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Angels in White
Feb 2, 2026
5m 11s
O corvo abriu a janela
Feb 2, 2026
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From a distant land across the sea
Feb 2, 2026
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CROSSES WITHOUT NAMES
Feb 2, 2026
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From the unknown
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2/2/26 | ![]() Angels in White✨ | warmemory+4 | — | Angels in WhiteCrosses Without Names+3 | Brasil | heavy metalsoldiers+5 | — | 5m 11s | |
| 2/2/26 | ![]() O corvo abriu a janela | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() From a distant land across the sea | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() CROSSES WITHOUT NAMES | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() From the unknown | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() THE RAVEN OF ZHEIT | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() WHEN THE GUNS FELL SILENT | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 2/2/26 | ![]() Intro | Este álbum não é apenas uma coleção de músicas é um arquivo sonoro da memória humana em tempos de guerra. Inspirado nos conflito da década de 1940, especialmente na participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, o disco percorre histórias de soldados, enfermeiras, batalhas esquecidas, sacrifícios anônimos e do silêncio que permanece depois que os canhões se calam. Cada faixa funciona como uma página arrancada de um diário antigo, escrita com sangue, coragem e ausência. O Corvo da Zheit surge como fio condutor da obra: uma figura simbólica, eterna, que sobrevoa campos de batalha, hospitais de campanha, cidades destruídas e arquivos empoeirados. Ele não julga, não luta ele observa, registra e lembra. Onde a história oficial falha, o corvo permanece. Musicalmente, o álbum transita pelo heavy metal épico, alternando momentos de fúria, melancolia e contemplação. Canções como Angels in White e Crosses Without Names exaltam a humanidade em meio ao caos, enquanto faixas como From a Distant Land Across the Sea e When the Guns Fell Silent falam da travessia, da perda e do retorno impossível. Como contraponto irônico e histórico, a faixa bônus em forma de marchinha de carnaval remete ao Brasil dos anos 30 e 40, lembrando que, enquanto o mundo ardia em guerra, a vida seguia às vezes distraída, às vezes alheia, mas nunca imune às consequências. Este álbum é sobre aqueles que lutaram sem glória, cuidaram sem reconhecimento, morreram sem nome e sobreviveram sem descanso. É um convite à escuta atenta, ao respeito e à lembrança. Porque a guerra acaba. O esquecimento, não pode vencer. Zheit não canta a guerra Zheit se recusa a deixá-la ser esquecida. | — | ||||||
| 6/24/19 | ![]() Entrevista CCB Comando do Corpo de Bombeiros do Paraná | A Zheit desta vez conheceu o Comando do Corpo de Bombeiros do Paraná. Não deixe de conferir a matéria no site: www.zheit.com.br E seguir nossas redes sociais. | — | ||||||
| 5/16/19 | ![]() Entrevista na Companhia de Operações de Cães do BOPE | Fomos conhecer como funciona o canil da Companhia de Operações de Cães do BOPE de Curitiba k9. | — | ||||||
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| 6/2/18 | ![]() Entrevista Gabriel Toledano Aerocast | Entrevista Gabriel Toledano Aerocast by Zheit | — | ||||||
| 6/1/18 | ![]() Entrevista Eduardo Romero (Tudo Nivelado) | Entrevista com Eduardo Romero falando sobre o mercado na Bolsa de Valores como iniciar, estudar e o emocional. Confira a entrevista escrita no blog www.zheit.com.br | — | ||||||
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