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O que herdamos sem querer?
Jun 7, 2026
51m 07s
Culpa materna
Jun 1, 2026
59m 30s
A dificuldade de pedir ajuda
Apr 18, 2026
58m 24s
Como nossos pensamentos afetam a nossa saúde mental?
Mar 27, 2026
53m 19s
Exposição demais, intimidade de menos
Jan 24, 2026
1h 11m 46s
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| Date | Episode | Topics | Guests | Brands | Places | Keywords | Sponsor | Length | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 6/7/26 | ![]() O que herdamos sem querer?✨ | herançapsicanálise+4 | — | — | — | herançapsicanálise+4 | — | 51m 07s | |
| 6/1/26 | ![]() Culpa materna✨ | culpa maternamaternidade+3 | Elisama Santos | — | — | culpamaternidade+3 | — | 59m 30s | |
| 4/18/26 | ![]() A dificuldade de pedir ajuda✨ | pedir ajudanarcisismo+4 | Filipe | Introdução ao narcisismoA recusa do amparo: defensividade e medo da dependência | — | ajudanarcisismo+5 | — | 58m 24s | |
| 3/27/26 | ![]() Como nossos pensamentos afetam a nossa saúde mental?✨ | neurosciencepsychoanalysis+4 | — | Biological PsychologyEngert, V., Smallwood, J., & Singer, T. | — | thoughtsmental health+5 | — | 53m 19s | |
| 1/24/26 | ![]() Exposição demais, intimidade de menos✨ | exposureintimacy+3 | — | — | — | intimacyexposure+3 | — | 1h 11m 46s | |
| 1/10/26 | ![]() A fantasia de abandono✨ | fantasy of abandonmentloss anticipation+4 | — | — | — | abandonmentFreud+7 | — | 55m 55s | |
| 1/4/26 | ![]() O estigma da loucura✨ | estigma da loucurasofrimento psíquico+4 | — | O emergir da Unicidade Analítica: no coração da psicanálise | — | loucurasofrimento psíquico+6 | — | 1h 08m 20s | |
| 11/15/25 | ![]() Quando um não quer, dois não brigam✨ | psicanáliseconflito+5 | — | — | — | psicanáliseconflito+5 | — | 51m 23s | |
| 11/9/25 | ![]() A tristeza em uma cultura de performance✨ | tristezacultura de performance+4 | — | Editora RecordUm elogio à tristeza | — | tristezacultura de performance+6 | — | 47m 42s | |
| 10/18/25 | ![]() O que os psiquiatras não te contam✨ | psychiatrymental health+4 | Juliana Belodiniz | USPUniversidade de Harvard+1 | — | psychiatristmental health+5 | — | 1h 08m 25s | |
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| 10/12/25 | ![]() Exaustão mental✨ | mental exhaustionpsychological life+5 | — | — | — | mental exhaustionFreud+7 | — | 50m 22s | |
| 9/21/25 | ![]() As duas faces da vingança | Nesse episódio, falamos sobre as duas faces da vingança: destruição e criação. De Nina em Avenida Brasil a Ana Francisca em Chocolate com Pimenta, passando pela escrita de Tati Bernardi, Annie Ernaux e Édouard Louis, discutimos como a vingança pode ser um motor de transformação. A partir das teorias de Freud e Klein, refletimos sobre o ódio, a reparação e o inesperado sentido do verbo “vingar”: não só devolver a dor, mas fazer germinar algo novo.Estes são os livros que foram mencionados: *A boba da corte (Tati Bernardi, 2025);*A escrita como faca e outros textos (Annie Ernaux, 2023);*Mudar: método (Édouard Louis, 2024). | — | ||||||
| 8/10/25 | ![]() O poder da postura | Nesse episódio, refletimos sobre como impor respeito não tem a ver com gritar, se mostrar superior ou intimidar. Respeito verdadeiro nasce de postura, presença e clareza. A partir das ideias de Freud sobre o narcisismo primário e de Klein sobre identificação projetiva, discutimos como um Eu sólido e limites bem sustentados permitem dizer “não” com serenidade, manter a palavra firme e, ainda assim, preservar o diálogo | — | ||||||
| 7/31/25 | ![]() #3: Os perrengues do começo | No episódio #3, do quadro “Respondendo Perguntas”, falamos sobre “Os perrengues do começo”. Ou seja, discutimos os desafios de quem está iniciando a trajetória em psicanálise. Falamos dos estudos, das dificuldades que surgem durante a formação e dos impasses que aparecem no início da clínica - esse período em que tudo parece incerto, mas que também é cheio de aprendizado. | — | ||||||
| 7/27/25 | ![]() Amizade e psicanálise | No episódio de hoje, falamos sobre a amizade. Sobre os encontros que nos atravessam, os vínculos que sustentam a vida e o espaço de afeto que se constrói para além do sangue ou da obrigação.Com Freud, Winnicott e uma boa dose de experiência, refletimos: o que torna um amigo um verdadeiro continente psíquico?E como a amizade pode ser, muitas vezes, aquilo que nos impede de desabar por completo?Esse bate-papo ficou lindo e emocionante! Compartilhem! | — | ||||||
| 7/16/25 | ![]() #2: A briga das abordagens | Existe uma abordagem melhor que a outra? A psicanálise precisa mesmo escolher um lado? E como é trabalhar com diferentes linhagens sem virar um “Frankenstein teórico”?Nesse episódio, a gente mergulhou nessas duas pergunta, com bom humor, um pouco de polêmica e bastante teoria.Mas já fica aqui um spoiler: para nós, a melhor abordagem é aquela que escuta o sujeito antes de defender um manual. | — | ||||||
| 7/13/25 | ![]() Notas sobre a saudade | Nesse episódio, falamos da saudade.Da infância, dos pais, do que passou, e daquilo que, mesmo ausente, segue vivo dentro da gente. Até porque sentir falta, às vezes, é só mais uma forma bonita de dizer: ainda amo. Ou seja: foi uma conversa sobre lembranças, afetos, literatura e (muita) psicanálise. | — | ||||||
| 7/9/25 | ![]() #1: Ética e clínica no digital | Estreiamos hoje o nosso novo quadro “Respondendo Perguntas”, em que escolhemos uma das muitas (e maravilhosas) perguntas que vocês mandaram na caixinha para responder com profundidade e, claro, um pouquinho de bom humor.Neste primeiro episódio, a pergunta foi direta e certeira: “Como manter um trabalho ético e coerente com a psicanálise e ainda lidar com as pressões do campo digital? Já fomos criticados por isso? Isso afetou a clínica?”Spoiler: a resposta é mais complexa do que sim ou não; e envolve desejo, limites, atravessamentos e bastante análise pessoal. | — | ||||||
| 7/5/25 | ![]() Autocuidado ou autocobrança? | Neste episódio, nós nos perguntamos: quando o autocuidado vira, na verdade, autocobrança? Partindo das nossas vivências e da escuta clínica, refletimos sobre como o discurso do bem-estar tem se transformado em mais uma exigência de desempenho. A psicanálise nos ajuda a distinguir o gesto genuíno de cuidado daquele que apenas repete uma norma social. | — | ||||||
| 5/31/25 | ![]() Notas sobre a hipocrisia | Nesse episódio, refletimos sobre o quanto é difícil sustentar coerência num mundo que recompensa a aparência. E o quanto a hipocrisia, muitas vezes, se veste de boas intenções para manter privilégios intactos. Para tanto, contamos com a participação da nossa querida amiga psicanalista Jaquelyne Rosatto Melo (@conversadepsicanalista). | — | ||||||
| 5/24/25 | ![]() O isolamento social e a saúde mental | Nesse episódio, conversamos sobre os riscos do isolamento. A partir das ideias de Freud e Winnicott, refletimos sobre como o afastamento pode ser, às vezes, necessário - mas, quando se torna modo de existir, deixa de ser proteção e vira adoecimento. Isolar-se permanentemente é tentar negar aquilo que nos constitui desde sempre: a nossa condição relacional.Dá o play e vem pensar com a gente sobre o que nos sustenta... e o que nos adoece. | — | ||||||
| 5/10/25 | ![]() A era da desafetação | Vivemos tempos em que sentir virou quase um excesso. No episódio de hoje, discutimos o empobrecimento afetivo da vida contemporânea: pessoas que não se comovem, que evitam o sofrimento a qualquer custo, que trocam o silêncio pela performance constante. A partir de Freud, Ferenczi, Winnicott e Byung-Chul Han, conversamos sobre como resistir à indiferença generalizada e por que, apesar de tudo, ainda vale a pena se afetar. | — | ||||||
| 3/30/25 | ![]() Uma análise sobre a série "Adolescência" | Um menino de 13 anos comete um crime brutal. Mas a pergunta que atravessa a série Adolescência (Netflix) não é quem fez isso?, e sim como permitimos que isso acontecesse?Nesse episódio, atravessamos o silêncio que precede o ato, o terror ao feminino descrito por Freud e Klein, e a ausência de escuta que marca nossa relação com os adolescentes. A partir da teoria de Winnicott, discutimos como a ausência de um ambiente suficientemente bom pode levar à atuação - quando o sofrimento, sem acolhimento, não encontra palavra e vira gesto.Esse episódio não é sobre uma série. É sobre todos nós. Sobre o que ainda não sabemos dizer. E sobre a urgência de aprender a escutar - antes que o silêncio se transforme em tragédia. | — | ||||||
| 3/22/25 | ![]() A importância de comemorar | Por que comemorar importa? Nesse episódio, falamos sobre o valor dos rituais, das pequenas celebrações e da marcação do tempo - na vida, na clínica e na cultura. De Freud a Byung-Chul Han, passando por Klein e Winnicott, refletimos sobre como a comemoração pode ser uma forma de sustentar a existência, reconhecer conquistas e dar sentido ao que vivemos. | — | ||||||
| 3/1/25 | ![]() A capacidade de contemplação | Nesse episódio, falamos sobre a capacidade de contemplação e como ela se perdeu em meio à hiperatividade do mundo contemporâneo. Com ajuda de Byung-Chul Han, Freud, Klein e Winnicott, discutimos o impacto da aceleração do tempo na subjetividade e a importância do ócio para a criatividade e a saúde mental. Também refletimos sobre como políticas públicas podem (ou não) contribuir para que o pensamento não seja engolido pela lógica da produtividade. No fim, deixamos uma provocação: você ainda consegue olhar para o nada sem se sentir culpado? | — | ||||||
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