual focado na única relação garantida que teremos para a vida, aprendemos que amor próprio é termos a responsabilidade afetiva para connosco mesmos enquanto saboreamos melhor o processo de nos conhecermos e aprendemos a cuidar melhor das nossas necessidades também. | — | ||||||
| 2/4/22 | ![]() T2. E17. A Culpa é dos Pais! | Neste 16.º episódio Miss Lolita von Tease e Miss Carolina von Sweet Trap deitam-se no divã da psicanalista Sílvia Baptista para falarem sobre a infância, os famosos mummy e daddy issues e os impactos destes nas nossas relações futuras. Serão as interações no online dating assim tão diferentes das interações na vida fora da rede? Será que não usamos apenas o online dating para nos evadirmos do cansaço da vida que temos? E será que nos fartamos do online dating quando a ilusão se quebra e este se parece demasiado com a vida real? Será que existem mesmo mummy e daddy issues? De que forma o mistério pode alimentar a sexualidade de uma relação? Será que o sexo precisa mesmo de hora marcada? Numa conversa muito psicanalítica percebemos o que é que o Tinder e os bailes têm em comum, porque é que a sensação de controlo no Tinder é uma ilusão, de que forma as nossas relações da infância acabam por estruturar todas as outras, a forma como passamos a vida a evitar o desconforto e cada vez corremos menos riscos e como é que o narcisismo pode ser fundamental na vida online e offline.Num episódio muito peculiar percebemos melhor o apelo da Lolita pelas fardas – de bombeiros em especial! – e de que forma os homens de turnos lhe podem tramar a vida. A culpa é obviamente dos pais! | — | ||||||
| 1/28/22 | ![]() T2. E16. Já Não Há Contos de Fadas | Quase no final da 2ª temporada do podcast, Miss Lolita von Tease e Miss Carolina von Sweet Trap decidem fazer uma sessão de terapia, que acreditam que conte como terapia de casal, para perceber porque é que já não há contos de fadas em pleno século XXI.Será que andamos mesmo todos à procura de um final feliz? Ou homens e mulheres procuram coisas diferentes? O que é efetivamente o sucesso de uma relação? Como se mede? E porque é que o amor romântico, que parece ser a nova religião, ditou o fim do casamento? Será que o online dating nos tornou monogâmicos em série? Será que em tempos de neocapitalismo liberal o Tinder veio apenas monetizar uma necessidade humana básica de conexão? Qual é afinal a equação matemática que explica o Amor? E será que há limites para a honestidade numa relação? Numa conversa muito terapêutica respondemos a tudo isto e falamos ainda da paixão enquanto produto cultural dos nossos dias, dos pontos positivos da aceleração próprio do online dating, dos custos de uma relação, de como é que autossuficiência emocional pode ser danosa nas nossas vidas, dos impactos das nossas relações de infância na nossa vida amorosa e de que forma o mundo do trabalho atual acaba por impactar negativamente o Amor.Num episódio muito especial em que as nossas apresentadoras se deitam no divã, percebemos porque é que já não há contos de fadas e quais os motivos para que não vivamos felizes para sempre. Ainda que possamos sempre reescrever a nossa história de encantar! | — | ||||||
| 1/23/22 | ![]() T2. E15. O Que as Mulheres Querem - Parte 2 | Neste episódio em que voltámos a ter apenas conversas de raparigas com as primas Marylin von Tease e Lara von Sweet Trap questionámo-las sobre se gostariam ou não de saber o que os homens pensam quando estão num date com elas. E percebemos claramente que as Mulheres são de Vénus e os Homens de Marte!Numa amena cavaqueira só no feminino percebemos como encontrar defeitos em todos os homens pode ser um sinal de indisponibilidade, qual a importância da resiliência na construção de uma relação, como a independência também pode ser uma falácia dos amores modernos, como é fundamental encontrarmos um parceiro que nos diga as verdades inconvenientes e como é que se acaba uma relação quando há filhos e/ou enteados pelo meio. Mas será que o Tinder é na verdade um meio para sermos mais honestos? O que é que explica o fenómeno das dick pics? Quando é que percebemos que nos estamos a auto sabotar numa relação? Como se gere a responsabilidade de sabermos que alguém está apaixonado por nós? E quais são os maiores perigos de uma relação desequilibrada?Numa das conversas mais profundas e simultaneamente leves desta temporada descobrimos as semelhanças entre uma rinoplastia e uma ida ao supermercado. Porque não é preciso saber o que os homens pensam quando os conseguimos ler só pelo olhar! | — | ||||||
| 1/19/22 | ![]() T2. E14. O Que os Homens Querem - Parte 2 | No episódio em que voltámos a sentar à mesa os primos Nuno von Tease e Gordon von Sweet Trap perguntámos se gostariam de saber o que as mulheres pensam quando estão num date com eles. E a resposta surpreendeu-nos!Ao longo desta conversa discutimos quais as melhores aplicações de online dating, como é que ser picuinhas na escolha pode indicar maior compatibilidade, mas piores experiências de encontros, quais as coisas mais estranhas e insólitas que já lhes aconteceram e de que forma o paradoxo da escolha pode dificulta esta procura pelo amor. Mas será que estamos menos disponíveis para o trabalho que dá uma relação ou o nosso trabalho é que nos deixa menos disponíveis para o amor? Será que é preciso investir tempo e dinheiro num encontro ou a conexão é que o segredo? Quais são os maiores turn offs dos homens? E os filhos são ou não um impedimento a uma relação? Que pistas é que os primos deixaram para que as mulheres possam ter mais sucesso com os homens?Numa das mais divertidas conversas desta temporada descobrimos quais as perguntas de diagnóstico que a Miss Lolita faz aos pretendentes e quais são afinal as nossas linguagens do amor. Porque achamos que nem os homens sabem realmente aquilo que querem! | — | ||||||
| 1/10/22 | ![]() T2. E13. O Que as Mulheres Querem - Parte 1 | Num episódio exclusivamente feminino, com as primas Marilyn von Tease e Lara von Sweet Trap falamos sobre o que é que afinal as mulheres querem e procuram no online dating!Numa conversa leve percebermos a dificuldade em conhecermos pessoas, como é que as apps de online dating podem também ser ferramentas de auto-conhecimento, quais os critérios que nos fazem rejeitar homens, como utilizar as videochamadas para despistar possíveis situações de catfishing e quais devem ser as boas práticas ao utilizar as aplicações de online dating. Mas será que há ou não seleção natural no online dating? Será que não estarmos sempre disponíveis é importante? E muitos dos comportamentos desadequados não serão afinal desconhecimento do código de conduta na utilização destas ferramentas? Qual será o contributo de apps como o Tinder na emancipação feminina?Num episódio em que descobrimos que não há homens fora da nossa liga falamos também de como encontrar um homem disponível é como encontrar um emprego. E parece que nesta economia somos nós mulheres a contratar! | — | ||||||
| 12/24/21 | ![]() T2. E12. O Que os Homens Querem - Parte 1 | No décimo segundo episódio sentamos à mesa os primos Nuno von Tease e Gordon von Sweet Trap para nos responderem as todas as nossas dúvidas e perguntas sobre o que é que afinal os homens querem e procuram no online dating!Numa amena cavaqueira em família descobrimos qual é a melhor forma de se meter conversa com um match no online dating, qual a importância de uma bio bem escrita e com informação, quais as diferentes abordagens no Tinder e quão picuinhas eles são ou não, na hora de escolher uma mulher. Mas será que eles acreditam mesmo que é possível encontrar o amor no online dating? E quais serão os critérios destes rapazes para fazerem swipe right ou swipe left a uma mulher no online dating? O que é que afinal eles procuram numa mulher? Quem seriam as mulheres conhecidas com quem eles fariam match sem hesitar? E qual é o plano deles para um primeiro date?Num episódio em que queremos desbravar as mentes masculinas descobrimos também que o amor parece ser um percurso de obstáculos que vamos falhando em diferentes etapas. Ainda não sabemos o que os homens querem, mas pelo tentámos! | — | ||||||
| 12/17/21 | ![]() T2. E11. Confissões de Duas Tinderellas | Neste episódio decidimos virar o jogo ao contrário e conhecer um bocadinho melhor as nossas apresentadoras. Para isso convidámos Sargeant Picky para subir ao palco e dar voz a este podcast fazendo as perguntas difíceis às nossas Tinderellas de serviço, que é como que diz Miss Lolita von Tease e Miss Carolina von Sweet Trap.Numa conversa animada ficamos a saber como começa a história do primeiro podcast de online dating em Portugal, como é que as duas se conheceram sem nunca terem estado juntas até hoje, como surgem as ideias dos episódios, se haverá ou não uma terceira temporada, qual o date mais insólito que já tiveram e se acreditam mesmo na possibilidade de encontrar o Amor no online dating. E qual será a melhor app de online dating para as nossas Tinderellas? Será que somos nós que escolhemos ou é o algoritmo que escolhe por nós? Como é um bom primeiro date? Qual será a pior forma de meter conversa? Porque é que as pessoas não mostram a cara no online dating? Como se dá uma tampa a alguém? E sexo no primeiro encontro: sim ou não? Afinal o que é o amor? No episódio em que descobrimos quando é que esta temporada chega ao fim, descobrimos também as opiniões, visões e segredos das nossas Tinderellas que aceitaram confessar-se ao misterioso Sargent Picky! Oiçam-nas e perdoem-nos! | — | ||||||
| 12/10/21 | ![]() T2. E10. O Amor Não Tem Idade | O décimo episódio deste podcast fala sobre o Amor em qualquer idade com a Graça Peralta, mulher do Norte com 58 anos e participante do programa da SIC, Casados à Primeira Vista.Neste episódio, apesar de falarmos do amor maduro, percebermos como este é uma brincadeira de crianças, quais as diferenças geracionais na forma como homens e mulheres olham para o amor, para o sexo e para o casamento, dos desafios do amor intergeracional, das diferenças entre amor, paixão, casamento e romantismo e dos ciúmes nas relações amorosas.Como será que se superaram crises numa relação? Será mesmo possível uma segunda oportunidade? E será que há truques e estratégias infalíveis para uma relação a dois? Qual será a semelhança entre a sexualidade e um menu de restaurante? Num programa em que descobrimos o que a história da Cinderela tem em comum com a pornografia, percebermos também que cada relação tem de ser um fato de alfaiate que só serve aquele par.O amor pode não ter idade, mas a idade traz sabedoria ao amor! | — | ||||||
| 12/3/21 | ![]() T2. E9. Her: O Amor no Feminino | No nono episódio desta temporada, a Lolita voltou a aprontar das suas e criou um perfil no Her para ver como era o amor lésbico! Será que foi melhor ou pior sucedida que no mundo gay e no Grindr?Num episódio em que convidámos uma mulher lésbica solteira e uma comprometida percebemos que há diferentes formas de nos percebermos lésbicas, de que é difícil para as mulheres meterem conversa umas com as outras e de que forma o online dating veio democratizar o amor lésbico, enquanto falamos também dos primórdios do online dating com o MIRC e o Gaydar girls.Mas será que é difícil aceitar quem foge do padrão ou será mais difícil aceitar que fugimos do padrão? Como se pode ser feminina sendo lésbica? Será a sociedade portuguesa ainda preconceituosa? E como podemos mudar mentalidades? Num episódio exclusivamente no feminino respondemos a isto enquanto discutimos como o online dating veio maximizar a possibilidade de encontrarmos o amor.Porque todes merecemos Amor! | — | ||||||
| 11/27/21 | ![]() T2. E8. Grindr: O Amor no Masculino | No episódio 8 temos uma revelação bombástica: A Lolita fez catfishing! Em nome da ciência, a nossa Miss Lolita criou um perfil falso no Grindr para experimentar a app e o número de mensagens e conversas que teve deixou-nos a todos de boca aberta!Num episódio em que falamos de apps de online dating para gays, convidámos um casal que se conheceu online e aquele que é considerado o homem perfeito da nossa Lolita. Neste episódio falamos da rapidez do tempo em que vivemos, da ausência de romantismo atual, do aborrecimento crónico de que sofremos nas apps de online dating e de como esta oferta, ou aquilo que Helen Fisher (consultora especialista do Tinder) chama de paradoxo da escolha, nos pode estar a dificultar o Amor. Falamos também das diferenças de comportamento de engate entre homens e mulheres e como o online dating pode ser comparado aos classificados eróticos do jornal de antigamente.Mas será que os homens são de facto mais promíscuos que as mulheres no que toca aos encontros? Será que apps de online dating são as novas lojas das doces das crianças? E que cuidados de segurança devemos ter nestas apps? Num episódio exclusivamente no masculino respondemos a isto enquanto percebermos como é se descobre que se é gay desde cedo e como se lida com isso.Porque a honestidade tem sempre de andar de mãos dadas com o Amor! | — | ||||||
| 11/21/21 | ![]() T2. E7. O Amor Não Tem Padrão | No sétimo episódio do Tinderella começamos a desconstruir a ideia do Amor com a Catarina Oliveira, também conhecida como Espécie sobre rodas (https://www.instagram.com/especierarasobrerodas)!Num episódio muito especial, Miss Lolita e Miss Carolina falam com a Catarina sobre a construção de um identidade sexual quando temos deficiência desde que nascemos ou quando ela acontece numa fase mais tardia da nossa vida, da forma como a sociedade vê as pessoas deficientes como assexuadas, como o jogo da sedução deixa de existir para alguém com deficiência e falamos até das raízes históricas que levam ao preconceito.Como será que podemos combater este preconceito desde cedo? E será que devia ou não existir uma aplicação de online dating para pessoas com deficiência? Como se vive a sexualidade sendo uma pessoa deficiente? Como podemos ser uma sociedade mais equitativa também no amor? É a estas e outras perguntas que a Catarina nos responde, ao mesmo tempo que nos ensina o que é capacitismo, o que são devolties e como o corpo se adapta a uma sexualidade nova.Porque o Amor é mesmo para todes! | — | ||||||
| 11/12/21 | ![]() T2. E6. Caso de Sucesso II: Álvaro & Carmén | Num episódio em que queremos acreditar que foi o aconselhamento da Lolita ao perfil de Tinder do rapaz que levou a este sucesso, falamos da história de amor do português de farda Álvaro e da sua galega Carmén!Numa conversa intimista e reflexiva percebemos como muitas vezes é o timing e o acaso que determinam o sucesso destas relações, a par com a vontade de que funcionem, a fluidez com que se desenvolvem e a comunicação. Também falamos de catfishing, de como dizer a alguém que não queremos continuar e da saturação que o online dating provoca a todos, enquanto relembramos a importância de tratar as pessoas do outro lado do ecrã como seres humanos.No 6.º episódio voltamos a confirmar que ainda é possível acreditar no Amor, com ou sem casamento! Mas será que trazer a família para a relação é um fator que potencia o sucesso ou a desgraça? E terá o confinamento e a pandemia ajudado a esta história de amor? E como gerir as relações passadas que fazem parte da nossa história? É isto que o Álvaro e a Carmén nos contam neste episódio.Para que nunca percamos a esperança e não deixemos de acreditar no Amor! | — | ||||||
| 11/5/21 | ![]() T2. E5. Caso de Sucesso I: Nuno & Joana | No quinto episódio do Tinderella conhecemos a história de amor ao primeiro swipe do Nuno e da Joana!Numa conversa muito divertida com este casal, ficamos a saber como é que a Joana encontrou o amor no primeiro match que deu com aquele que é conhecido como o Rei do Tinder! Numa história digna de qualquer filme de Hollywood (eles preferem o Goldfinger do 007!) falamos sobre táticas de análise dos perfis de Tinder, sobre a importância da comunicação, da empatia, de ser seguro/a e sentir segurança, de arrumar bem a bagagem do passado e do bom senso numa relação. Pelo meio, percebemos que há sempre chatices, contratempos e coisas que não correm bem, mesmo nas histórias de amor e percebemos também que até o Rei do Tinder tem um lado de ursinho carinhoso.Se dúvidas havia, neste episódio confirmamos que é possível viver uma história de amor que começa no Tinder. Mas será que começar uma relação depois dos 40 anos é um fator de sucesso? Quais serão os segredos para que menos de 1 ano depois de terem dado match este casal já viva junto e esteja a planear casar? É isto que o Baron von Monta e a Galore nos vão desvendar durante este episódio enquanto falam da sociedade patriarcal e de não haver regras para os encontros quando gostamos de outra pessoa!Esperemos que gostem tanto deles como nós gostámos de os conhecer! Um brinde à Esperança e ao Amor!!! | — | ||||||
| 10/29/21 | ![]() T2.E4. O Amor (da Catarina Beato) Resolve-se Sozinho | O quarto episódio do Tinderella: O Amor nos Tempos do Digital tem como convidada Catarina Beato, o primeiro caso de sucesso do online dating!Hoje falamos de desilusões amorosas, de corações partidos, do impacto dos filhos em novas relações e do trabalho que dão as relações e o Amor. Numa conversa intimista conhecemos a história de amor da Catarina e do Pedro e a forma como as redes sociais e o online dating impactam as novas relações da nossa geração, como o Tinder pode ser um jogo e as dificuldades de manter uma relação.Será que à semelhança da vida, também o Amor se resolve sozinho? É isso que vamos descobrir no episódio de hoje enquanto falamos de coisas que podem levar ao sucesso ou ao falhanço das relações.Instagram: https://www.instagram.com/tinderelladoporto | — | ||||||
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