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Andreazza: ‘Michelle, Flávio Bolsonaro e o purosanguismo bolsonarista’ | Estadão Analisa
Jun 26, 2026
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Andreazza: O peso das palavras de Michelle sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
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| 6/26/26 | ![]() Andreazza: ‘Michelle, Flávio Bolsonaro e o purosanguismo bolsonarista’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Michelle Bolsonaro. No dia 24 de junho, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos acusando seu enteado, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, de traí-la, desrespeitá-la e maltratá-la por telefone. Flávio pediu desculpas publicamente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-la. No dia seguinte, Michelle adotou um tom conciliatório, dizendo que não guarda rancor de ninguém. O episódio pegou os aliados de Flávio de surpresa e revelou problemas internos ainda maiores do que já se sabia. É, certamente, um revés para quem precisa conquistar apoio entre as mulheres e consolidar sua vantagem entre os evangélicos. Já Eduardo Girão (Novo-CE), senador e pré-candidato ao governo do Ceará, agradeceu o apoio de Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira, 25. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o senador disse trabalhar sem “negociatas” e que princípios são inegociáveis. As declarações são um recado a integrantes do PL que decidiram apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do Ceará, contrariando a posição de Michelle. “Tenho fé que os cearenses mereçam um governo que não troca princípios por cargos mas que coloca a verdade e a justiça acima de tudo”, afirmou o candidato. No Governo, o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, comemorava que sua estratégia de redução de danos havia funcionado com o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo no Senado. Mas nem em seus melhores sonhos Sidônio poderia imaginar o vídeo em que Michelle Bolsonaro disse ter levado uma “punhalada” do enteado Flávio. A ex-primeira-dama deu um presente de valor inestimável para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ao escancarar a crise nas fileiras do bolsonarismo. E o PT saberá explorar bem o episódio para obter dividendos políticos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 49m 09s | ||||||
| 6/25/26 | ![]() Andreazza: O peso das palavras de Michelle sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que transformou um possível apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em acerto de contas. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira, 24, a presidente nacional do PL Mulher relatou que o enteado a humilhou por telefone. Não deixou dúvidas de que a relação entre eles se dilacerou de vez. O pano de fundo mencionado foi a briga, que se arrasta desde dezembro, em razão das articulações para a composição do palanque no Ceará. “Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou Michelle. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 24, que “nada nem ninguém” o aborrece. A declaração foi dada após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatar ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência. A tranquilidade de Flávio seria por conta do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo pré-jogo. Na live, Flávio apareceu ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro e usou uma máscara com o rosto do jogador Neymar Jr. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 02m 19s | ||||||
| 6/24/26 | ![]() Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes e o gilmarmendismo no caso Master’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master. A declaração, dada em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master. Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados. Na avaliação de juristas ouvidos pelo Estadão, as declarações do ministro no programa ultrapassaram os limites impostos a magistrados pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que veda a juízes comentar publicamente processos pendentes de julgamento ou fazer juízo depreciativo sobre decisões judiciais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 58m 32s | ||||||
| 6/23/26 | ![]() Caso Master: investigação sobre Jaques Wagner já contamina governo Lula | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente. Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado. Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou. Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias. A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro. O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 02m 51s | ||||||
| 6/22/26 | ![]() Carlos Andreazza: ‘Master e a disputa eleitoral na lama’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master e sua influência na disputa eleitoral de 2026. Já se sabia que o escândalo do Banco Master tinha potencial para se espraiar por todo o espectro político brasileiro. A estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro era justamente a de cultivar um grande número de “amigos” influentes em Brasília, se possível nos Três Poderes e com indiferença aos matizes ideológicos. O fato das investigações agora alcançarem o petista Jaques Wagner, líder do governo no Senado e político de confiança do presidente Lula — depois de já terem chegado a Ciro Nogueira, do PP, e das revelações sobre Flávio Bolsonaro, do PL, entre outros políticos citados —, deixa a sensação, para os cidadãos que acompanham o noticiário político de que estão todos no mesmo barco. A exatamente um mês da abertura do prazo das convenções partidárias, as pré-campanhas presidenciais entram em uma fase decisiva para resolver pendências antes da largada formal da eleição. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terão de ajustar estratégias, acomodar aliados, organizar palanques e definir o tom com que pretendem chegar ao período em que as candidaturas, alianças e chapas passam a ser oficializadas pelos partidos. No PT, a prioridade passa por alinhar a comunicação digital, reforçar bandeiras e entregas do governo, aparar arestas jurídicas e destravar palanques estaduais ainda sensíveis, como São Paulo e Minas Gerais. Para Flávio Bolsonaro, o desafio é chegar às convenções menos associado ao desgaste do caso Master e mais vinculado a propostas próprias, especialmente nas áreas econômica e de segurança pública. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 04m 13s | ||||||
| 6/20/26 | ![]() Start #433 com Daniel Gonzales: IA chega a 17% das empresas brasileiras: resultado ou promessa? | O uso de Inteligência Artificial nas empresas brasileiras passou de 13% para 17% em apenas um ano. Entre as grandes empresas, a adoção saltou de 38% para 50%. Já entre as pequenas, o índice cresceu de 10% para 15%. Os números são da nova edição da pesquisa TIC Empresas, do Cetic.br, e ajudam a entender o estágio de desenvolvimento da IA no ambiente corporativo brasileiro. O que explica esse avanço? Em quais setores a tecnologia está ganhando mais espaço? O Brasil está acelerando sua maturidade digital ou ainda estamos nos primeiros passos dessa transformação? Esses são alguns dos temas da entrevista de hoje no Start, que recebe Leonardo Melo Lins, coordenador da pesquisa TIC Empresas. Na conversa com o apresentador Daniel Gonzales, ele analisa os resultados da pesquisa e o que eles revelam sobre competitividade, produtividade e o futuro da Inteligência Artificial nas empresas brasileiras. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information. | 32m 11s | ||||||
| 6/19/26 | ![]() Andreazza: Sem surpresa, PT da Bahia leva caso Master para o colo do governo Lula | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre a ação da Polícia Federal, a nona fase da Operação Compliance Zero que teve como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado. A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema. A assessoria de Jaques Wagner divulgou nota sustentando que não atuou a favor do Master e que está à disposição das autoridades. A PF suspeita que Jaques Wagner recebeu um imóvel de R$ 2,5 milhões e pagamentos de propina que totalizaram R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a um de seus familiares. Segundo os investigadores, a estrutura teria sido utilizada para ocultar vantagens indevidas supostamente pagas no contexto das fraudes investigadas na Compliance Zero. Alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, o senador Jaques Wagner (PT-BA) já havia se pronunciado sobre o caso na tribuna do Senado após acusações de Flávio Bolsonaro (PL). O discurso ocorreu em 13 de maio, mesma data em que o Intercept Brasil divulgou conversas do filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro. Na ocasião, Flávio fez declarações em que associa o Master ao governo do PT na Bahia e cobra Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades no esquema de Vorcaro. “A gênese do Banco Master aconteceu no governo de Jair Messias Bolsonaro e não na Bahia”, declarou o senador, que citou a aprovação da compra do banco por Vorcaro, feita pelo Banco Central durante a gestão do ex-presidente do BC Campos Neto, indicado por Bolsonaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 05m 16s | ||||||
| 6/18/26 | ![]() Andreazza: ‘No Brasil xandônico, quando aperta, tudo vira ataque e a autoridade vira instituição’ | No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, suas disputas internas e as reações dos ministros as falas de diversos setores da opinião pública. Enquanto Alexandre de Moraes votava no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por coação, na Segunda Turma André Mendonça defendia que o pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, continuasse em prisão preventiva. As duas turmas ficam em um anexo do Supremo, uma no terceiro andar e a outra, no quarto. No terceiro andar, Moraes afirmava: “Processo penal não é palhaçada”. No andar de cima, Mendonça usava de ironia para citar a frase célebre dita por Moraes nos processos da tentativa de golpe: “Não foi um passeio no parque”, declarou para se referir ao escândalo do Banco Master. No Supremo, Mendonça tem dois apoiadores fiéis, que concordam com ele em matéria penal: Kassio Nunes Marques e Luiz Fux. Coincidentemente, os dois integram a Segunda Turma. Depois que Dias Toffoli se declarou impedido para julgar o caso Master, o caminho de Mendonça rumo à maioria ficou menos tortuoso. Apenas Gilmar Mendes defendeu que os investigados fossem transferidos para a prisão domiciliar. Nas sessões de turma, Gilmar costuma fazer uma dobradinha com Toffoli. Dessa vez, ficou isolado. O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta quarta-feira, 17, para ser o relator da notícia-crime apresentada pelo senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ameaça e incitação ao crime. A ação, protocolada em 4 de junho, pede a abertura de inquérito para investigar discurso em que Lula falou sobre enforcamento de “traidores da pátria” em Catalão (GO). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 07m 35s | ||||||
| 6/17/26 | ![]() Andreazza: ‘Caso Master e a disputa entre Gilmar Mendes e André Mendonça’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, nesta terça-feira, 16, a prisão de Felipe Cançado Vorcaro e Henrique Moura Vorcaro, primo e pai do dono Banco Master, Daniel Vorcaro, respectivamente. Relator da Operação Compliance Zero, o ministro André Mendonça havia determinado medidas cautelares contra os réus em maio e defende a prisão dos parentes do banqueiro. O ministro Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo em maio por entender que o não teve acesso integral às informações do caso, divergiu dos demais e defendeu a flexibilização das cautelares, com domiciliar para Henrique e soltura de Felipe. Ele foi vencido pelo restante dos magistrados, que decidiram manter os réus presos. O resultado da votação foi 3 a 1. Os julgamentos estavam suspensos desde 23 de maio, quando Gilmar pediu vista. Antes da interrupção, André Mendonça e Luiz Fux haviam votado pela conversão das prisões temporárias em preventivas. Com isso, o placar parcial é de 2 a 0 pela manutenção das prisões dos dois investigados. A tendência é que o posicionamento de Gilmar seja decisivo para o desfecho dos casos. Como o ministro Dias Toffoli se declarou impedido, caberá a Kassio Nunes Marques proferir o último voto da Turma. Se Gilmar divergir dos colegas e for acompanhado por Nunes Marques, o julgamento poderia empatar, o que favoreceria Felipe e Henrique Vorcaro. Ao votar pela prisão preventiva de Felipe Vorcaro, André Mendonça destacou indícios de que ele continuou adotando medidas para ocultação patrimonial mesmo após o avanço das investigações da Operação Compliance Zero. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 01m 59s | ||||||
| 6/16/26 | ![]() Andreazza: Daniel Vorcaro e a delação ‘me engana que eu gosto’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a novela em torno da delação premiada de Daniel Vorcaro. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dias após a Polícia Federal também ter rechaçado um acordo com o dono do Banco Master. Com isso, os investigadores fecham o cerco contra Vorcaro e sinalizam que, ao menos por ora, não há mais espaço para uma negociação. A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi apresentada nesta segunda-feira, 15, e aponta que as informações apresentadas por Vorcaro não trazem provas novas e teriam pouca utilidade para as investigações. Na semana passada, a Polícia Federal também chegou a uma conclusão semelhante e comunicou à defesa de Vorcaro que não tinha interesse na sua proposta de colaboração premiada. Como mostrou o Estadão, Vorcaro chegou a justificar aos seus advogados que fez pagamentos a políticos por causa de sua relação de amizade com eles. A primeira proposta foi recusada pela Polícia Federal e pela PGR, mas a equipe de Paulo Gonet deixou a negociação aberta e pediu à defesa de Vorcaro que completasse as lacunas do acordo. Depois disso, o banqueiro chegou a acrescentar mais fatos no acordo e mudou parte dessas narrativas, mas o material não foi suficiente para convencer os investigadores. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 1h 01m 41s | ||||||
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| 6/13/26 | ![]() Start #432 com Daniel Gonzales: A nova fronteira da IA no Brasil não está nas empresas, e sim no governo✨ | Inteligência Artificialsetor público+4 | Paulo Curado | CPQDGoverno Federal+1 | — | Inteligência Artificialsetor público+5 | — | 32m 14s | |
| 6/12/26 | ![]() Carlos Andreazza: ‘A história da delação de Vorcaro é uma história do Brasil’ | Estadão Analisa✨ | delação premiadainvestigação+5 | — | Polícia FederalProcuradoria-Geral da República+3 | — | delaçãoVorcaro+5 | — | 58m 06s | |
| 6/11/26 | ![]() Carlos Andreazza: 'Lula nem precisa crescer contra um Flávio Bolsonaro pesadão' | Estadão Analisa✨ | electionsLula+4 | — | EstadãoGenial/Quaest | — | LulaFlávio Bolsonaro+5 | — | 1h 01m 16s | |
| 6/10/26 | ![]() Andreazza: ‘A Justiça babá e o autoritarismo xandônico para nos proteger’ | Estadão Analisa✨ | STFAlexandre de Moraes+5 | — | Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de JaneiroSupremo Tribunal Federal+3 | — | STFAlexandre de Moraes+5 | — | 1h 00m 27s | |
| 6/9/26 | ![]() ‘Sob precedentes xandônicos no TSE, Nunes Marques censura pesquisa eleitoral’ | Estadão Analisa✨ | censorshipelection research+4 | — | AtlasIntelPartido Liberal+2 | — | TSEKassio Nunes Marques+6 | — | 55m 25s | |
| 6/8/26 | ![]() Caso Master: Moraes, Nunes Marques e a suspeição de ministros do STF | Estadão Analisa✨ | Supreme Courtpolitical investigation+3 | — | Supremo Tribunal FederalBanco Master+1 | — | Supreme CourtKassio Nunes Marques+3 | — | 54m 13s | |
| 6/6/26 | ![]() Start #431 com Daniel Gonzales: IA e o desafio da experiência do cliente em escala na mobilidade✨ | inteligência artificialexperiência do cliente+4 | Maurício Quintela Tortosa | MotivaCCR | — | inteligência artificialatendimento ao cliente+5 | — | 23m 53s | |
| 6/3/26 | ![]() As reações de Lula e Flávio à ameaça de novo tarifaço dos EUA | Estadão Analisa✨ | Lula's reactionFlávio Bolsonaro+4 | — | Estadão | — | LulaFlávio Bolsonaro+8 | — | 46m 36s | |
| 6/2/26 | ![]() A guerra de PECs sobre a escala 6x1 no Senado | Estadão Analisa✨ | PECsSenado+5 | Emanuel BomfimRicardo Corrêa | EstadãoDark Horse | — | PECsSenado+6 | — | 43m 22s | |
| 6/1/26 | ![]() Trump presenteou Flávio, mas pode agora ajudar Lula | Estadão Analisa✨ | Trump and Flávio BolsonaroUS sanctions on Brazil+3 | Emanuel BomfimRicardo Corrêa | EstadãoPCC+5 | BrasilEstados Unidos | TrumpFlávio Bolsonaro+8 | — | 42m 18s | |
| 5/30/26 | ![]() Start #430 com Daniel Gonzales: Relate 2026 - a ascensão das equipes digitais de IA | Direto de Denver, nos Estados Unidos, o Start desta semana acompanha o Zendesk Relate 2026, uma das principais conferências privadas de inteligência artificial do mundo. O evento mostrou como a chamada IA agêntica começa a formar verdadeiras equipes digitais de trabalho, com agentes e copilotos capazes de executar tarefas, interpretar contextos, tomar decisões e atuar de forma integrada, com humanos, dentro das empresas. Mas o cenário brasileiro ainda mostra diferentes estágios de maturidade. Enquanto algumas companhias avançam rapidamente no uso da IA em larga escala, outras ainda esbarram em questões como infraestrutura, integração de sistemas e adaptação das equipes. Nesta edição, você acompanha os principais anúncios dessa inovação e fica sabendo mais como essas mudanças começam a chegar ao mercado brasileiro, em entrevistas com Walter Hildebrandi, CTO da Zendesk; André Jatene, head de Digital do Banco Sofisa; e Mariana Lima, Mariana Lima, gerente de Experiência do Cliente da Construtora Tenda. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information. | 41m 49s | ||||||
| 5/29/26 | ![]() Carlos Andreazza: Trump nas eleições. Flávio tem uma bandeira. Lula sob pressão | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, que atravessa uma crise após as revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro. O senador vive um momento delicado, mas tentou minimizar o desgaste ao conseguir um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de registrar fotos no Salão Oval da Casa Branca. Durante sua passagem por Washington, Flávio evitou tratar diretamente da ligação com Vorcaro e concentrou o discurso na defesa de que o governo americano classifique facções criminosas brasileiras, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), como organizações terroristas internacionais. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva interpreta a viagem do senador aos Estados Unidos — sem agenda oficial com Donald Trump — como uma tentativa de desviar o foco do escândalo envolvendo o Banco Master. Interlocutores de Lula ouvidos pela Coluna do Estadão afirmam que Flávio tenta “desesperadamente” “mudar de assunto”, já que, segundo eles, a principal pauta envolvendo o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro segue sendo a relação com Daniel Vorcaro. “Mas o Master o espera no Brasil”, disse um integrante do governo. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information. | 56m 00s | ||||||
| 5/28/26 | ![]() Carlos Andreazza: ‘Para além da foto. A aposta de Flávio Bolsonaro na Casa Branca’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, que atravessa uma crise após as revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro. Quanto a isso, não pairam dúvidas. Mas existe uma diferença importante entre a leitura do mundo político e a avaliação de especialistas em opinião pública e dirigentes de institutos de pesquisa. O senador vive um momento complexo, mas Flávio conseguiu um encontro com o presidente americano, Donald Trump, algumas fotos no Salão Oval da Casa Branca e tentou minimizar a crise. Em vez da ligação do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, Flávio focou sua passagem por Washington na defesa de que o governo norte-americano designe facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas internacionais. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos, sem qualquer agenda oficial marcada com o presidente americano Donald Trump, como uma tentativa de fugir do escândalo do Banco Master. Para interlocutores de Lula ouvidos pela Coluna do Estadão, o senador tenta “desesperadamente” “mudar de assunto”, já que no Brasil só uma pauta ronda o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro: as relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. “Mas o Master o espera no Brasil”, afirmou um integrante do governo. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 54m 21s | ||||||
| 5/27/26 | ![]() Carlos Andreazza: 'Cadê o impedimento de Moraes sobre o caso Master? | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 27,, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que intimou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre um pedido para investigar as ligações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro para custear sua atuação nos EUA. O prazo para manifestação é de 5 dias. O pedido foi protocolado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) em ação na qual Eduardo é réu por suposta coação no julgamento da trama golpista, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu a Vorcaro R$ 134 milhões para bancar o filme, inspirado na trajetória do pai. Cerca de R$ 61 milhões foram pagos. O Estadão já mostrou que a Polícia Federal (PF) abriu uma linha de investigação para apurar se os recursos foram desviados para um fundo sediado no Texas ligado a Eduardo e usado para custear a permanência dele no país, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA. O fundo tem como agente legal o escritório “Law Offices of Paulo Calixto PLLC”, de Paulo Calixto, advogado próximo ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 59m 38s | ||||||
| 5/26/26 | ![]() Carlos Andreazza: ‘O ganha-ganha de Lula no ano eleitoral’ | Estadão Analisa | No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o momento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida eleitoral deste ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira, 25, que o governo aceitou estabelecer uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Segundo os termos acertados, 60 dias após promulgação da proposta haverá uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois - o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027. O tema é bandeira eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição em outubro. O fim dos 6x1 interessa aos trabalhadores e impacta o setor produtivo, a economia e as candidaturas do Congresso em outubro, do PT ao PL. O governo até trabalha com a hipótese de unanimidade. Em outra frente, o atual governo gastou, até meados de maio, R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook para divulgar investimentos em Estados e programas que possam servir de chamariz em ano eleitoral. O valor é quase o dobro dos R$ 11,45 milhões desembolsados no mesmo período de 2025. Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) ainda não se manifestou. Os dados constam da biblioteca de anúncios da Meta, dona das duas redes sociais. De acordo com o calendário eleitoral estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o governo tem até 4 de julho para fazer publicidades de programas, obras, serviços e campanhas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information. | 59m 56s | ||||||
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