
vibes em análise
como a psicanálise pode nos ajudar a refletir sobre o mundo em que vivemos e as mudanças do nosso tempo? o podcast da @floatvibes traz sessões de análise com os pesquisadores e psicanalistas André Alves @andre.alves.oli ...
Insights from recent episode analysis
On the show
- Paula Sibilia1 ep
- Veronica Domingues1 ep
- Jana Viscardi1 ep
Also: Fabio Belo, psicanalista, Guilherme Terreri, Monique Evelle, Ana Suy, Mario Eduardo Costa Pereira, Marcela Ceribelli, David Nemer, Maria Nogueira
Audience Interest
Podcast Focus
Publishing Consistency
Insights are generated by CastFox AI using publicly available data, episode content, and proprietary models.
Most discussed topics
Brands & references
Total monthly reach
Based on 1 signal.
Built from
By chart position
- 🇧🇷Brazil · Society & CultureHOME#976K to 403K
- 🇨🇱CL · Society & Culture#15532 to 167
- Per-Episode Audience
Est. listeners per new episode within ~30 days
76K to 403K🎙 Sporadic cadence·69 episodes·Last published 6d ago - Monthly Reach
Unique listeners across all episodes (30 days)
76K to 403K🇧🇷100% - Active Followers
Loyal subscribers who consistently listen
30K to 161K
Market Insights
Platform Distribution
Reach across major podcast platforms, updated hourly
Total Followers
—
Total Plays
—
Total Reviews
—
* Data sourced directly from platform APIs and aggregated hourly across all major podcast directories.
| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 10/15/26 | ARTE & SAÚDE MENTAL | uma angústia pode caber num desenho.e o desejo se inscrever em um poema.o luto pode encontrar voz na músicaa solidão se revelar numa fotografia…e um trauma se desdobrar em “pura ficção”.isso não significa que uma manifestação artística vai simplesmente dar conta das nossas questões emocionais.mas tudo aquilo que a gente vive psiquicamente pode ser externalizado e representado… e nesse processo de simbolização, também dá para inspirar e tocar as outras pessoas… e ainda provocar bons questionamentos.na atualidade, tem um grande paradoxo diante de todos nós:nunca houve tanto acesso a estímulos criativos e sensoriais, ao mesmo tempo que tem uma saturação de ruídos e conteúdo slop. e isso vai provocando um esvaziamento de sentido no consumo de objetos culturais. a gente sabe que a arte sempre foi um campo de elaboração do sofrimento humano. só que hoje essa capacidade fica tensionada com tantas formas novas de mal-estar:a hiperconectividade, a lógica algorítmica, a performance contínua de si e a dificuldade de sustentar experiências com profundidade… só pra nomear alguns sofrimentos. por isso vale a gente se perguntar: quais são relações entre arte e saúde mental ao longo da história? e no contemporâneo?— a arte na terapia e a arte como terapia.— a relação entre psicanálise e surrealismo…— o poder da interpretação e da catarse coletiva…e mais: como diferentes expressões artísticas podem atuar como dispositivos de projeção.. de deslocamento e transformação subjetiva?mam - curso ARTE & Saúde Mental: experiências do sensível. clique aquioutro episódio do Vibes em Análise citado:NOSTALGIA & REGRESSÃOpara mais VIBES,acesse os perfis da float:InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Jessica Nunesedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome | 1h 13m 06s | ||||||
| 9/18/26 | QUEM AMA CONTROLA? | você já escutou aquela expressão “quem ama cuida”. mas o que seria exatamente “cuidado” nos dias de hoje?um tempo em que a gente dispõe de tantas ferramentas de controle e de vigilância sobre a vida, especialmente a vida dos outros. supostamente… na melhor das intenções.“por que você demorou tanto pra responder?”“nossa, nem visualizou” “qual é a senha do seu celular?”“me avisa quando chegar”ou a clássica “me avisa a hora que vc estiver livre”como se, nessa vida tão corrida, até a liberdade de cada um pudesse ser monitorada ou vigiada. o controle pode vir com cara de preocupação e proteção, mas será que não tem outros sentimentos em jogo?e aí como ficam esses vínculos de co-dependência entre casais? ou entre amigos? ou o oposto: o medo exagerado disso acontecer.e na parentalidade? até onde pais e mães devem e conseguem controlar a vida dos seus filhos?no fim, é sempre um desafio suportar a autonomia do outro. as suas escolhas, a sua rotina, suas vidas on e offline. ainda mais quando tem tanta gente que sente prazer em controlar. e uma boa quantidade de pessoas que sente prazer em se sentir controlado.a questão é que a gente nunca vai saber de TUDO sobre o desejo do outro. mas ainda assim… podemos confiar? e conseguimos nos sentir amados?outros episódios do Vibes em Análise citados:COMPULSÕES DIGITAISCONVERSAS QUE NÃO CONSEGUIMOS TERpara mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Jessica Nunesedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome | 1h 16m 28s | ||||||
| 6/4/26 | orgulho nacionalvergonha nacional+5 | — | QuatestGlobo | Brasil | Brasilorgulho+5 | — | 1h 30m 17s | ||
| 5/14/26 | traumamental health+3 | Maria Nogueira | — | — | traumamental health+5 | — | 1h 32m 06s | ||
| 4/30/26 | tecnoadicçãocompulsão digital+5 | David Nemer | Universidade da Virgínia | — | tecnoadicçãocompulsão digital+6 | — | 1h 29m 29s | ||
| 4/16/26 | communityindividuality+4 | Paula Sibilia | UFF | — | communityindividuality+6 | — | 1h 31m 04s | ||
| 4/2/26 | fetishessexuality+4 | Veronica Domingues | — | — | fetichesexo+5 | — | 1h 13m 42s | ||
| 3/19/26 | communicationrelationships+3 | Jana Viscardi | — | — | communicationdifficult conversations+5 | — | 1h 33m 54s | ||
| 12/11/25 | nostalgiacultural infantilization+4 | Fabio Belo | UFMGConversas virtuais sobre psicanálise | — | nostalgiacultural infantilization+6 | Hinge | 1h 24m 30s | ||
| 11/13/25 | trabalhogestão de tempo+5 | psicanalista | Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo | — | trabalhoestresse+5 | — | 1h 24m 54s | ||
Want analysis for the episodes below?Free for Pro Submit a request, we'll have your selected episodes analyzed within an hour. Free, at no cost to you, for Pro users. | |||||||||
| 10/23/25 | social mediaonline outrage+3 | Guilherme Terreri | floatvibes | — | rage-baitingsensationalism+3 | — | 1h 29m 39s | ||
| 10/9/25 | autocuidadosociedade+4 | Monique Evelle | NÃO SABER DIZER NÃO | — | dizer nãoautocuidado+5 | — | 1h 14m 01s | ||
| 9/25/25 | betrayalrelationships+3 | Ana Suy | — | — | betrayaltrust+5 | — | 1h 19m 58s | ||
| 9/11/25 | insomniapsychoanalysis+3 | Mario Eduardo Costa Pereira | floatvibes | — | insomniasleep+5 | Emma ColchõesVIBES | 1h 25m 59s | ||
| 6/5/25 | aversãoranço+3 | Marcela Ceribelli | Obviousfloatvibes | — | rançoaversão+4 | — | 58m 03s | ||
| 5/13/25 | INTIMIDADES SINTÉTICAS | o filme Her (Ela), de 2013, onde um escritor se apaixona por sua assistente virtual, nunca pareceu tão atual. e é muito curioso pensar que a ficção futurista se passa exatamente em 2025.segundo o Institute of Family Studies, 1 em cada 4 jovens adultos acha que namorados/as gerados por IA podem vir a substituir o romance na vida real. e uma pesquisa da Talk, mostrou que 31% dos brasileiros acreditam que as pessoas deveriam ter o direito de casar com uma IA. enquanto isso, a OpenAI (criadora do ChatGPT) alega uma suposta preocupação sobre usuários que estão se tornando emocionalmente dependentes de IAs. mas o problema também está aqui entre nós, pois as relações entre humanos não andam nada bem. não só estamos sofrendo de solidão e nos relacionando menos, mas nossa saúde social é cada vez mais atravessada e intermediada pelas lógicas bastante nocivas das ferramentas digitais. conquistar e cultivar intimidade se tornou um desafio do nosso tempo. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a psicanalista e pesquisadora de relacionamentos Carol Tilkian do projeto Amores Possíveis.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substack.faça parte do nosso grupo no Telegram.e se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar, eliminar os breaks comerciais e ainda receber conteúdos exclusivos, pode nos apoiar através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomerefs.Reinvenção da Intimidade — Christian DunkerYour A.I. Lover will change you — The New YorkerO amor rasteiro das máquinas inteligentes — Deivison Faustino (Outras palavras) | 1h 15m 08s | ||||||
| 4/15/25 | CAFÉ COM DEUS PSICANÁLISE | a religião pertence ao campo das ilusões? a fé é um mecanismo de alienação psíquica?na psicanálise, Freud não diz que Deus não existe, mas nos convida a pensar em como a religião é uma espécie de neurose coletiva — uma doutrina que pode nos guiar e orientar em direção à transcendência e espiritualidade… ou nos aprisionar em um modelo de controle social ou mesmo em uma mentalidade de seita; até porque toda religião sempre envolve um exercício de poder.para complicar, os períodos de grandes incertezas e instabilidade são conhecidos pelo aumento do apelo às religiões, ainda mais no Brasil, onde 90% da população (Ipsos) acredita que Deus ajuda a superar crises. esse é um pacto coletivo que assegura nossa inserção na cultura e na civilização, e que tenta proteger o ser humano do desamparo existencial. ao mesmo tempo, sabemos que a religião também pode servir justamente para fazer uso e tirar aproveitar do nosso desamparo. aí realmente… é aquele Deus nos acuda.* para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos a economista e ativista Alessandra Orofino do podcast Calma Urgente e o psicanalista e professor no Instituto de Psicologia da USP, Gabriel Binkowski.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokassine nossa newsletter no Substackfaça parte do nosso grupo no Telegrame se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar, eliminar os breaks comerciais e ainda receber conteúdos exclusivos, pode nos apoiar através do apoia.sepesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomerefs.O Futuro de uma Ilusão — Freud Religião e psicanálise - Gabriel Binkowski, Edin Abumanssur, Eduardo Silva (Orgs)A fé e o fuzil: Crime e religião no Brasil do século XXI — Bruno Paes Manso | 1h 24m 28s | ||||||
| 3/27/25 | MAL-ESTAR NA ADOLESCÊNCIA | ser adolescente nunca foi fácil. é o furacão de hormônios, as inseguranças da sexualidade, a pressão dos pais, da escola, dos amigos, da vida social. e, no meio de tudo isso, ainda ter que decidir o que fazer da vida (/do futuro). é uma fase inevitável de angústias, incertezas e novos sintomas. só que o estado atual do mundo tem intensificado ainda mais esse caldeirão pulsional. a juventude é, afinal, a esponja do mundo. ou seja, absorve e intensifica as características mais potentes — ou mais destrutivas — do espírito do tempo. por isso mesmo, ser adolescente hoje vem com uma camada extra de pressão: do sucesso na internet à busca pela beleza perfeita. do desempenho máximo ao sonho de se tornar bilionário. e, claro, a responsabilidade de salvar o mundo. e assim, uma etapa da vida que é fundamentalmente sobre experimentação pode se tornar uma experiência desafiadora de inadequação.das crises de saúde mental ao bullying e episódios de violência, adolescer nos tempos atuais é uma condição de mal-estar. ainda mais quando a sopa de letras da teoria geracional insiste em propagar estereótipos e preconceitos. sim, a juventude atual merece mais do que um diagnóstico de “geração perdida”. para expandir a nossa escuta sobre esse tema, convidamos o comunicador e pesquisador o Matheus Sodré e o psicanalista e também pesquisador Sandro Cavallote. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo no Telegrame assine nossa newsletter no Substacke se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar, retirar os breaks comerciais e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar apoiador da floatvibes através do apoia.sepesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsEsse Sujeito Adolescente — Sonia AlbertiDocumentário Social Studies Geração Quarto — Hugo Monteiro | 1h 13m 19s | ||||||
| 3/11/25 | CULTO AO AUTOCONTROLE | estudar mais. trabalhar melhor. retomar a dieta. parar de fumar. praticar exercícios físicos. dormir e acordar na hora certa…é tudo uma questão de disciplina e força de vontade? se você acredita que sim, parabéns! você é seguidor do CULTO AO AUTOCONTROLE.em um tempo tomado pelo desempenho, a internet e a cultura estão cheias de abordagens, métodos, conteúdos e objetos culturais que prometem sucesso e bom desempenho, desde que o sujeito contemporâneo seja muito dedicado, rigoroso.. e, claro, consiga dominar tudo o que sente e faz. na tentativa de lidar melhor com essa crescente demanda por autocontrole, recorremos aos campos da Inteligência Emocional, Estoicismo, Terapia da Aceitação e Compromisso, Neurociência, Hábitos Atômicos, Detox e Menus de Dopamina… e tantas outras abordagens e discursos.ironicamente, o que não falta são queixas de falta de foco e procrastinação. daí o que o sujeito do CULTO AO AUTOCONTROLE faz? mergulha em frustração, culpabilização, vergonha e doses implacáveis de autocrítica. uma busca pela melhor versão que, geralmente, não acaba nada bem. não dá pra viver no descontrole , mas também não vai dar pra só alimentar uma contínua guerra contra si mesmo. e para nos ajudar a elaborar esse tema, convidamos o Thiago Guimarães, que você talvez conheça como Ora Thiago, o canal em que ele fala sobre cultura pop e comportamento. para mais VIBES, acesse os perfis floatvibes: InstagramTikTokfaça parte do nosos grupo no Telegramassine nossa newsletter no Substacke se vc quiser ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se!pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaraedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsAgainst Self-Criticism — Adam Philips A estetização do mundo, Gilles Lipovetsky e Jean Serroy PRODUTIVIDADE (em tempos de IA) | 1h 10m 14s | ||||||
| 2/20/25 | O SILÊNCIO DO ABUSO | existem dores e machucados que você enxerga… como um hematoma ou uma cicatriz na pele. tem outras que se escondem na nossa alma. são as feridas que povoam nossa mente… e que muitas vezes nos silenciam, e a gente já nem sabe como tentar se curar ou pedir ajuda.abusøs e assédiøs acontecem de muitas formas: no físico, psicológico, no verbal, não-verbal. um toque não consentido, uma palavra que humilha, um segredo que nos corrói por dentro. esse é um mal mais comum do que se pensa, que se infiltra em espaços onde deveria existir segurança — na nossa casa, no ambiente de trabalho, na escola, no transporte público, nas nossas relações com estranhos que acabamos de conhecer… ou com pessoas muito muito… íntimas.falar mais sobre esse tema tão difícil é imprescindível porque precisamos nos educar, nos fortalecer, desconstruir mitos e medos. e romper com o pacto de silêncio que encobre a violência. é dar suporte a quem precisa, criar redes de acolhimento, fortalecer leis que possam proteger e punir.e, acima de tudo, é preciso falar mais e escutar mais — sem invalidar, sem minimizar. quando um relato desses encontra espaço, quando uma vítima é vista e acreditada e protegida, o ciclo começa a se romper. e, um dia, talvez… O Silêncio do ABUSO se transforme em justiça e cura.para expandir nossa escuta e trazer vozes femininas importantes para essa conversa, contamos com as participações da psicanalista Ana Laura Prates e da jornalista e escritora Milly Lacombe.para mais VIBES, acesse os perfis floatvibes: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo no Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar membro através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação, edição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refs.Por que o homem comum estupra? — Vera IaconelliO corpo guarda as marcas: Cérebro, mente e corpo na cura do trauma — Bessel van der KolkFerenczi — Christian Dunker | 1h 18m 28s | ||||||
| 12/26/24 | SAUDADE DO FUTURO | as emoções dessa época de virada do ano sempre nos provocam a pensar no nosso grau de impotência (ou impossibilidade) perante o futuro. afinal, o que está nas nossas mãos para repetir, mudar ou simplesmente deixar ir?já faz tempo que muitos teóricos e autores chamam atenção para uma noção de futuro obscuro na contemporaneidade; uma espécie de colapso da capacidade humana de imaginar e projetar futuros desejáveis para o sujeito e para o coletivo.e é entre sentimentos ambíguos de nostalgia, esperança, medo, grandes expectativas e frustrações, que chegamos nessa hora mágica de encarar nossos sonhos e desejos e se lançar à incerteza do amanhã.para ampliar o entendimento sobre essas passagens temporais, contamos com a participação do Renato Noguera, doutor em filosofia pela UFRJ, professor, autor de diversos livros, e pesquisador do Laboratório de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.—pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Zamundaedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácomeesse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refsDepois do Futuro — Franco BerardiRevista Cult — O lento cancelamento do futuro O desaparecimento dos rituais: Uma topologia do presente — Byung-Chul Han | 1h 04m 28s | ||||||
| 12/3/24 | CYBERCONDRIA | você sofre de medo ou preocupação excessiva com doenças? e como os conteúdos sobre saúde, diagnósticos e tratamentos intensificam esses sentimentos? hipocondria é um nome um tanto problemático para fazer referência a um tipo de transtorno psíquico de ansiedade que faz o sujeito sofrer da dúvida ou certeza de doenças que não consegue identificar ou tratar.mas o que acontece quando esse fenômeno é potencializado por uma condição cronicamente online — marcada pelo ritmo algorítmico do conteúdo, por uma crescente onda de médicos creators e influenciadores que têm suas próprias doenças como vertical editorial? nesse contexto hipermidiático, os efeitos psicossomáticos desse mal-estar podem ser ainda mais perigosos. para expandir a escuta nesse tema tão complexo, contamos com as falas dos psicanalistas Rubens M. Volich e Mario Eduardo Costa Pereira.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.pesquisa, roteiro e apresentação: André Alves e Lucas Liedkeprodução: Fernanda Ogasawaracaptação: Zamundaedição e montagem: Jessica Correaarte: Gustavo Jácome* esse episódio tem o apoio da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, bandeiras do Grupo DPSP, que se dedicam ao cuidado com a saúde e bem-estar, e que entendem que saúde mental também é uma parte essencial da qualidade de vida.refs.Impasses da alma, desafios do corpo: Figuras da hipocondria — Rubens M. VolichA Body Made of Glass: A Cultural History of Hypochondria — Caroline CramptonAs formas corporais do sofrimento: a imagem da hipocondria — Maria Helena Fernandes | 1h 00m 46s | ||||||
| 11/14/24 | CRISE & RISO | qual é o limite do humor? esse clássico debate filosófico e ético provoca conversas acaloradas há séculos. o humor pode ser considerado fútil ou inteligente. ou nobre e virtuoso. mas também grotesco... geralmente, tudo meio junto e misturado. o que parece ser unânime é que, tem dias e situações em que só o humor salva. como diz o meme, “tenho certeza que só não enlouqueci até hoje porque acho tudo muito engraçado.”mas afinal, a comédia reflete o estado atual da cultura e da sociedade ou só serve para nos deixar alienados? pode ser um tipo de saída criativa ou reflexão crítica da realidade? ou apenas nos alienar ao acharmos graça de tudo?para pensar nas funções e efeitos do humor, contamos com o ator, humorista, roteirista e escritor Gregório Duvivier. e também com a Nadja Moraes, que é psicanalista, palhaça e pesquisadora do humor. esse episódio tem o apoio da WALK, uma iniciativa criada para abrir a cabeça das marcas e ajudar elas a serem parte da solução para um mundo melhor. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.apresentaçãoAndré AlvesLucas LiedkerefsObras Completas vol. 7: O chiste e sua relação com o inconsciente — FreudFarofa da Estupidez — Maria HomemO Palhaço e o psicanalista: Como escutar os outros pode transformar vidas — Christian Dunker e Cláudio ThebasPsicanálise e Humor - por Nadja Moraes, Casa do Saber | 1h 01m 12s | ||||||
| 10/31/24 | A ERA DOS FANDOMS | swifties, fiéis, little monsters, vitta lovers, torcida tricolor, potterheads, lolzeiros. do esporte à música pop, dos games ao audiovisual, a lógica dos FANDOMS é cada vez mais dominante na cultura contemporânea.tanto é que muitas das suas gírias se tornaram o vocabulário das mídias sociais, spin-offs, admins, haters, spoilers (e outros termos desse universo) foram incorporados pela cultura de massa… e suas formas de engajamento passaram a fomentar a criatividade e inspirar diferentes manifestações de afeto nas redes: do amor ao ódio. sem falar nas piadas internas produzem os memes que sustentam nossas coleções de stickers.a cultura dos fãs forjou a internet que a gente conhece hoje. antes que a maioria das pessoas usassem as redes para qualquer coisa, os fãs já a usavam pra praticamente tudo. se fãs já foram vistos antes como “fangirls histéricas” ou "nerds esquisitos", hoje, os fãs são criadores, inovadores e, sobretudo, sujeitos que produzem, consomem e querem ser servidos. entre identificações maciças, idealizações excessivas, amores narcísicos e muito apego parassocial, A Era dos FANDOMS é uma espécie de neo-feudalismo tecnológico em que muito poder poder está concentrado nos reinos dos fãs. mas quais são os impactos dessa idolatria? e o que essa identificação tão projetiva com figuras públicas, grupos ou objetos culturais produz na nossa vinculação? ou mesmo na nossa capacidade de lidar com a diferença e com a frustração? para expandir nossa escuta, convidamos o doutor em Comunicação, pesquisador dos fãs e professor na ESPM Rio Pedro Curi; e a Adriana Amaral, jornalista, também doutora em Comunicação Social e coordenadora do CULTPOP - Laboratório de Pesquisa em Cultura Pop, Comunicação e Tecnologias. o estudo A Era dos FANDOMS é o maior estudo sobre fãs já feito no Brasil, resultado de uma parceria entre o instituto de pesquisa em cultura e comportamento floatvibes e a agência Monks.> uma prévia desse relatório está disponível para acesso gratuito.para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.apresentaçãoAndré AlvesLucas Liedke | 1h 02m 13s | ||||||
| 10/17/24 | DE REPENTE VELHOS | “a velhice é o último tabu". a famosa frase da filósofa Simone de Beauvoir resume como é difícil falar e pensar sobre o envelhecimento. ainda mais hoje com tantos produtos e discursos que nos prometem congelar e até reverter o tempo.1 em cada 2 idosos no mundo já sofreu discriminação. então se você nunca foi alvo do preconceito etário, é uma questão de tempo…só que o tema do envelhecimento vai se tornar cada vez mais inevitável pra todos nós. ainda mais no Brasil, onde a população está envelhecendo cada vez mais rápido. nesse contexto, como podemos pensar em novas relações com a velhice? a nossa e a dos outros. nesse episódio, contamos com a participação da escritora, palestrante e podcaster Isabel Dias, e também escutamos a pesquisadora Flavia Toledo. para mais VIBES, acesse os perfis da float: InstagramTikTokfaça parte do nosso grupo do Telegram,assine nossa newsletter no Substack,e se vc quer ajudar a manter esse podcast no ar e receber conteúdos exclusivos, pode se tornar um membro através do apoia.se.apresentação:André AlvesLucas Liedkereferências: A Velhice — Simone de Beauvoir A invenção de uma bela velhice — Mirian Goldenbergestudo Globo sobre envelhecimentopara mais links, acesse nosso Substack e nosso apoia.se | 1h 00m 53s | ||||||
Showing 25 of 69
Pitch Fit is a Pro feature
See how bookable this show is for guests, which brands already advertise, the per-episode ad value, and the best-fit guest and sponsor profile. The numbers are blurred on the free plan.
How readily this show books outside guests like you.
How proven this show is for host-read sponsorships.
For Guests
ProFor Advertisers
ProUpgrade to Pro to unlock guest cadence, sponsor categories, fit scores, and per-episode ad value for this show.
Chart history for vibes em análise
Peaked at #9 in Brazil, top 10 in 1 of 2 tracked markets, currently #9 in Brazil.
| Market | Genre | Peak | Current | Trend |
|---|---|---|---|---|
| Brazil | — | #9 | #9 | — |
| CL | — | #155 | #155 | — |
Chart Positions
2 placements across 2 markets.
Chart Positions
2 placements across 2 markets.