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O estado da arte do funk carioca, com Taísa Machado
Jun 11, 2026
1h 04m 09s
Sound System guerrilha – cartografias, práticas e vibrações, com Dani Pimenta e Natan Nascimento
May 14, 2026
1h 27m 13s
Da fábrica de bico à fábrica de Marighella – pesquisas e tecnologias entre funk, trap e grime, com Fleezus
Apr 28, 2026
55m 45s
Quantos latinos um gringo aguenta? com Claudia Manzo
Apr 6, 2026
1h 02m 56s
Breves notas sobre o privilégio (ou a falta dele), com Lê Almeida
Feb 26, 2026
59m 17s
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6/11/26 | ![]() O estado da arte do funk carioca, com Taísa Machado✨ | funk cariocaartistic ecosystem+4 | Taísa Machado | Museu da Língua PortuguesaFunk: Um grito de ousadia e liberdade | — | funk cariocaart+6 | — | 1h 04m 09s | |
| 5/14/26 | ![]() Sound System guerrilha – cartografias, práticas e vibrações, com Dani Pimenta e Natan Nascimento✨ | Sound Systemscultural preservation+3 | Dani PimentaNatan Nascimento | Mapa Sound System Brasil | — | Sound Systemcultural mapping+5 | — | 1h 27m 13s | |
| 4/28/26 | ![]() Da fábrica de bico à fábrica de Marighella – pesquisas e tecnologias entre funk, trap e grime, com Fleezus✨ | music consumptionBrazilian music history+5 | Fleezus | Motorola V3Kondzilla | São Paulo | Fábrica de BicoMC Zói de Gato+7 | — | 55m 45s | |
| 4/6/26 | ![]() Quantos latinos um gringo aguenta? com Claudia Manzo✨ | cultural disputeslatinidad+4 | Claudia Manzo | nueva canciónnueva trova+3 | América LatinaCuba | latin-corecultural impact+3 | — | 1h 02m 56s | |
| 2/26/26 | ![]() Breves notas sobre o privilégio (ou a falta dele), com Lê Almeida✨ | indie musicBrazilian music scene+3 | Lê Almeida | PavementGuided by Voices+3 | — | indieBrazil+6 | — | 59m 17s | |
| 1/28/26 | ![]() Keep the faith – o northern soul e o swing das margens com Lovesteady✨ | northern soulmusic history+3 | Lovesteady | MotownStax | Inglaterra | northern soulMotown+5 | — | 58m 55s | |
| 1/28/26 | ![]() De Baden Powell a Sonic Youth com Kiko Dinucci [Discotecagem Comentada]✨ | musicaudiovisual art+3 | Kiko Dinucci | Intercommunal MusicRastilho | — | Kiko DinucciRastilho+5 | — | 1h 55m 43s | |
| 1/22/26 | ![]() Uma extrema-direita pra cada um – capitalistas, militares e cidadãos comuns com Odilon Caldeira Neto✨ | extrema-direitatecnologia+5 | Odilon Caldeira Neto | Trumpgolpe no Brasil | norte globalpaíses do sul | extrema-direitatecnologia+5 | — | 1h 29m 08s | |
| 1/12/26 | ![]() Deus para ateus – espiritualidade, relação, negrume e alumbramento com Nathalia Grilo✨ | spiritualitymusic+4 | Nathalia Grilo | A Love Supreme | — | spiritualityJohn Coltrane+6 | — | 1h 11m 25s | |
| 10/21/25 | ![]() Saravah soundz – discos como memória da música de terreiro com Éden Barbosa✨ | vinyl recordsAfro-Brazilian culture+3 | Éden Barbosa | Balanço e Fúria | — | vinylmacumba+5 | — | 1h 24m 50s | |
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| 8/22/25 | ![]() Baile na favela do maranhão – políticas do prazer e territórios em desaparecimento por Thaís Regina✨ | urban historysocial justice+5 | Thaís Regina | — | Favela do MaranhãoSão Paulo+1 | Favela do MaranhãoSão Paulo+6 | — | 1h 06m 24s | |
| 11/12/24 | ![]() Ressonâncias invisíveis – o experimental e o popular entre Garanhuns e Nova York com Arto Lindsay | Arto Lindsay viveu entre o Brasil e os Estados Unidos, atravessando momentos definitivos para as artes visuais, a contracultura e a música experimental. Músico, compositor, produtor e artista multimídia, iniciou sua relação com o Brasil aos três anos, quando a família missionária se mudou para Pernambuco. Sua condição de proximidade e ao mesmo tempo distanciamento das produções que se davam entre os dois países, fez com que sua criação refletisse tanto as formas presentes na bossa nova, na tropicália, no carnaval, quanto no free jazz, no pós-punk e na arte sonora. Nessa conversa sem tema, perseguimos o repertório de Lindsay que vem de encontros com William Burroughs, passando por sua busca pela elaboração de uma forma diferente com DNA, Ambitious Lovers e seu projeto solo, chegando ao seu encontro com o que há de novo sendo produzido, seja o último disco de Tyler the Creator ou as produções de Gabriel do Borel. | — | ||||||
| 11/6/24 | ![]() EXTRA! – Punk reggae party, Restos de nada, Sistah Chilli e Cisma com Felix Barreira e Ariel Invasor | Um episódio – ou uma convocação – para a próxima @punkreggaeparty, que acontece domingo, 10 de novembro, de graça! Em conversa com @felixbarreira e @arielinvasor, comentamos a edição da festa que terá a reunião da primeira banda punk do Brasil, Restos de Nada, lançamento do novo álbum em vinil da @sistahchilli e o segundo show do @cismacisma_. Na discotecagem em vinil, a seleção conhecida do residente @felixbarreira , acompanhado de @thiagor.osa na frente reggae e @ja1.jao & @allangcieri na frente punk. Basta retirar o ingresso e colar: https://www.sympla.com.br/evento/punk-reggae-party-com-restos-de-nada-sistah-chilli-cisma-na-tarantino-cervejaria/2682596 Nos vemos lá! | — | ||||||
| 9/23/24 | ![]() Radical Records – música independente e lutas por libertação com Marcelo Viegas e André Maleronka | A popularização do disco de vinil como forma dominante de distribuição musical em meados do século XX foi importante não apenas para que artistas conseguissem difundir sua música de forma independente, mas também para que movimentos de libertação, campanhas de solidariedade, organizações comunitárias e iniciativas de conscientização ampliasssem o alcance de suas mensagens.Radical Records – Uma enciclopédia da música independente e lutas por libertação, de Josh MacPhee, é um livro que reúne informações sobre música política e produção cultural radical. Ele articula selos que atuaram em conjunto nas lutas sociais, utilizando a cultura como uma plataforma ativa em processos revolucionários e experimentando na prática novas relações de trabalho, distribuição, linguagem e estética.Das lutas anticoloniais na África e Palestina, passando pelas campanhas de solidariedade com os países sob ditadura da América Latina, chegando aos selos de jazz, punk, cumbia, merengue, dub e seu compromisso com as lutas locais, essa conversa visita experiências pessoais e históricas que apresentam outras formas de se consumir, distribuir e fazer cultura e política.Radical Records está em uma campanha de financiamento coletivo e você pode contribuir com a publicação em: benfeitoria.com/radicalrecords | — | ||||||
| 9/13/24 | ![]() Pega fogo cabaré – o agronegócio e o sertanejo como trilha sonora de um mundo em chamas com Douglas Rodrigues Barros | Quando a nossa noção de uma elite capitalista brasileira, antes industrial e urbana, se desloca para a ideia de uma elite do interior do país dada a produção de commodities, a difusão ainda mais marcante do sertanejo (ou "agronejo") opera como expressão que corrobora com o desejo de representação dessa elite no imaginário cultural. Agora, o sujeito que trabalha com a terra é representado como proprietário, que ocupa lugar de poder e é politicamente articulado. Essa conversa surge a partir do texto "O agro realmente é pop: sobre a hegemonia do sertanejo na era da pós-música", de Douglas Rodrigues Barros, publicado em 2023 na Revista Rosa. Hoje, novas camadas podem ser acrescentadas sobre a reflexão do monopólio que tornou o sertanejo uma expressão inescapável nos últimos 15 anos, e cada vez mais aliada das representações neoliberais, reacionárias e conservadoras. Para ler o texto mencionado, acesse https://revistarosa.com/7/agro-realmente-pop | — | ||||||
| 7/25/24 | ![]() Descendente de Yasuke – especulando conexões entre a cultura pop do Japão e o rap com Nill | Ao nos voltarmos para a história das comunidades negras dos Estados Unidos, podemos facilmente identificar inspirações no campo da cultura, da produção política e artística, vindas de referências do leste asiático. Da relação entre os Black Panthers e o maoísmo, passando pela Blaxploitation e os filmes de kung-fu, continuando através de grupos e artistas como Wu-Tang Clan, Afu-Ra, Planet Asia, Jeru the Damaja, entre outros nomes do rap dos anos 90/2000, vemos essa influência na temática das letras, nas capas dos discos e em filosofias pessoais. “Descendente de Yasuke” é a quarta música do segundo álbum do rapper Nill, um exemplo que ilustra o momento em que uma nova gama de referências estéticas reflete em uma geração de MCs e produtores influenciados especialmente por animes. Essa é uma conversa sobre trilhas sonoras, enredos, produção e possíveis conexões entre o universo da cultura pop japonesa e o rap. | — | ||||||
| 7/2/24 | ![]() Abalar a cidade – música e capitalismo, espaço e tempo | Pode a música ser um elemento catalisador de mobilizações coletivas, ocupações, revoltas e criação de outras formas de vida? Em "Abalar a cidade – música e capitalismo, espaço e tempo", livro lançado pela @sobinfluencia mês passado, Alexander Billet examina as interações entre música e movimentos de libertação, retomadas de espaços públicos e criação de coletividades que podem escapar aos monopólios da indústria cultural e das iniciativas políticas hegemônicas. Esse episódio é uma conversa com Malu de Barros e Caio Silva, tradutores da obra, sobre os encontros e articulações possíveis entre "Abalar a cidade" e nossa realidade ao sul global. Link na bio. @marialuizabr @_fantsmao | — | ||||||
| 5/21/24 | ![]() Hip-hop hackers - a internet e a estética do rap underground nos anos 2000 com De Leve | A popularização da internet no começo dos anos 2000 foi responsável não só por revolucionar a forma e a velocidade com que as pessoas se comunicavam e compartilhavam informação, como também influenciou linguagens, modos de produção e distribuição do que era produzido. No Brasil, o coletivo de rap carioca Quinto Andar foi a representação máxima desse espírito do tempo, que refletia a ruptura estética com o que havia de estabelecido no rap nacional; que incorporava a internet como um elemento fundamental na sua forma de produzir e distribuir música e que era absolutamente associada às iniciativas que buscavam usar essa nova tecnologia contra os monopólios da indústria cultural e política. Uma conversa que vai do mirC ao Napster, do hiphopunderground.com à lista de visitas do site do Quinto Andar, passando pelo Centro de Mídia Independente e pelo revés plataformizado a partir dos streamings. @mcdeleve ------------------------------------------------------------------- Em junho, De Leve se apresenta em São Paulo no @solysobrabar. Siga para saber mais informações. | — | ||||||
| 4/11/24 | ![]() Ameaça menor – breves notas sobre o punk e a infância com Jonas Dornelles e Zé Ulisses | É comum percebermos a potência do punk a partir de suas diversas manifestações políticas e estéticas, de sua interlocução com movimentos sociais variados e com vanguardas artísticas, mas apesar de ser tão explícito em sua história e produção, a infância é algo que fica invisível em discussões que tem o punk como tema.A história do punk foi construída por pessoas que tiveram acesso à essa cultura antes mesmo dos 15 anos. Por pessoas que aos 11, 12 ou 13 anos de idade já tinham bandas, faziam fanzines, participavam de protestos e tinham abandonado suas crenças em deuses e na palavra dos adultos.Essa não é uma conversa que trata o punk como instrumento pedagógico, nem mesmo uma conversa entre especialistas da infância, mas sim uma troca entre pessoas que muito jovens começaram a produzir suas vidas nessa cultura, que tem como elemento central a crítica à vida burocratizada e especializada – que é o que qualifica o mundo das pessoas crescidas. | — | ||||||
| 3/13/24 | ![]() Under me sleng teng – a vibração do dancehall entre a Jamaica e o Brasil com Ricardo Magrão e Lei Di Dai | A história da música jamaicana nos diz muito sobre a história da própria Jamaica. Se no início dos anos 60 o processo de libertação do colonialismo britânico implicou na necessidade do desenvolvimento de um gênero musical que representasse a identidade jamaicana, dando origem ao Ska, e nos anos 70, o Roots vem aliado à temáticas que remetiam aos movimentos de libertação da África e de consciência espiritual e política, nos anos 80 o Dancehall retrata uma Jamaica que ginga entre o sexo e a violência, as drogas e os bailes, em um contexto em que há a intensificação do neoliberalismo e a transformação nos processos de produção musical advindos de novas tecnologias. Considerar essa mistura de elementos nos leva a romper com qualquer purismo, e voltar à história do Dancehall é se deparar com a criatividade e desejo de vida de músicos, Djs e MCs que a partir de samples, riddims e soundsystems criam na música jamaicana aquilo que no baile faz o grave bater forte. | — | ||||||
| 3/4/24 | ![]() Stranger fruit – a imaginação das mulheres negras no jazz com Nathalia Grilo | Essa conversa que retoma à contrapelo a história do jazz, se desenvolve não só na intenção de demonstrar a presença das mulheres na construção do som e do pensamento, mas também no exercício de trazer à vista o que há de belo e estranho nessas elaborações sonoras e intelectuais, combatendo a ideia de "diva" e "musa" e celebrando o potencial no que há de experimental, no controle das formas de produção, na genialidade e na maneira diversa que essas mulheres criaram sobre o jazz. Do continente Africano às Américas. De Mary Lou Williams, de Atlanta à Tânia Maria, de São Luís do Maranhão. De Jeane Lee, de Nova York à Emahoy Tsegué-Maryam Guèbrou, de Adis Abeba. Elas estiveram lá e permanecem aqui. | — | ||||||
| 2/16/24 | ![]() A Vanguarda Paulista Instrumental e o jazz nos primórdios da música independente no Brasil com Renan Ruiz | O exercício de pensar o lugar da música instrumental em associação ao seu contexto histórico demanda mais que uma especulação voltada aos artistas e às suas obras, demanda considerar as minúcias das entrelinhas, os procedimentos das produções, o vocabulário que permeia a universo dessas expressões. Nessa conversa com Renan Ruiz, percebemos que a Vanguarda Paulista Instrumental não só foi fundamental para pensarmos a história da música instrumental/jazz no Brasil, como também representou os primórdios das produções musicais independentes durante os anos de chumbo. | — | ||||||
| 10/24/23 | ![]() O jazz afropindorâmico do Maranhão com Tonny Araújo Jr. e Isaías Alves | Mais do que a capital do reggae no Brasil, a história do Maranhão é marcada também pela produção jazzística que desde os anos 1920 não só se demonstra a partir da aparição de exímios músicos, como também é instrumento para leitura das contradições e lutas presentes entre as classes subalternizadas no Brasil de ontem e hoje. De Adhemar Corrêa à Tânia Maria, de New Orleans a São Luís, nessa conversa tratamos da potência que transcende e combate qualquer noção de regionalismo, tendo todo sotaque da produção legitimamente maranhense. Acompanhe Tonny Araújo Jr. (@tonnyaraujojr) e Isaías Alves (@isaiasalvesmusic): Os negros na história do jazz do Maranhão: https://agenciatambor.net.br/opiniao/os-negros-na-historia-do-jazz-do-maranhao/ Cultura, música, literatura e jazz no Maranhão: https://www.youtube.com/live/zKfGRYBwNdA?si=1642xMXvYEJFpP3u De St. Louis a São Luís: os primeiros vestígios do jazz no Maranhão: https://www.sobreotatame.com/de-saint-louis-a-sao-luis-os-primeiros-vestigios-do-jazz-no-maranhao/ Escute Isaías Alves: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/1KqNJYcYfLtszc3g1aoCVN | — | ||||||
| 8/31/23 | ![]() Jazz is dead – o encontro entre a música brasileira e a estadunidense [DISCOTECAGEM COMENTADA] | Enquanto o Balanço e Fúria segue matutando formas de existir para além do podcast e novos episódios não surgem, trazemos aqui um material precioso. No dia 5 de abril, na @intercommunalmusic, a Discotecagem Comentada teve o músico e produtor Adrian Younge (EUA) como convidado, em uma celebração mediada por @marialuizabr que atravessou sua formação enquanto pesquisador musical e suas produções, de Ghostface Killah à Marcos Valle. Adrian é um dos fundadores da gravadora Jazz Is Dead, na qual, junto com Ali Shaheed Muhammad (A Tribe Called Quest), produz álbuns com músicos consagrados do jazz. Entre nomes como Roy Ayers, Lonnie Liston Smith, Jean Carne, Doug Carn, Gary Bartz, os brasileiros Marcos Valle e a banda Azymuth estão no catálogo. Em breve o @jazzisdead chegará ao Brasil com um evento histórico, reunindo alguns dos principais nomes de nossa música em uma experiência de festa e formação. Fiquem atentos! Sigam @jazzisdead/@adrianyounge, acompanhem as pesquisas de @marialuizabr e visite a @intercommunalmusic, responsável pelas pontes e abrigando essas atividades valiosas. | — | ||||||
| 6/27/23 | ![]() Antes que junho acabe – as reverberações político-estéticas das revoltas de 2013 com Mayara Vivian e Ordinária Hit | Em junho de 2023, as revoltas de junho de 2013 completam 10 anos, e se debruçar sobre este momento sem considerar pelo menos 10 anos antes e as composições artísticas e contraculturais que se somaram aos movimentos sociais e autônomos em diversas lutas anticapitalistas, que iam de manifestações contra o G8 até mobilizações pela tarifa zero, é um erro. Nessa conversa não relembramos apenas dos grupos, coletivos, bandas, festivais e canções que se associaram no começo dessas lutas e da formação do Movimento Passe Livre, mas também especulamos sobre os desdobramentos dessas lutas protagonizadas pela juventude que tinha no exercício das novas linguagens, da música, da tecnologia e da prática autônoma, formas de se fazer política e de se infiltrar nas brechas do poder. | — | ||||||
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